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Por que Precisamos do Dia Internacional das Meninas nas Ciências?

A Origem do Dia Internacional de Meninas e Mulheres na Ciência

Dia Internacional de Meninas e Mulheres na Ciência, celebrado em 11 de fevereiro, foi instituído em 2015 pela Organização das Nações Unidas (ONU) com o objetivo de promover a igualdade de gênero na ciência e destacar o papel das mulheres nas áreas de Razões para Incentivar Meninas na Ciência Desde Cedo (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática).

O Dia Internacional das Meninas nas Ciências é uma oportunidade crucial para discutir a presença das meninas nas ciências e estimular mais garotas a se interessarem por essas áreas.

As meninas nas ciências enfrentam desafios únicos que precisam ser abordados para garantir que elas tenham oportunidades iguais no campo científico.

Educar as meninas nas ciências desde cedo é fundamental para garantir que tenham a confiança e o suporte necessários para seguir carreiras em STEM.

Iniciativas que incentivam as meninas nas ciências são essenciais para mudar a percepção e aumentar a participação feminina nas áreas STEM.

A data surgiu como um alerta para a desigualdade de oportunidades enfrentada por meninas e mulheres na ciência. Apesar dos avanços, os números mostram que a sub-representação feminina persiste: apenas 35% dos estudantes de STEM no mundo são mulheres, segundo a UNESCO. No Brasil, a disparidade também é evidente, com uma presença reduzida de mulheres em áreas como tecnologia e engenharia.

Mas o que podemos fazer para mudar esse cenário? A resposta está na educação desde a infância.

Os dados mostram que, quando incentivadas, as meninas nas ciências podem alcançar resultados impressionantes e se destacar em suas áreas de interesse.

É crucial criar um ambiente onde as meninas nas ciências se sintam apoiadas e motivadas a se envolver em projetos científicos desde a infância.

Superar os estereótipos e preconceitos é um passo importante para garantir que mais meninas nas ciências tenham um futuro brilhante.

A importância do Dia das Meninas nas Ciências não pode ser subestimada, pois ele destaca a necessidade de mais meninas nas ciências em todo o mundo.

A Importância da Representatividade Feminina em STEM

As mulheres sempre desempenharam um papel fundamental na ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM), mas sua presença ainda é inferior à dos homens nessas áreas. De acordo com a UNESCO, apenas 35% dos estudantes em cursos de STEM no mundo são mulheres. No Brasil, a situação não é diferente: mesmo sendo maioria nas universidades, as mulheres ainda são minoria em carreiras científicas e tecnológicas.

No Dia das Meninas nas Ciências (11 de fevereiro), a UNESCO lança a campanha #EveryVoiceCount, destacando a importância de garantir que meninas e mulheres sejam ouvidas e tenham espaço para contribuir com a ciência, a inovação e o desenvolvimento sustentável.

O Que a Pesquisa da Força Meninas Revela Sobre Meninas na Ciências?

A pesquisa “Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro”, realizada pela Força Meninas, trouxe dados alarmantes sobre os desafios que impedem meninas de ingressar em áreas científicas e tecnológicas. O estudo revelou que 54% das meninas brasileiras não se sentem confiantes para seguir carreiras em STEM, principalmente devido à falta de referências femininas, estímulos adequados e ambientes que incentivem sua participação. Além disso, a pesquisa identificou que meninas que têm contato com experiências científicas na infância demonstram 3 vezes mais interesse por essas carreiras no futuro. Esses dados reforçam a importância de iniciativas como a Expedição Itinerante “Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro”, que busca ampliar o acesso de meninas ao conhecimento e inspirá-las a explorar seu potencial em STEM desde cedo.

Precisamos de mais programas que incentivem as meninas nas ciências e que proporcionem experiências práticas e enriquecedoras.

A falta de referências femininas, estereótipos de gênero e a ausência de estímulos na infância são fatores que afastam as meninas dessas carreiras. Por isso, garantir que elas tenham contato com a ciência desde cedo é essencial para mudar essa realidade.

O Impacto da Força Meninas no Incentivo à Ciência para Meninas

Força Meninas é uma plataforma educativa que há anos trabalha para transformar esse cenário no Brasil. Por meio da Expedição Itinerante “Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro”, levamos conhecimento e experiências imersivas para meninas de 6 a 18 anos em todo o país, apresentando a ciência de maneira acessível e inspiradora.

✔ Mais de 65 mil estudantes impactados em 27 cidades e 23 estados brasileiros
✔ Oficinas práticas e palestras que aproximam meninas de carreiras em STEM
✔ Incentivo à liderança feminina e ao desenvolvimento de habilidades essenciais para o futuro

Se queremos um futuro melhor, precisamos investir nas meninas nas ciências e fazer com que se sintam empoderadas e capacitadas.

Oportunidades no Mercado para Mulheres em STEM

Além da importância da diversidade nas ciências, o mercado de trabalho está cada vez mais carente de profissionais qualificados em tecnologia e inovação. A BRASSCOM prevê que 791 mil novas vagas em Tecnologia da Informação serão criadas no Brasil até 2025, mas o país ainda não tem profissionais suficientes para preencher essas posições.

Investir no potencial das meninas em STEM não é apenas uma questão de equidade de gênero – é também uma solução estratégica para o desenvolvimento econômico e tecnológico do país.

Como Incentivar Mais Meninas a Seguir Carreiras Científicas?

Se queremos ver mais mulheres na ciência, precisamos agir agora! Algumas formas de incentivo incluem:

Juntas, devemos trabalhar para garantir que as meninas nas ciências sejam vistas e ouvidas em todos os níveis de tomada de decisão.

Apresentar modelos femininos na ciência - Mostrar histórias de mulheres que fizeram e fazem a diferença na tecnologia, na engenharia e em outras áreas STEM.
Criar experiências educacionais imersivas - Iniciativas como a Expedição “Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro” ajudam a despertar a curiosidade das meninas pela ciência. Descubra o que é STEAM a metodolodia aplicada na Expedição.
Apoiar políticas e programas de incentivo - Empresas, escolas e governo precisam se unir para criar oportunidades reais para meninas na ciência.

Inspirando a Próxima Geração de Cientistas

O documentário “Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro”, dirigido por Deborah De Mari, fundadora da Força Meninas, traz um olhar profundo sobre os desafios e conquistas de meninas e mulheres na ciência. A produção apresenta histórias inspiradoras de jovens brasileiras que desafiam estereótipos e trilham caminhos em áreas como tecnologia, engenharia e matemática, além de destacar depoimentos de especialistas sobre a importância da representatividade feminina em STEM. O filme não apenas evidencia os obstáculos enfrentados pelas meninas, mas também reforça a necessidade de intervenção precoce para garantir que elas tenham oportunidades reais de explorar seu potencial.

Na Força Meninas, acreditamos que meninas fortalecidas e incentivadas desde cedo podem mudar o mundo. Queremos ampliar nosso impacto e garantir que cada vez mais meninas tenham oportunidades para explorar seu potencial na ciência.

Na Força Meninas, estamos comprometidos em criar oportunidades para meninas nas áreas de STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática). Nossa missão está alinhada com os objetivos do Dia Internacional das Meninas e Mulheres na Ciência, promovendo igualdade de gênero e incentivando mais meninas a explorarem seu potencial nessas áreas.

Juntas, podemos ampliar o impacto e garantir que cada vez mais meninas tenham acesso à educação científica, quebrando barreiras e construindo um futuro mais inovador e inclusivo! 🚀🔬✨

Transformar o futuro da ciência é garantir mais diversidade, inovação e oportunidades para as próximas gerações.

📢 Quer saber mais sobre nosso trabalho? Entre em contato.

#MeninasNaCiência #STEMParaMeninas #MulheresNaCiência #ForçaMeninas #FuturoDasMeninas#scienceforwomenandgirls

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Mulheres reais que inspiraram a Barbie.

Se você assistiu ao filme da Barbie ou brincou com as bonecas, sabe que ela é uma personagem inspiradora. Criada por Ruth Handler em 1959, a boneca rapidamente conquistou popularidade e se tornou um sucesso mundial. Ao longo dos anos, a Barbie assumiu carreiras como cientista, médica, cantora, veterinária, astronauta, modelo e presidente. Enquanto as mulheres avançavam no mundo real, a Barbie acompanhou e promoveu essa evolução.

A boneca se tornou um símbolo. Ela mostra a meninas do mundo inteiro que, assim como a Barbie, elas são fortes e capazes de alcançar seus sonhos e se tornarem o que quiserem.

Que a Barbie inspirou milhares de meninas a se tornarem grandes mulheres você já sabe. Mas sabia que algumas dessas mulheres também inspiraram ela de volta?

Conheça 5 mulheres incríveis que ganharam suas versões em bonecas Barbie!


Dra. Jaqueline Góes

Biomédica brasileira, Jaqueline Góes foi homenageada com uma Barbie por seu trabalho pioneiro no sequenciamento do genoma do vírus da Covid-19.

Katya Echazarreta

Engenheira elétrica, katya foi a primeira mulher de origem mexicana a chegar ao espaço e a mais jovem americana em órbita (aos 27 anos, mais nova que yuri gagarin em seu voo histórico).

Sky Brown

Skatista profissional mais jovem do mundo, sky brown foi selecionada para as olimpíadas com apenas 12 anos. Aos 15, já acumula três medalhas olímpicas e o recorde de atleta mais jovem a representar a grã-bretanha.

Shonda Rhimes

Uma das mulheres mais influentes do entretenimento, Shonda é criadora de séries como Grey’s Anatomy, Scandal e Bridgerton. Ganhou uma Barbie que celebra seu impacto na cultura pop.

Ashley Graham

Modelo plus-size e ativista do body positivity, Ashley ajudou a Mattel a desenvolver uma Barbie curvilínea, celebrando a diversidade dos corpos femininos.

A Barbie representa todas as mulheres, com suas singularidades e potencial infinito.

Conta para gente nos comentários:
Qual mulher você admira e acha que deveria ganhar uma Barbie? Compartilhe sua inspiração! 💖

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Conheça as vencedoras da 4ª edição do prêmio Mude o Mundo Como Uma Menina

Realizada pela plataforma educacional Força Meninas, a iniciativa premiou jovens de 13 a 21 anos em seis categorias, com finalistas de todas as regiões do Brasil.

Sabrina Cabral, Sophia Bessa, Celina Landim e Aisha Paz são vencedoras de edições anteriores do prêmio Mude o Mundo Como Uma Menina. No centro, a fundadora do projeto, Déborah De Mari. | Crédito: Equipe Força Meninas

Neste sábado, 3 de dezembro, a plataforma educacional Força Meninas anunciou as vencedoras da quarta edição do prêmio Mude o Mundo Como Uma Menina. A seleção foi feita por mulheres profissionais referência em STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática).

Sobre o prêmio

O objetivo é premiar soluções transformadoras elaboradas por meninas de 13 a 21 anos de todo o Brasil, incentivando iniciativas desenvolvidas para suas comunidades e para o mundo.

Categorias e finalistas
Foram indicadas cinco concorrentes em cada categoria:

  • Criativa: Meninas que produzem arte real ou virtual com impacto social.

  • Líder: Meninas que lideram movimentos ou projetos comunitários.

  • Determinada: Meninas que superaram obstáculos financeiros, sociais ou geográficos.

  • Pioneira: Precursoras de ideias inovadoras em campos pouco explorados.

  • Visionária: Idealizadoras de projetos revolucionários e “à frente do seu tempo”.

  • Mobilizadora (nova categoria): Ex-premiadas com projetos em fase de expansão.


Premiação

Para a categoria Juntas Somos Força (coletivos com potencial de impacto), foram selecionadas dez finalistas, com cinco vencedoras escolhidas pelo júri.

Juntas Somos Força: R$ 2,5 mil para custear projetos + mentoria em finanças, empreendedorismo e liderança.

Categorias individuais: R$ 5 mil para investimento em liderança + programa de aceleração de 12 semanas.

Mobilizadoras: Notebook + mentoria.


Para as premiadas

Participar do evento conecta as vencedoras à rede da Força Meninas, negócio de impacto social reconhecido internacionalmente e única organização brasileira membro do Solve [ED], plataforma do MIT (EUA) focada em empreendedorismo juvenil.

Nossa fundadora

“Foram mais de 400 inscritas neste ano. Para nós, é muito motivador ter a participação deste número recorde de meninas inspiradoras em suas comunidades. São jovens que representam muito bem a transformação necessária na atualidade para uma sociedade mais igualitária. O prêmio tem o objetivo de fortalecê-las e  incluí-las em ambientes de decisão e protagonismo”, diz Déborah De Mari, fundadora do projeto.

Para anunciar as vencedoras, no dia 3 de dezembro será feita uma cerimônia em formato online com participação de um corpo de juradas formado pela física Sônia Guimarães, Natália Pasternak, doutora em microbiologia e presidenta do Instituto Brasileiro Questão de Ciência, pela professora doutora Renata Muniz Prazo, da UnB, pela doutora em Filosofia (PhD) dentre outras.

As categorias do prêmio são:

Categoria Criativa: Dirigida a meninas que produzem arte real ou virtual, de grande potencial criativo e que já tenham algum material, protótipo ou obra realizada de impacto entre críticos e/ou entre o público. Desenvolvedoras, ativistas, slammers, grafiteiras, ilustradoras, compositoras, escritoras, desenhistas e todas aquelas que expressam pela arte as mudanças que querem ver na sociedade. As finalistas são:

  • Clara Beatriz Maciel Nunes Dourado, de Irecê (BA)

  • Giulia Luiza Simplicio da Rocha, de São Paulo (SP)

  • Karen Loiane Silva de Souza, de Cruzeiro do Sul (AC)

  • Marília Leite Rodrigues , de Teresina (PI)

  • Nicolle Martins , de Belém (PA)


Categoria Líder: Orientada a meninas com espírito de liderança. Reconhecendo meninas notáveis porque lutar por aquilo em que acreditam, encabeçando movimentos, causas e/ou projetos que impactar positivamente a sua comunidade. As selecionadas são:

  • Adriely Góis de Jesus, de Itabuna (BA)

  • Giovanna Luize Basso Dias, de Botucatu (SP)

  • Luísa Beatriz de Oliveira Santi, de São Bernardo do Campo (SP)

  • Luísa Manoela Romão Salles, de Poços de Caldas (MG)

  • Stephany Vitoria Nazario Monteiro da Cruz, de Rio de Janeiro (RJ)


Categoria Determinada: Englobando meninas que desenvolveram projetos sendo ideias e/ou movimentos em situações com obstáculos financeiros, sociais, físicos e/ou geográficos, que foram transpostos por sua determinação e vontade de fazer a diferença. As indicadas são:

  • Anna Júlia Pertusati Gomes, de Pinhais (PR)

  • Isabela Rodrigues Silva, de Sol Nascente (DF)

  • Itocovouty Galache Melo , de Cruz das Almas (BA)

  • Larissa Cunha Borges, Rio Branco (AC)

  • Naath Lima dos Anjos, de Desterro (PB)


Categoria Pioneira: Incluindo as precursoras de ideias, projetos e iniciativas que avançam sobre o senso comum, que desenvolvem projetos autênticos, que exploram campos ainda pouco trabalhados e que impactam uma comunidade. Não temem ser as primeiras e sabem que não serão as últimas. As concorrentes são:

  • Fernanda Matsumoto Lima de Andrade, de São Paulo (SP)

  • Mariana Vale Taveira, de Brasília (DF)

  • Millena Xavier Martins, de Juiz de Fora (MG)

  • Nicole Oliveira de Lima Semião, de Fortaleza (CE)

  • Raquel Emilia Jardim Lima, de Pinki (Babite/Letônia)


Categoria Visionária: Visando às meninas que idealizam projetos inovadores, são vistas como “à frente do seu tempo” e, assim, causam transformações revolucionárias com ideias originais. As finalistas são:

  • Bianca Gajardoni Bearare, de Birigui (SP) 

  • Dandara Medeiros Da Silva, de Carapicuíba (SP)

  • Manuella Lorena Felinto Do Nascimento, de Natal (RN)

  • Maria Larissa Pereira Paiva, de Fortaleza (CE)

  • Natalhia Da Costa Viana, de Rio de Janeiro (RJ)


Categoria Juntas Somos Força: Tendo como objetivo celebrar seis projetos de meninas em fases iniciais. Essas iniciativas devem apresentar um potencial de crescimento e impacto para outras jovens dentro das temáticas: Inclusão Financeira, Combate a Crise Climática, Saúde das meninas, Inserção em áreas STEM e Tecnologias emergentes. Os projetos são:

  • Calflower  – Corretivo sustentável para o solo, de Betim (MG)

  • Curativo biodegradável para o tratamento de lesões cutâneas e seus benefícios ambientais, de São José dos Campos (SP)

  • Gaia: Hortas Artísticas , de Ribeirão Pires (SP)

  • Liga feminina de foguetes: uma estratégia que desperta meninas para STEM, de Jequié (BA)

  • Monitoria Particular, de Teresina (PI)

  • Mulheres de Fibra, de Macapá (AP)

  • Our Legacy, de Florianópolis (SC)

  • Security For You (S4Y) , de Santa Rita do Sapucaí (MG)

  • Spaciall – Espaço para Todos, de Rio de Janeiro (RJ)

  • Tec inclusão , de Feira de Santana (BA)


Cerimônia de premiação

Formato: Online.

Data: 3 de dezembro.

Link do Youtube aqui

Sobre a Força Meninas: Plataforma que já impactou mais de 52 mil meninas em 23 estados, capacitando-as para protagonizar oportunidades futuras.

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Força Meninas oferece 500 vagas em capacitações gratuitas inéditas para meninas curiosas em comunidade online

Disponíveis a partir de 20 de maio, capacitações gratuitas devem ajudar meninas a darem os primeiros passos para um futuro diferente para elas e suas comunidades.

Catarina da Silva Xavier – jovem vencedora do prêmio Mude o Mundo como uma Menina de Força Meninas | Foto de divulgação

São Paulo, maio de 2023 – A plataforma educacional Força Meninas lança no dia 20 de maio, 500 vagas em quatro capacitações em ciências, tecnologia, engenharia e matemática para meninas interessadas nesses setores ou que tenham projetos com objetivo de trazer transformação social. As sessões serão online e gratuitas e para participar a menina deve se inscrever na comunidade online da iniciativa.

O objetivo da Força Meninas é incentivar garotas — a partir dos 13 anos –  a desenvolverem projetos de inovação e empreendedorismo social para mudarem seus futuros.

O foco está em incentivá-las a  desenvolverem habilidades sociais, emocionais e do século 21, para ingressarem nas áreas mais requisitadas do presente e do futuro, sobretudo as  áreas indicadas pela sigla em inglês STEM:  science, technology, engineering and mathematics. 

Dados e pesquisas nacionais e internacionais destacam a reduzida representatividade feminina nas áreas STEM em relação à dos homens. Recentemente o relatório Meninas curiosas, mulheres de futuro. Meninas brasileiras e a inserção em STEM: um abismo no presente e horizonte para o futuro, produzido pela Força Meninas, apontou os caminhos que a sociedade precisa traçar hoje para garantir um futuro de novas oportunidades para as meninas.

Promover ambientes educacionais que incentivem o desenvolvimento de novas habilidades e encorajar as meninas para que elas enxerguem essas áreas como possibilidades de mudança em seus mundos são algumas das pistas dadas pela pesquisa para destravar o potencial das meninas. 

Pensando nisso, a Força Meninas disponibiliza para jovens de várias idades as capacitações: Autoconfiança para Mudar o Mundo; Desenvolvimento de Projetos; Go, Girls!, curso de inglês para meninas que querem estudar fora do país e Introdução ao Empreendedorismo Social EML: Problemas do Presente, Soluções Futuras. 

“Essa vontade de oferecer um conteúdo que possa ampliar a capacidade das meninas de sonhar e de realizar sonhos surgiu quando nos deparamos com as dificuldades relatadas por elas em nosso levantamento. Percebemos que, se não houver um esforço real da sociedade para apresentar uma nova perspectiva de futuro a essas jovens, elas não terão chances de se desenvolver de forma livre e terão menos oportunidades de mudar a realidade não só da vida delas, mas de todo o ecossistema existente em seu entorno. É para isso que as capacitações foram criadas, são ferramentas para a construção de um novo futuro para todos”, relata Déborah De Mari, fundadora da Força Meninas


Cursos 

As videoaulas têm a metodologia testada pela equipe multidisciplinar da iniciativa, que avalia a didática e a qualidade técnica do conteúdo ministrado nas aulas. 

Conduzidos por mulheres especialistas e atuantes em suas áreas, os cursos visam encorajar e apoiar o interesse das meninas por seguir carreiras que possibilitem a elas executar projetos e iniciativas que impactem positivamente seu entorno. 


Autoconfiança para Mudar o Mundo

Este curso estimula as participantes a explorar a autoconfiança, trabalhando emoções e linguagem não-verbal para alcançar objetivos.

O curso tem como facilitadoras Déborah De Mari, reconhecida pela organização britânica Apolitical, como uma das 100 mulheres mais influentes na pauta de gênero e fundadora da Força Meninas, e Yasmin Valim, psicóloga atuante em empresas e negócios nas áreas STEM. 

Além das facilitadoras, as aulas contam ainda com duas convidadas: Isabelle Santos Silva, fundadora do Projeto Meninas Negras e jovem transformadora da Ashoka Brasil, e Tuany Nascimento, bailarina, ginasta rítmica, professora e fundadora da escola de dança Na Ponta dos Pés, que oferece treinamento de balé para meninas que moram no Complexo do Alemão, Rio de Janeiro. 

O curso tem 90 minutos de duração e é destinado a meninas com idade a partir de 7 anos. 


Go, Girls!

Este curso é voltado para meninas interessadas em estudar ou trabalhar no exterior. As aulas abordam como estabelecer metas e traçar caminhos para alcançar esse objetivo. Com duração máxima de três horas, as aulas são dividas em cinco módulos, com informações sobre como construir um currículo atrativo para as universidades do exterior, dicas de vocabulário, networking e entrevistas. 

A palestrante responsável pelo conteúdo das aulas é Deise Adriano, formada em em administração de empresas e gestão de RH pela DePaul University, pós-graduada em gerência de projetos pela Berkeley University e profissional atuante na área de tecnologia desde 2008. Meninas com idade entre 14 e 21 anos podem participar. 


Problemas do Presente, Soluções Futuras 

Inspirado pela metodologia criada e praticada pelo Solvethon do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), o curso Ideathon Meninas e o Futuro trata dos desafios que as jovens enfrentam e o que elas podem fazer para melhorar o futuro. Em formato de painéis, as aulas discutirão cinco principais desafios. Ao final de cada painel, as participantes serão estimuladas a trabalhar em uma solução que seja aplicável em suas comunidades. Meninas a partir de 13 anos podem se inscrever. 

No painel sobre Prosperidade e Desenvolvimento Econômico, as palestrantes serão Juliana Sandano, do Banco Original, e cinco jovens do projeto Daltro, vencedoras do prêmio Mude o Mundo como uma Menina em 2020.  

O painel Saúde, Bem-Estar e Prevenção a Violência terá participação de Laís Rume, fundadora do Iris Lab (laboratório de inovação e dados do governo do Ceará), Mahryam Sampaio, embaixadora da Juventude da ONU Brasil, Emanuelly Oliveira, assistente social e mentora do programa Cidadão Digital (uma parceria da Safernet com o Facebook) e Hellen Santos, jovem vencedora do prêmio Mude o Mundo como Uma Menina na categoria Criativa em 2020. 

A palestra sobre Educação reunirá Gisele Santos head da Human:ia-Futuros Aplicados e Inovação, meninas do projeto ANNA vencedoras do prêmio Mude o Mundo como uma Menina em 2020, e Maria Antonia, vencedora da categoria Líder, no mesmo ano. 

Para discutir o desafio da Empregabilidade foram convidadas Miriam Koga, fundadora e CEO da Duplatech, Mariana Carvalho, cofundadora da Brazilians in Tech, embaixadora de Diversidade e Inclusão e membro do conselho dos grupos de afinidade de Latinos, Mulheres e Minorias na Dell EUA, Déborah De Mari de Força Meninas e Jamile Falcão, jovem premiada na categoria Pioneira do prêmio Mude o Mundo como uma Menina. 

E, para encerrar o último painel do curso, que trata dos desafios do Meio Ambiente e da Sustentabilidade, as palestrantes serão: Fernanda Britto, porta-voz da ERM no Brasil, e Sabrina Cabral Souza, vencedora do prêmio Mude o Mundo como uma Menina em 2020 com o projeto Ruma. 


Desenvolvimento de Projetos

Este curso apresenta modelos de negócios, ensina como criar um pitch, o que é um MVP (Produto Mínimo Viável) e oferece dicas para gerenciar iniciativas ou projetos. É indicado para garotas a partir de 14 anos de idade e as aulas terão duas horas de duração. 

Silvia Mello, branding executive manager no Banco Original, foi convidada para ensinar às meninas o MVP e seus porquês. Será proposta a realização de benchmarks, card sorting, análise heurística, testes de usabilidade, personas e jornadas do usuário, entre outras metodologias. Elaboração de sitemaps, protótipos navegáveis e direção criativa (design visual e copy).

Helen Farias Tamires, gerente de produtos no Banco Original, possui vasta experiência comercial com banking as a service e em estruturação de projetos. Ela conduzirá a aula de modelos de negócios e pitch

Fernanda Campos Oliveira, professora de pós-graduação no Senac e project management na ERM no Brasil, ministrará a aula de gestão de projetos de impacto. 

Para acessar a plataforma online onde os cursos estarão hospedados clique aqui


Sobre Força Meninas
A Força Meninas é uma plataforma de impacto social que fortalece o potencial das meninas, capacitando-as com habilidades para serem protagonistas das oportunidades futuras. Desde 2016, já impactou mais de 45 mil meninas em 12 estados e 22 cidades no Brasil.

Agência Lema
Leandro Matulja/ Letícia Zioni/ Guilherme Maia

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Meninas curiosas, mulheres de futuro: estudo inédito detalha obstáculos e aponta caminhos para minimizar o abismo entre o presente e o futuro de meninas em carreiras de STEM no Brasil

Estudo será lançado em evento online em 14 de fevereiro no LinkedIn e também no Youtube

A partir de uma investigação realizada em escolas públicas e privadas do país, a Força Meninas divulga um levantamento de dados que demonstra as barreiras enfrentadas por meninas para ingressar em carreiras STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, na sigla em inglês) no Brasil.


Principais achados do estudo:

  • Distantes do futuro?

    • Meninas de escolas públicas sonham em seguir carreiras militares, como policiais ou delegadas, buscando lugares de poder e proteção para si mesmas e suas famílias.

    • Meninas de escolas particulares citam medicina e administração como profissões desejadas.

    • Carreiras promissoras em STEM não aparecem entre as principais escolhas das meninas.

  • Matemática é a matéria mais desafiadora:

    • 44% das meninas consideram matemática a disciplina mais difícil, contra 28% dos meninos.

  • Falta de representatividade:

    • 57,1% das crianças dizem não conhecer nenhuma mulher que trabalha em áreas de ciências, tecnologia, engenharia e matemática.

  • Demandas por novas disciplinas:

    • Inclusão financeira e defesa pessoal são as matérias que as meninas mais gostariam de ter na escola.


São Paulo, fevereiro de 2023 – Em homenagem ao Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, celebrado em 11 de fevereiro, a plataforma educacional Força Meninas lança o relatório inédito “Meninas curiosas, mulheres de futuro. Meninas brasileiras e a inserção em STEM: um abismo no presente e horizonte para o futuro”. O lançamento ocorrerá em um debate online no LinkedIn e no YouTube no dia 14 de fevereiro, às 11 horas. Após o evento, a pesquisa ficará disponível no site da Força Meninas.


Sobre a pesquisa:
Realizada em 2022, a pesquisa teve quatro etapas, com duração de um ano, e contou com a parceria das consultorias de pesquisa criativa 65|10 e Studio Ideias. O estudo incluiu:

  • Desk research: Levantamento de indicadores sobre o tema.

  • Entrevistas em profundidade: Com meninas de alto desempenho das cinco regiões do Brasil.

  • Rodas de conversa: Com 230 jovens de 10 a 18 anos, estudantes de 17 escolas públicas e particulares.

  • Questionário: Aplicado a 1.232 meninos e meninas (amostragem de 37.400 alunos do ensino fundamental de escolas públicas de quatro regiões do país).


Objetivo do relatório:
Identificar as nuances sociais e culturais que justificam a baixa presença de mulheres em carreiras STEM e propor caminhos para aumentar a participação de meninas nessas áreas, garantindo maior representatividade no futuro do trabalho.


Dados alarmantes:

  • Segundo o Censo da Educação Superior (Inep, 2018), as mulheres representam 56% dos estudantes do ensino superior, mas apenas 30% nos cursos STEM.

  • Até 2025, o mercado brasileiro precisará de mais de 600 mil profissionais em STEM, mas a estimativa é que o país não conseguirá suprir essa demanda.


Declaração da fundadora:
“Meninas veem as ciências exatas como uma área que não é para elas. Essa mentalidade limita as oportunidades que encontrarão no mercado de trabalho. ‘Desestereotipar’ essas profissões é crucial para destravar o futuro das meninas, garantindo independência financeira e mobilidade social. A participação das mulheres na inovação é um caminho essencial para acelerar a luta pela igualdade de gênero”, afirma Déborah De Mari, fundadora da Força Meninas.


Barreiras identificadas:

  1. Estereótipos de gênero: Influenciam interesses e restringem o desenvolvimento de habilidades.

  2. Violência de gênero: Pode impedir a permanência de muitas meninas na escola.

  3. Aprendizado deficiente em matemática: 95% das crianças saem do ensino médio sem conhecimento adequado em matemática.


Demandas das meninas:

  • Matemática é considerada a disciplina mais importante, seguida por educação financeira, defesa pessoal, português e ciências.

  • A educação financeira é destacada como uma necessidade para garantir controle sobre suas vidas.


Falta de representatividade:

  • 62% das meninas desconhecem pessoas que trabalham em STEM, enquanto 42% dos meninos afirmam o mesmo.

  • Quando questionadas sobre mulheres nessas áreas, o desconhecimento sobe para 57,1%.


Sonhos profissionais:

  • Meninas de escolas públicas almejam carreiras militares e medicina.

  • Meninas de escolas particulares buscam medicina e administração, muitas vezes seguindo os passos dos pais.


Pistas para aumentar a participação de meninas em STEM:

  1. Combater estereótipos e violências de gênero.

  2. Melhorar a infraestrutura das escolas e o acesso a laboratórios.

  3. Apoiar e reconhecer as habilidades das meninas desde cedo.

  4. Estimular a curiosidade e ampliar interesses por meio de modelos inspiradores.

  5. Mostrar como as áreas STEM podem ser ferramentas para mudar seus mundos.


Metodologia:
O relatório combina dados quantitativos e qualitativos, incluindo:

  • Desk research.

  • Entrevistas com meninas de alta performance.

  • Questionários aplicados em escolas públicas.

  • Rodas de conversa com meninas de escolas públicas e particulares.


Webinar de lançamento:
No dia 14 de fevereiro, às 11 horas, o evento online apresentará a pesquisa com análises de:

  • Déborah De Mari, fundadora da Força Meninas.

  • Nataly Foscaches, coordenadora da pesquisa de campo.

  • Thais Fabris, fundadora da 65|10.

  • Camila Holpert, do Studio Ideias.


Links para acompanhar:

  • LinkedIn.

  • YouTube.


Sobre a Força Meninas:
A Força Meninas é uma plataforma de impacto social que fortalece o potencial das meninas, capacitando-as com habilidades para serem protagonistas das oportunidades futuras. Desde 2016, já impactou mais de 50 mil meninas em 23 estados e 29 cidades no Brasil.

Sobre a 65|10:
Consultoria criativa especializada em mulheres, trazendo uma perspectiva feminina para processos criativos e pesquisas.

Sobre o Studio Ideias:
Especializado em estudos de comportamento contemporâneo, ajudando empresas e organizações a estabelecer conexões mais potentes com seus públicos.

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Diploma Estadunidense fora dos EUA?

Você tem o sonho de se formar na graduação com o diploma Estadunidense? Sabia que dá para fazer isso fora dos EUA? 

No mundo globalizado as fronteiras estão cada vez mais próximas, e as universidades também. É cada vez mais comum ver universidades Estadunidenses abrindo campus fora dos Estados Unidos, internacionalizando seu currículo e aumentando sua influência, além de conseguir atingir um número maior de alunos. E se engana quem pensa que essas universidades estão lotadas de alunos “internacionais”, os próprios Estadunidenses também tem interesse nessa onda. Mas por quê?

Essas universidades tendem a ser mais culturalmente diversas e mais intimistas sem perder o peso do renome do seu “campus-mãe”. Além disso, ainda que se estude em inglês, você viverá o dia-a-dia de uma outra cultura, tendo a oportunidade de melhorar (ou aprender) um novo idioma. 


Todas essas experiências são enriquecedoras, não só para seu desenvolvimento pessoal, mas para seu currículo.


Conheça algumas das faculdades mais famosas que possuem campus internacionais.


Franklin University Switzerland

Lugano, Suíça.


País do queijo e chocolate, a Suíça parece um paraíso para os turistas, já pensou em morar lá?

Franklin University Switzerland é o lugar certo para quem está atrás de novas experiências e de colocar a mão na massa. Nessa universidade, viagens de campo pelo país são obrigatórias todo semestre, para que os alunos possam aprender na prática. 

Imagina ter essa vista no seu dormitório!

Temple University Japan

Tóquio, Japão.

Temple University Japan (TUJ)  é a maior e mais antiga universidade estadunidense no Japão. Além da localização privilegiada, na maior capital do mundo, um grande benefício de TUJ é o seu custo significativamente menor do que a média de um campus nos EUA.

NYU Shanghai

Xangai, China.

Você provavelmente já ouviu falar na New York University, aquela do “Para Todos os Garotos que Já Amei”. Mas sabia que ela foi a primeira faculdade americana a receber status de registro independente do Ministério da Educação da China? Em Xangai se junta o prestígio da NYU com o acelerado crescimento da China, resultando em uma formação de elite.

Saint Louis University Madrid Campus

Madri, Espanha.

Com classes oferecidas em inglês e espanhol, a Saint Louis University Madrid permite que seus alunos explorem uma ampla variedade de aulas e que transitem entre os campus da Espanha e dos Estados Unidos.


Georgia Tech-Lorraine

Metz, França.

A cidade de Metz é mundialmente conhecida por sua ampla tecnologia da informação e indústria automobilística, perfeito para as interessadas em inovação. Além disso, a Georgia Tech-Lorraine tem parcerias com outras universidades, Estadunidenses e Francesas, e incentiva o intercâmbio entre elas.