Conheça as vencedoras da 4ª edição do prêmio Mude o Mundo Como Uma Menina

Conheça as vencedoras da 4ª edição do prêmio Mude o Mundo Como Uma Menina

Realizada pela plataforma educacional Força Meninas, a iniciativa premiou jovens de 13 a 21 anos em seis categorias, com finalistas de todas as regiões do Brasil

Realizada pela plataforma educacional Força Meninas, a iniciativa premiou jovens de 13 a 21 anos em seis categorias, com finalistas de todas as regiões do Brasil.

Sabrina Cabral, Sophia Bessa, Celina Landim e Aisha Paz são vencedoras de edições anteriores do prêmio Mude o Mundo Como Uma Menina. No centro, a fundadora do projeto, Déborah De Mari. | Crédito: Equipe Força Meninas

Neste sábado, 3 de dezembro, a plataforma educacional Força Meninas anunciou as vencedoras da quarta edição do prêmio Mude o Mundo Como Uma Menina. A seleção foi feita por mulheres profissionais referência em STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática).

Sobre o prêmio

O objetivo é premiar soluções transformadoras elaboradas por meninas de 13 a 21 anos de todo o Brasil, incentivando iniciativas desenvolvidas para suas comunidades e para o mundo.

Categorias e finalistas
Foram indicadas cinco concorrentes em cada categoria:

  • Criativa: Meninas que produzem arte real ou virtual com impacto social.

  • Líder: Meninas que lideram movimentos ou projetos comunitários.

  • Determinada: Meninas que superaram obstáculos financeiros, sociais ou geográficos.

  • Pioneira: Precursoras de ideias inovadoras em campos pouco explorados.

  • Visionária: Idealizadoras de projetos revolucionários e “à frente do seu tempo”.

  • Mobilizadora (nova categoria): Ex-premiadas com projetos em fase de expansão.


Premiação

Para a categoria Juntas Somos Força (coletivos com potencial de impacto), foram selecionadas dez finalistas, com cinco vencedoras escolhidas pelo júri.

Juntas Somos Força: R$ 2,5 mil para custear projetos + mentoria em finanças, empreendedorismo e liderança.

Categorias individuais: R$ 5 mil para investimento em liderança + programa de aceleração de 12 semanas.

Mobilizadoras: Notebook + mentoria.


Para as premiadas

Participar do evento conecta as vencedoras à rede da Força Meninas, negócio de impacto social reconhecido internacionalmente e única organização brasileira membro do Solve [ED], plataforma do MIT (EUA) focada em empreendedorismo juvenil.

Nossa fundadora

“Foram mais de 400 inscritas neste ano. Para nós, é muito motivador ter a participação deste número recorde de meninas inspiradoras em suas comunidades. São jovens que representam muito bem a transformação necessária na atualidade para uma sociedade mais igualitária. O prêmio tem o objetivo de fortalecê-las e  incluí-las em ambientes de decisão e protagonismo”, diz Déborah De Mari, fundadora do projeto.

Para anunciar as vencedoras, no dia 3 de dezembro será feita uma cerimônia em formato online com participação de um corpo de juradas formado pela física Sônia Guimarães, Natália Pasternak, doutora em microbiologia e presidenta do Instituto Brasileiro Questão de Ciência, pela professora doutora Renata Muniz Prazo, da UnB, pela doutora em Filosofia (PhD) dentre outras.

As categorias do prêmio são:

Categoria Criativa: Dirigida a meninas que produzem arte real ou virtual, de grande potencial criativo e que já tenham algum material, protótipo ou obra realizada de impacto entre críticos e/ou entre o público. Desenvolvedoras, ativistas, slammers, grafiteiras, ilustradoras, compositoras, escritoras, desenhistas e todas aquelas que expressam pela arte as mudanças que querem ver na sociedade. As finalistas são:

  • Clara Beatriz Maciel Nunes Dourado, de Irecê (BA)

  • Giulia Luiza Simplicio da Rocha, de São Paulo (SP)

  • Karen Loiane Silva de Souza, de Cruzeiro do Sul (AC)

  • Marília Leite Rodrigues , de Teresina (PI)

  • Nicolle Martins , de Belém (PA)


Categoria Líder: Orientada a meninas com espírito de liderança. Reconhecendo meninas notáveis porque lutar por aquilo em que acreditam, encabeçando movimentos, causas e/ou projetos que impactar positivamente a sua comunidade. As selecionadas são:

  • Adriely Góis de Jesus, de Itabuna (BA)

  • Giovanna Luize Basso Dias, de Botucatu (SP)

  • Luísa Beatriz de Oliveira Santi, de São Bernardo do Campo (SP)

  • Luísa Manoela Romão Salles, de Poços de Caldas (MG)

  • Stephany Vitoria Nazario Monteiro da Cruz, de Rio de Janeiro (RJ)


Categoria Determinada: Englobando meninas que desenvolveram projetos sendo ideias e/ou movimentos em situações com obstáculos financeiros, sociais, físicos e/ou geográficos, que foram transpostos por sua determinação e vontade de fazer a diferença. As indicadas são:

  • Anna Júlia Pertusati Gomes, de Pinhais (PR)

  • Isabela Rodrigues Silva, de Sol Nascente (DF)

  • Itocovouty Galache Melo , de Cruz das Almas (BA)

  • Larissa Cunha Borges, Rio Branco (AC)

  • Naath Lima dos Anjos, de Desterro (PB)


Categoria Pioneira: Incluindo as precursoras de ideias, projetos e iniciativas que avançam sobre o senso comum, que desenvolvem projetos autênticos, que exploram campos ainda pouco trabalhados e que impactam uma comunidade. Não temem ser as primeiras e sabem que não serão as últimas. As concorrentes são:

  • Fernanda Matsumoto Lima de Andrade, de São Paulo (SP)

  • Mariana Vale Taveira, de Brasília (DF)

  • Millena Xavier Martins, de Juiz de Fora (MG)

  • Nicole Oliveira de Lima Semião, de Fortaleza (CE)

  • Raquel Emilia Jardim Lima, de Pinki (Babite/Letônia)


Categoria Visionária: Visando às meninas que idealizam projetos inovadores, são vistas como “à frente do seu tempo” e, assim, causam transformações revolucionárias com ideias originais. As finalistas são:

  • Bianca Gajardoni Bearare, de Birigui (SP) 

  • Dandara Medeiros Da Silva, de Carapicuíba (SP)

  • Manuella Lorena Felinto Do Nascimento, de Natal (RN)

  • Maria Larissa Pereira Paiva, de Fortaleza (CE)

  • Natalhia Da Costa Viana, de Rio de Janeiro (RJ)


Categoria Juntas Somos Força: Tendo como objetivo celebrar seis projetos de meninas em fases iniciais. Essas iniciativas devem apresentar um potencial de crescimento e impacto para outras jovens dentro das temáticas: Inclusão Financeira, Combate a Crise Climática, Saúde das meninas, Inserção em áreas STEM e Tecnologias emergentes. Os projetos são:

  • Calflower  – Corretivo sustentável para o solo, de Betim (MG)

  • Curativo biodegradável para o tratamento de lesões cutâneas e seus benefícios ambientais, de São José dos Campos (SP)

  • Gaia: Hortas Artísticas , de Ribeirão Pires (SP)

  • Liga feminina de foguetes: uma estratégia que desperta meninas para STEM, de Jequié (BA)

  • Monitoria Particular, de Teresina (PI)

  • Mulheres de Fibra, de Macapá (AP)

  • Our Legacy, de Florianópolis (SC)

  • Security For You (S4Y) , de Santa Rita do Sapucaí (MG)

  • Spaciall – Espaço para Todos, de Rio de Janeiro (RJ)

  • Tec inclusão , de Feira de Santana (BA)


Cerimônia de premiação

Formato: Online.

Data: 3 de dezembro.

Link do Youtube aqui

Sobre a Força Meninas: Plataforma que já impactou mais de 52 mil meninas em 23 estados, capacitando-as para protagonizar oportunidades futuras.

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Adolescentes

Guia de Proteção Digital: Como Proteger Meninas de Crimes e Deepnudes

A internet é um espaço incrível para aprender, criar e se conectar. Mas também pode trazer riscos graves, como crimes digitais que afetam especialmente meninas e mulheres. Entre eles, os deepnudes — imagens falsas produzidas por Inteligência Artificial.

Para enfrentar esse desafio, o Força Meninas preparou o Guia de Proteção Digital – Meninas Seguras, Futuro sem Medo, um material gratuito que ajuda estudantes, famílias, professores e empresas a entender e agir de forma preventiva.

[Baixe aqui o Guia gratuito de Proteção Digital]

O que você vai encontrar no Guia de Proteção Digital

No material, você encontra informações essenciais sobre:
● O que são IA, deepfake e deepnude.
● Quais os impactos desses crimes na vida de meninas e mulheres.
● Dicas práticas de proteção e segurança digital.
● Carreiras promissoras ligadas à tecnologia e proteção online.

Por que falar de proteção digital importa?

Por que falar de proteção digital importa?

Segundo dados recentes, meninas e adolescentes estão entre as principais vítimas de crimes digitais. A manipulação de imagens, como no caso dos deepnudes, pode gerar traumas emocionais, exclusão social e até desistência escolar. Discutir proteção digital é essencial para garantir que a internet seja um espaço de liberdade, aprendizado e oportunidades, sem medo ou violência.

Em setembro de 2025, a CEO da Força Meninas (Go Girls), Déborah De Mari, participou de uma audiência pública na Câmara dos Deputados, a convite das Comissões de Defesa dos Direitos da Mulher e Especial sobre Inteligência Artificial, para debater um tema que impacta diretamente o futuro da sociedade e do mercado: a violência digital contra meninas. O encontro contou com especialistas, organizações da sociedade civil e parlamentares Célia Xakriabá e Erika Hilton. 

Para enfrentar esse desafio, levamos ainda dezenas de meninas e meninos para a Câmara e apresentamos um dossiê inédito, com dados coletados em escolas de todo o país. Os resultados evidenciam a urgência de políticas de prevenção, acolhimento e conscientização sobre crimes digitais como os deepnudes.

Você pode assistir à íntegra da audiência no canal oficial da TV Câmara e também conferir a matéria aqui.

Essa pauta é estratégica: garantir a proteção de meninas hoje significa formar as líderes, profissionais e inovadoras do amanhã. Empresas, sociedade civil e poder público precisam atuar juntos para que o futuro digital seja inclusivo e sustentável.

Déborah De Mari, CEO da Força Meninas, se une a outras representantes para reafirmar o compromisso conjunto de enfrentar a violência digital e garantir um futuro mais seguro e inclusivo para meninas.


Déborah de Mari, CEO da Força Meninas, ao lado de parlamentares e lideranças, participa de audiência pública na Câmara dos Deputados sobre violência digital contra meninas.

Como se proteger de crimes digitais

Entre as orientações que estão no guia, destacamos:
✔️ Não compartilhar senhas.
✔️ Utilizar autenticação de dois fatores.
✔️ Questionar sempre a origem de imagens e vídeos.
✔️ Procurar apoio imediato em casos de violência digital.

Futuro sem medo: carreiras em tecnologia e proteção digital

A mesma tecnologia que traz riscos também pode abrir portas para novas oportunidades. O guia traz exemplos de carreiras promissoras ligadas à tecnologia, como segurança da informação, ciência de dados e desenvolvimento de IA ética. Assim, meninas podem não só se proteger, mas também liderar a construção de um futuro digital mais justo.

Faça o download gratuito do Guia!

O Guia de Proteção Digital – Meninas Seguras, Futuro sem Medo **é gratuito e pode ser baixado após o preenchimento de um formulário simples.
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[Clique aqui e baixe agora o guia]

Juntos, podemos construir uma internet em que nenhuma menina precise ter medo de estar online. Baixe o guia, compartilhe com sua rede e seja parte dessa transformação.

Evento

Meninas no centro das decisões globais: A participação da Força Meninas na CSW69

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O que você vai encontrar no Guia de Proteção Digital

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● O que são IA, deepfake e deepnude.
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● Dicas práticas de proteção e segurança digital.
● Carreiras promissoras ligadas à tecnologia e proteção online.

Por que falar de proteção digital importa?

Por que falar de proteção digital importa?

Segundo dados recentes, meninas e adolescentes estão entre as principais vítimas de crimes digitais. A manipulação de imagens, como no caso dos deepnudes, pode gerar traumas emocionais, exclusão social e até desistência escolar. Discutir proteção digital é essencial para garantir que a internet seja um espaço de liberdade, aprendizado e oportunidades, sem medo ou violência.

Em setembro de 2025, a CEO da Força Meninas (Go Girls), Déborah De Mari, participou de uma audiência pública na Câmara dos Deputados, a convite das Comissões de Defesa dos Direitos da Mulher e Especial sobre Inteligência Artificial, para debater um tema que impacta diretamente o futuro da sociedade e do mercado: a violência digital contra meninas. O encontro contou com especialistas, organizações da sociedade civil e parlamentares Célia Xakriabá e Erika Hilton. 

Para enfrentar esse desafio, levamos ainda dezenas de meninas e meninos para a Câmara e apresentamos um dossiê inédito, com dados coletados em escolas de todo o país. Os resultados evidenciam a urgência de políticas de prevenção, acolhimento e conscientização sobre crimes digitais como os deepnudes.

Você pode assistir à íntegra da audiência no canal oficial da TV Câmara e também conferir a matéria aqui.

Essa pauta é estratégica: garantir a proteção de meninas hoje significa formar as líderes, profissionais e inovadoras do amanhã. Empresas, sociedade civil e poder público precisam atuar juntos para que o futuro digital seja inclusivo e sustentável.


Déborah De Mari, CEO da Força Meninas, se une a outras representantes para reafirmar o compromisso conjunto de enfrentar a violência digital e garantir um futuro mais seguro e inclusivo para meninas.


Déborah De Mari, CEO da Força Meninas, ao lado da deputada Erika Hilton, em audiência pública na Câmara dos Deputados sobre violência digital contra meninas.


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Como se proteger de crimes digitais

Entre as orientações que estão no guia, destacamos:
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Futuro sem medo: carreiras em tecnologia e proteção digital

A mesma tecnologia que traz riscos também pode abrir portas para novas oportunidades. O guia traz exemplos de carreiras promissoras ligadas à tecnologia, como segurança da informação, ciência de dados e desenvolvimento de IA ética. Assim, meninas podem não só se proteger, mas também liderar a construção de um futuro digital mais justo.

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Juntos, podemos construir uma internet em que nenhuma menina precise ter medo de estar online. Baixe o guia, compartilhe com sua rede e seja parte dessa transformação.

Adolescentes

Adolescência: Como Podemos Mudar o Final Dessa História?

Como mãe de um menino e fundadora da Força Meninas, a série "Adolescência" me tocou profundamente. Não podemos perpetuar o abismo que tem se instaurado nas relações entre meninas e meninos. A trama de Jamie e Katie reflete uma realidade dolorosa que muitos jovens enfrentam diariamente: o cyberbullying e a violência de gênero. Essas questões não são apenas narrativas ficcionais; elas estão presentes na vidas de nossos filhos, alunos e amigos.

Ao refletir sobre a série "Adolescência" e os dados alarmantes da realidade, percebo a urgência de agir coletivamente para criar um ambiente digital mais seguro e acolhedor para todos.

Alguns dados que você precisa saber:

Cyberbullying – Feridas Invisíveis

No Brasil, 13,2% dos adolescentes já se sentiram ameaçados ou humilhados online; entre as meninas, esse índice sobe para 16,2%. Esses números não são estatísticas frias; são histórias de jovens que carregam cicatrizes emocionais profundas.

Impacto na Saúde Mental

O bullying está associado a depressão, ansiedade e baixa autoestima. Em casos extremos, pode levar a pensamentos suicidas. Como mãe, essa realidade me assusta e me mobiliza a agir.

Violência de Gênero Online

  • Misoginia: Entre 2017 e 2022, as denúncias cresceram quase 30 vezes, totalizando 74,3 mil casos.

  • Divulgação Não Consensual de Conteúdo Íntimo: Em 2018, a SaferNet recebeu 16.717 denúncias dessa prática.

  • Assédio Virtual: Mulheres negras e transgêneras são frequentemente alvo de mensagens ofensivas e ameaças.

Esses dados revelam um cenário alarmante que exige nossa atenção e ação imediata.

Mas o que é misoginia nas Redes Sociais?

Discursos de ódio contra mulheres cresceram significativamente nas plataformas digitais, perpetuando a violência de gênero. Alarmantemente, meninos entre 10 e 17 anos são os maiores consumidores desse conteúdo online. Como sociedade, precisamos refletir sobre o que está sendo ensinado aos nossos filhos e como podemos agir juntos para reverter essa tendência de aumento da violência contra meninas e mulheres.

O que podemos fazer?

A série deixa claro que não existe um, mas sim vários culpados para o desfecho trágico da história. Como o intuito deste texto é mudar a narrativa, convido vocês a refletirem comigo sobre como podemos mudar nossas atitudes.

Rede social e internet: precisamos compreender que o uso por crianças e adolescentes precisa ser monitorado e de acordo com a idade adequada. No Brasil, a idade do consentimento é de 13 anos. Já parou para pensar que deixar seu filho e sua filha sozinhos na internet, é como abandoná-lo em uma rua escura, repleta de estranhos mal intencionados prestes a abordá-los?

Neste contexto, seguem algumas recomendações que gostaria de compartilhar:

Para os Pais e aliados

  • Diálogo Aberto: Conversem regularmente com seus filhos sobre suas experiências online e offline.

  • Observação Atenta: Estejam atentos a mudanças comportamentais que possam indicar problemas relacionados ao bullying.

  • Participação Ativa: Engajem-se na vida escolar e digital de seus filhos, fortalecendo a conexão entre família e escola.

Pais de meninas: meninas confiantes e conscientes, são meninas seguras!

  • Consciência: Reconheçam que todos podem, inadvertidamente, perpetuar o cyberbullying.

  • Empatia: Ensinem suas meninas a pensarem antes de compartilhar ou comentar online.

  • Fortalecimento e informação: Conversem com seus meninas sobre privacidade e os perigos da exposição de sua imagem na internet.

  • Educação: converse os efeitos do cyberbullying e a importância da comunicação respeitosa.

  • Apoio Mútuo: Fortaleçam redes de solidariedade e respeito entre famílias.

  • Ação: Se seus filhas forem vítimas ou testemunhas de cyberbullying, dê apoio, incentive- a denunciar e procurem apoio. Cobrem da escola ações preventivas e punição de culpados.

  • Se os seus filhas forem as ofensoras, busque apoio profissional e atue na raiz do problema.

Pais de meninos: Vocês podem transformar essa realidade, transformem seus filhos em Agentes de Mudança

  • Questione Normas: Reflitam sobre comportamentos que perpetuam as desigualdades e violências.

  • Exemplo Positivo: Demonstrem respeito em todas as interações. Sejam exemplos de uma masculinidade positiva.

  • Educação: Busquem e compartilhem informações sobre a importância da igualdade com seus filhos e da construção de uma geração de respeito mútuo.

  • Ação: Se seus filhos forem vítimas ou testemunhas de cyberbullying, incentivem-nos a denunciar e procurem apoio. Se os seus filhos forem os ofensores, busque apoio profissional e atue na raiz do problema.

Pais e Escolas: Juntos Contra o Bullying e a Violência de Gênero

Escolas: precisam assumir proativamente a prevenção do problema.

  • Protocolos Claros: Estabeleçam códigos de conduta e procedimentos específicos para prevenir e lidar com casos de bullying.

  • Educação Contínua: Promovam atividades que incentivem empatia e respeito, integrando esses valores ao currículo escolar.

  • Ambiente Seguro: Implementem mecanismos eficazes de denúncia e ofereçam suporte socioemocional aos alunos.

Juntos Podemos Mudar Essa História!

A mudança começa agora, e cada um de nós é essencial nesse processo.

Promova o Respeito: Pratique empatia em todas as interações entre as diferenças.

Converse, reflita, compartilhe e colabore: Um final diferente para a adolescência precisa ser construído com todo nós!

Nós da Força Meninas queremos apoiar a mudança dessa história! Vamos juntos!

#Respeito #Igualdade #ForçaMeninas