Força Meninas oferece 500 vagas em capacitações gratuitas inéditas para meninas curiosas em comunidade online

Força Meninas oferece 500 vagas em capacitações gratuitas inéditas para meninas curiosas em comunidade online

Especialistas renomadas em Finanças, Sustentabilidade, Liderança e Design e jovens brasileiras premiadas conduzem aulas que abordam temas como Autoconfiança para Mudar o Mundo; Desenvolvimento de Projetos; Problemas do Presente, Soluções Futuras. E Go, Girls!, para meninas que querem estudar fora do país

Disponíveis a partir de 20 de maio, capacitações gratuitas devem ajudar meninas a darem os primeiros passos para um futuro diferente para elas e suas comunidades.

Catarina da Silva Xavier – jovem vencedora do prêmio Mude o Mundo como uma Menina de Força Meninas | Foto de divulgação

São Paulo, maio de 2023 – A plataforma educacional Força Meninas lança no dia 20 de maio, 500 vagas em quatro capacitações em ciências, tecnologia, engenharia e matemática para meninas interessadas nesses setores ou que tenham projetos com objetivo de trazer transformação social. As sessões serão online e gratuitas e para participar a menina deve se inscrever na comunidade online da iniciativa.

O objetivo da Força Meninas é incentivar garotas — a partir dos 13 anos –  a desenvolverem projetos de inovação e empreendedorismo social para mudarem seus futuros.

O foco está em incentivá-las a  desenvolverem habilidades sociais, emocionais e do século 21, para ingressarem nas áreas mais requisitadas do presente e do futuro, sobretudo as  áreas indicadas pela sigla em inglês STEM:  science, technology, engineering and mathematics. 

Dados e pesquisas nacionais e internacionais destacam a reduzida representatividade feminina nas áreas STEM em relação à dos homens. Recentemente o relatório Meninas curiosas, mulheres de futuro. Meninas brasileiras e a inserção em STEM: um abismo no presente e horizonte para o futuro, produzido pela Força Meninas, apontou os caminhos que a sociedade precisa traçar hoje para garantir um futuro de novas oportunidades para as meninas.

Promover ambientes educacionais que incentivem o desenvolvimento de novas habilidades e encorajar as meninas para que elas enxerguem essas áreas como possibilidades de mudança em seus mundos são algumas das pistas dadas pela pesquisa para destravar o potencial das meninas. 

Pensando nisso, a Força Meninas disponibiliza para jovens de várias idades as capacitações: Autoconfiança para Mudar o Mundo; Desenvolvimento de Projetos; Go, Girls!, curso de inglês para meninas que querem estudar fora do país e Introdução ao Empreendedorismo Social EML: Problemas do Presente, Soluções Futuras. 

“Essa vontade de oferecer um conteúdo que possa ampliar a capacidade das meninas de sonhar e de realizar sonhos surgiu quando nos deparamos com as dificuldades relatadas por elas em nosso levantamento. Percebemos que, se não houver um esforço real da sociedade para apresentar uma nova perspectiva de futuro a essas jovens, elas não terão chances de se desenvolver de forma livre e terão menos oportunidades de mudar a realidade não só da vida delas, mas de todo o ecossistema existente em seu entorno. É para isso que as capacitações foram criadas, são ferramentas para a construção de um novo futuro para todos”, relata Déborah De Mari, fundadora da Força Meninas


Cursos 

As videoaulas têm a metodologia testada pela equipe multidisciplinar da iniciativa, que avalia a didática e a qualidade técnica do conteúdo ministrado nas aulas. 

Conduzidos por mulheres especialistas e atuantes em suas áreas, os cursos visam encorajar e apoiar o interesse das meninas por seguir carreiras que possibilitem a elas executar projetos e iniciativas que impactem positivamente seu entorno. 


Autoconfiança para Mudar o Mundo

Este curso estimula as participantes a explorar a autoconfiança, trabalhando emoções e linguagem não-verbal para alcançar objetivos.

O curso tem como facilitadoras Déborah De Mari, reconhecida pela organização britânica Apolitical, como uma das 100 mulheres mais influentes na pauta de gênero e fundadora da Força Meninas, e Yasmin Valim, psicóloga atuante em empresas e negócios nas áreas STEM. 

Além das facilitadoras, as aulas contam ainda com duas convidadas: Isabelle Santos Silva, fundadora do Projeto Meninas Negras e jovem transformadora da Ashoka Brasil, e Tuany Nascimento, bailarina, ginasta rítmica, professora e fundadora da escola de dança Na Ponta dos Pés, que oferece treinamento de balé para meninas que moram no Complexo do Alemão, Rio de Janeiro. 

O curso tem 90 minutos de duração e é destinado a meninas com idade a partir de 7 anos. 


Go, Girls!

Este curso é voltado para meninas interessadas em estudar ou trabalhar no exterior. As aulas abordam como estabelecer metas e traçar caminhos para alcançar esse objetivo. Com duração máxima de três horas, as aulas são dividas em cinco módulos, com informações sobre como construir um currículo atrativo para as universidades do exterior, dicas de vocabulário, networking e entrevistas. 

A palestrante responsável pelo conteúdo das aulas é Deise Adriano, formada em em administração de empresas e gestão de RH pela DePaul University, pós-graduada em gerência de projetos pela Berkeley University e profissional atuante na área de tecnologia desde 2008. Meninas com idade entre 14 e 21 anos podem participar. 


Problemas do Presente, Soluções Futuras 

Inspirado pela metodologia criada e praticada pelo Solvethon do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), o curso Ideathon Meninas e o Futuro trata dos desafios que as jovens enfrentam e o que elas podem fazer para melhorar o futuro. Em formato de painéis, as aulas discutirão cinco principais desafios. Ao final de cada painel, as participantes serão estimuladas a trabalhar em uma solução que seja aplicável em suas comunidades. Meninas a partir de 13 anos podem se inscrever. 

No painel sobre Prosperidade e Desenvolvimento Econômico, as palestrantes serão Juliana Sandano, do Banco Original, e cinco jovens do projeto Daltro, vencedoras do prêmio Mude o Mundo como uma Menina em 2020.  

O painel Saúde, Bem-Estar e Prevenção a Violência terá participação de Laís Rume, fundadora do Iris Lab (laboratório de inovação e dados do governo do Ceará), Mahryam Sampaio, embaixadora da Juventude da ONU Brasil, Emanuelly Oliveira, assistente social e mentora do programa Cidadão Digital (uma parceria da Safernet com o Facebook) e Hellen Santos, jovem vencedora do prêmio Mude o Mundo como Uma Menina na categoria Criativa em 2020. 

A palestra sobre Educação reunirá Gisele Santos head da Human:ia-Futuros Aplicados e Inovação, meninas do projeto ANNA vencedoras do prêmio Mude o Mundo como uma Menina em 2020, e Maria Antonia, vencedora da categoria Líder, no mesmo ano. 

Para discutir o desafio da Empregabilidade foram convidadas Miriam Koga, fundadora e CEO da Duplatech, Mariana Carvalho, cofundadora da Brazilians in Tech, embaixadora de Diversidade e Inclusão e membro do conselho dos grupos de afinidade de Latinos, Mulheres e Minorias na Dell EUA, Déborah De Mari de Força Meninas e Jamile Falcão, jovem premiada na categoria Pioneira do prêmio Mude o Mundo como uma Menina. 

E, para encerrar o último painel do curso, que trata dos desafios do Meio Ambiente e da Sustentabilidade, as palestrantes serão: Fernanda Britto, porta-voz da ERM no Brasil, e Sabrina Cabral Souza, vencedora do prêmio Mude o Mundo como uma Menina em 2020 com o projeto Ruma. 


Desenvolvimento de Projetos

Este curso apresenta modelos de negócios, ensina como criar um pitch, o que é um MVP (Produto Mínimo Viável) e oferece dicas para gerenciar iniciativas ou projetos. É indicado para garotas a partir de 14 anos de idade e as aulas terão duas horas de duração. 

Silvia Mello, branding executive manager no Banco Original, foi convidada para ensinar às meninas o MVP e seus porquês. Será proposta a realização de benchmarks, card sorting, análise heurística, testes de usabilidade, personas e jornadas do usuário, entre outras metodologias. Elaboração de sitemaps, protótipos navegáveis e direção criativa (design visual e copy).

Helen Farias Tamires, gerente de produtos no Banco Original, possui vasta experiência comercial com banking as a service e em estruturação de projetos. Ela conduzirá a aula de modelos de negócios e pitch

Fernanda Campos Oliveira, professora de pós-graduação no Senac e project management na ERM no Brasil, ministrará a aula de gestão de projetos de impacto. 

Para acessar a plataforma online onde os cursos estarão hospedados clique aqui


Sobre Força Meninas
A Força Meninas é uma plataforma de impacto social que fortalece o potencial das meninas, capacitando-as com habilidades para serem protagonistas das oportunidades futuras. Desde 2016, já impactou mais de 45 mil meninas em 12 estados e 22 cidades no Brasil.

Agência Lema
Leandro Matulja/ Letícia Zioni/ Guilherme Maia

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Adolescentes

Guia de Proteção Digital: Como Proteger Meninas de Crimes e Deepnudes

A internet é um espaço incrível para aprender, criar e se conectar. Mas também pode trazer riscos graves, como crimes digitais que afetam especialmente meninas e mulheres. Entre eles, os deepnudes — imagens falsas produzidas por Inteligência Artificial.

Para enfrentar esse desafio, o Força Meninas preparou o Guia de Proteção Digital – Meninas Seguras, Futuro sem Medo, um material gratuito que ajuda estudantes, famílias, professores e empresas a entender e agir de forma preventiva.

[Baixe aqui o Guia gratuito de Proteção Digital]

O que você vai encontrar no Guia de Proteção Digital

No material, você encontra informações essenciais sobre:
● O que são IA, deepfake e deepnude.
● Quais os impactos desses crimes na vida de meninas e mulheres.
● Dicas práticas de proteção e segurança digital.
● Carreiras promissoras ligadas à tecnologia e proteção online.

Por que falar de proteção digital importa?

Por que falar de proteção digital importa?

Segundo dados recentes, meninas e adolescentes estão entre as principais vítimas de crimes digitais. A manipulação de imagens, como no caso dos deepnudes, pode gerar traumas emocionais, exclusão social e até desistência escolar. Discutir proteção digital é essencial para garantir que a internet seja um espaço de liberdade, aprendizado e oportunidades, sem medo ou violência.

Em setembro de 2025, a CEO da Força Meninas (Go Girls), Déborah De Mari, participou de uma audiência pública na Câmara dos Deputados, a convite das Comissões de Defesa dos Direitos da Mulher e Especial sobre Inteligência Artificial, para debater um tema que impacta diretamente o futuro da sociedade e do mercado: a violência digital contra meninas. O encontro contou com especialistas, organizações da sociedade civil e parlamentares Célia Xakriabá e Erika Hilton. 

Para enfrentar esse desafio, levamos ainda dezenas de meninas e meninos para a Câmara e apresentamos um dossiê inédito, com dados coletados em escolas de todo o país. Os resultados evidenciam a urgência de políticas de prevenção, acolhimento e conscientização sobre crimes digitais como os deepnudes.

Você pode assistir à íntegra da audiência no canal oficial da TV Câmara e também conferir a matéria aqui.

Essa pauta é estratégica: garantir a proteção de meninas hoje significa formar as líderes, profissionais e inovadoras do amanhã. Empresas, sociedade civil e poder público precisam atuar juntos para que o futuro digital seja inclusivo e sustentável.

Déborah De Mari, CEO da Força Meninas, se une a outras representantes para reafirmar o compromisso conjunto de enfrentar a violência digital e garantir um futuro mais seguro e inclusivo para meninas.


Déborah de Mari, CEO da Força Meninas, ao lado de parlamentares e lideranças, participa de audiência pública na Câmara dos Deputados sobre violência digital contra meninas.

Como se proteger de crimes digitais

Entre as orientações que estão no guia, destacamos:
✔️ Não compartilhar senhas.
✔️ Utilizar autenticação de dois fatores.
✔️ Questionar sempre a origem de imagens e vídeos.
✔️ Procurar apoio imediato em casos de violência digital.

Futuro sem medo: carreiras em tecnologia e proteção digital

A mesma tecnologia que traz riscos também pode abrir portas para novas oportunidades. O guia traz exemplos de carreiras promissoras ligadas à tecnologia, como segurança da informação, ciência de dados e desenvolvimento de IA ética. Assim, meninas podem não só se proteger, mas também liderar a construção de um futuro digital mais justo.

Faça o download gratuito do Guia!

O Guia de Proteção Digital – Meninas Seguras, Futuro sem Medo **é gratuito e pode ser baixado após o preenchimento de um formulário simples.
**
[Clique aqui e baixe agora o guia]

Juntos, podemos construir uma internet em que nenhuma menina precise ter medo de estar online. Baixe o guia, compartilhe com sua rede e seja parte dessa transformação.

Evento

Meninas no centro das decisões globais: A participação da Força Meninas na CSW69

A internet é um espaço incrível para aprender, criar e se conectar. Mas também pode trazer riscos graves, como crimes digitais que afetam especialmente meninas e mulheres. Entre eles, os deepnudes — imagens falsas produzidas por Inteligência Artificial.

Para enfrentar esse desafio, o Força Meninas preparou o Guia de Proteção Digital – Meninas Seguras, Futuro sem Medo, um material gratuito que ajuda estudantes, famílias, professores e empresas a entender e agir de forma preventiva.

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O que você vai encontrar no Guia de Proteção Digital

No material, você encontra informações essenciais sobre:
● O que são IA, deepfake e deepnude.
● Quais os impactos desses crimes na vida de meninas e mulheres.
● Dicas práticas de proteção e segurança digital.
● Carreiras promissoras ligadas à tecnologia e proteção online.

Por que falar de proteção digital importa?

Por que falar de proteção digital importa?

Segundo dados recentes, meninas e adolescentes estão entre as principais vítimas de crimes digitais. A manipulação de imagens, como no caso dos deepnudes, pode gerar traumas emocionais, exclusão social e até desistência escolar. Discutir proteção digital é essencial para garantir que a internet seja um espaço de liberdade, aprendizado e oportunidades, sem medo ou violência.

Em setembro de 2025, a CEO da Força Meninas (Go Girls), Déborah De Mari, participou de uma audiência pública na Câmara dos Deputados, a convite das Comissões de Defesa dos Direitos da Mulher e Especial sobre Inteligência Artificial, para debater um tema que impacta diretamente o futuro da sociedade e do mercado: a violência digital contra meninas. O encontro contou com especialistas, organizações da sociedade civil e parlamentares Célia Xakriabá e Erika Hilton. 

Para enfrentar esse desafio, levamos ainda dezenas de meninas e meninos para a Câmara e apresentamos um dossiê inédito, com dados coletados em escolas de todo o país. Os resultados evidenciam a urgência de políticas de prevenção, acolhimento e conscientização sobre crimes digitais como os deepnudes.

Você pode assistir à íntegra da audiência no canal oficial da TV Câmara e também conferir a matéria aqui.

Essa pauta é estratégica: garantir a proteção de meninas hoje significa formar as líderes, profissionais e inovadoras do amanhã. Empresas, sociedade civil e poder público precisam atuar juntos para que o futuro digital seja inclusivo e sustentável.


Déborah De Mari, CEO da Força Meninas, se une a outras representantes para reafirmar o compromisso conjunto de enfrentar a violência digital e garantir um futuro mais seguro e inclusivo para meninas.


Déborah De Mari, CEO da Força Meninas, ao lado da deputada Erika Hilton, em audiência pública na Câmara dos Deputados sobre violência digital contra meninas.


Déborah de Mari, CEO da Força Meninas, ao lado de parlamentares e lideranças, participa de audiência pública na Câmara dos Deputados sobre violência digital contra meninas.

Como se proteger de crimes digitais

Entre as orientações que estão no guia, destacamos:
✔️ Não compartilhar senhas.
✔️ Utilizar autenticação de dois fatores.
✔️ Questionar sempre a origem de imagens e vídeos.
✔️ Procurar apoio imediato em casos de violência digital.

Futuro sem medo: carreiras em tecnologia e proteção digital

A mesma tecnologia que traz riscos também pode abrir portas para novas oportunidades. O guia traz exemplos de carreiras promissoras ligadas à tecnologia, como segurança da informação, ciência de dados e desenvolvimento de IA ética. Assim, meninas podem não só se proteger, mas também liderar a construção de um futuro digital mais justo.

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Adolescentes

Adolescência: Como Podemos Mudar o Final Dessa História?

Como mãe de um menino e fundadora da Força Meninas, a série "Adolescência" me tocou profundamente. Não podemos perpetuar o abismo que tem se instaurado nas relações entre meninas e meninos. A trama de Jamie e Katie reflete uma realidade dolorosa que muitos jovens enfrentam diariamente: o cyberbullying e a violência de gênero. Essas questões não são apenas narrativas ficcionais; elas estão presentes na vidas de nossos filhos, alunos e amigos.

Ao refletir sobre a série "Adolescência" e os dados alarmantes da realidade, percebo a urgência de agir coletivamente para criar um ambiente digital mais seguro e acolhedor para todos.

Alguns dados que você precisa saber:

Cyberbullying – Feridas Invisíveis

No Brasil, 13,2% dos adolescentes já se sentiram ameaçados ou humilhados online; entre as meninas, esse índice sobe para 16,2%. Esses números não são estatísticas frias; são histórias de jovens que carregam cicatrizes emocionais profundas.

Impacto na Saúde Mental

O bullying está associado a depressão, ansiedade e baixa autoestima. Em casos extremos, pode levar a pensamentos suicidas. Como mãe, essa realidade me assusta e me mobiliza a agir.

Violência de Gênero Online

  • Misoginia: Entre 2017 e 2022, as denúncias cresceram quase 30 vezes, totalizando 74,3 mil casos.

  • Divulgação Não Consensual de Conteúdo Íntimo: Em 2018, a SaferNet recebeu 16.717 denúncias dessa prática.

  • Assédio Virtual: Mulheres negras e transgêneras são frequentemente alvo de mensagens ofensivas e ameaças.

Esses dados revelam um cenário alarmante que exige nossa atenção e ação imediata.

Mas o que é misoginia nas Redes Sociais?

Discursos de ódio contra mulheres cresceram significativamente nas plataformas digitais, perpetuando a violência de gênero. Alarmantemente, meninos entre 10 e 17 anos são os maiores consumidores desse conteúdo online. Como sociedade, precisamos refletir sobre o que está sendo ensinado aos nossos filhos e como podemos agir juntos para reverter essa tendência de aumento da violência contra meninas e mulheres.

O que podemos fazer?

A série deixa claro que não existe um, mas sim vários culpados para o desfecho trágico da história. Como o intuito deste texto é mudar a narrativa, convido vocês a refletirem comigo sobre como podemos mudar nossas atitudes.

Rede social e internet: precisamos compreender que o uso por crianças e adolescentes precisa ser monitorado e de acordo com a idade adequada. No Brasil, a idade do consentimento é de 13 anos. Já parou para pensar que deixar seu filho e sua filha sozinhos na internet, é como abandoná-lo em uma rua escura, repleta de estranhos mal intencionados prestes a abordá-los?

Neste contexto, seguem algumas recomendações que gostaria de compartilhar:

Para os Pais e aliados

  • Diálogo Aberto: Conversem regularmente com seus filhos sobre suas experiências online e offline.

  • Observação Atenta: Estejam atentos a mudanças comportamentais que possam indicar problemas relacionados ao bullying.

  • Participação Ativa: Engajem-se na vida escolar e digital de seus filhos, fortalecendo a conexão entre família e escola.

Pais de meninas: meninas confiantes e conscientes, são meninas seguras!

  • Consciência: Reconheçam que todos podem, inadvertidamente, perpetuar o cyberbullying.

  • Empatia: Ensinem suas meninas a pensarem antes de compartilhar ou comentar online.

  • Fortalecimento e informação: Conversem com seus meninas sobre privacidade e os perigos da exposição de sua imagem na internet.

  • Educação: converse os efeitos do cyberbullying e a importância da comunicação respeitosa.

  • Apoio Mútuo: Fortaleçam redes de solidariedade e respeito entre famílias.

  • Ação: Se seus filhas forem vítimas ou testemunhas de cyberbullying, dê apoio, incentive- a denunciar e procurem apoio. Cobrem da escola ações preventivas e punição de culpados.

  • Se os seus filhas forem as ofensoras, busque apoio profissional e atue na raiz do problema.

Pais de meninos: Vocês podem transformar essa realidade, transformem seus filhos em Agentes de Mudança

  • Questione Normas: Reflitam sobre comportamentos que perpetuam as desigualdades e violências.

  • Exemplo Positivo: Demonstrem respeito em todas as interações. Sejam exemplos de uma masculinidade positiva.

  • Educação: Busquem e compartilhem informações sobre a importância da igualdade com seus filhos e da construção de uma geração de respeito mútuo.

  • Ação: Se seus filhos forem vítimas ou testemunhas de cyberbullying, incentivem-nos a denunciar e procurem apoio. Se os seus filhos forem os ofensores, busque apoio profissional e atue na raiz do problema.

Pais e Escolas: Juntos Contra o Bullying e a Violência de Gênero

Escolas: precisam assumir proativamente a prevenção do problema.

  • Protocolos Claros: Estabeleçam códigos de conduta e procedimentos específicos para prevenir e lidar com casos de bullying.

  • Educação Contínua: Promovam atividades que incentivem empatia e respeito, integrando esses valores ao currículo escolar.

  • Ambiente Seguro: Implementem mecanismos eficazes de denúncia e ofereçam suporte socioemocional aos alunos.

Juntos Podemos Mudar Essa História!

A mudança começa agora, e cada um de nós é essencial nesse processo.

Promova o Respeito: Pratique empatia em todas as interações entre as diferenças.

Converse, reflita, compartilhe e colabore: Um final diferente para a adolescência precisa ser construído com todo nós!

Nós da Força Meninas queremos apoiar a mudança dessa história! Vamos juntos!

#Respeito #Igualdade #ForçaMeninas