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12/09/2025

Guia de Proteção Digital: Como Proteger Meninas de Crimes e Deepnudes

A internet é um espaço incrível para aprender, criar e se conectar. Mas também pode trazer riscos graves, como crimes digitais que afetam especialmente meninas e mulheres. Entre eles, os deepnudes — imagens falsas produzidas por Inteligência Artificial.

Para enfrentar esse desafio, o Força Meninas preparou o Guia de Proteção Digital – Meninas Seguras, Futuro sem Medo, um material gratuito que ajuda estudantes, famílias, professores e empresas a entender e agir de forma preventiva.

[Baixe aqui o Guia gratuito de Proteção Digital]

O que você vai encontrar no Guia de Proteção Digital

No material, você encontra informações essenciais sobre:
● O que são IA, deepfake e deepnude.
● Quais os impactos desses crimes na vida de meninas e mulheres.
● Dicas práticas de proteção e segurança digital.
● Carreiras promissoras ligadas à tecnologia e proteção online.

Por que falar de proteção digital importa?

Por que falar de proteção digital importa?

Segundo dados recentes, meninas e adolescentes estão entre as principais vítimas de crimes digitais. A manipulação de imagens, como no caso dos deepnudes, pode gerar traumas emocionais, exclusão social e até desistência escolar. Discutir proteção digital é essencial para garantir que a internet seja um espaço de liberdade, aprendizado e oportunidades, sem medo ou violência.

Em setembro de 2025, a CEO da Força Meninas (Go Girls), Déborah De Mari, participou de uma audiência pública na Câmara dos Deputados, a convite das Comissões de Defesa dos Direitos da Mulher e Especial sobre Inteligência Artificial, para debater um tema que impacta diretamente o futuro da sociedade e do mercado: a violência digital contra meninas. O encontro contou com especialistas, organizações da sociedade civil e parlamentares Célia Xakriabá e Erika Hilton. 

Para enfrentar esse desafio, levamos ainda dezenas de meninas e meninos para a Câmara e apresentamos um dossiê inédito, com dados coletados em escolas de todo o país. Os resultados evidenciam a urgência de políticas de prevenção, acolhimento e conscientização sobre crimes digitais como os deepnudes.

Você pode assistir à íntegra da audiência no canal oficial da TV Câmara e também conferir a matéria aqui.

Essa pauta é estratégica: garantir a proteção de meninas hoje significa formar as líderes, profissionais e inovadoras do amanhã. Empresas, sociedade civil e poder público precisam atuar juntos para que o futuro digital seja inclusivo e sustentável.

Déborah De Mari, CEO da Força Meninas, se une a outras representantes para reafirmar o compromisso conjunto de enfrentar a violência digital e garantir um futuro mais seguro e inclusivo para meninas.


Déborah de Mari, CEO da Força Meninas, ao lado de parlamentares e lideranças, participa de audiência pública na Câmara dos Deputados sobre violência digital contra meninas.

Como se proteger de crimes digitais

Entre as orientações que estão no guia, destacamos:
✔️ Não compartilhar senhas.
✔️ Utilizar autenticação de dois fatores.
✔️ Questionar sempre a origem de imagens e vídeos.
✔️ Procurar apoio imediato em casos de violência digital.

Futuro sem medo: carreiras em tecnologia e proteção digital

A mesma tecnologia que traz riscos também pode abrir portas para novas oportunidades. O guia traz exemplos de carreiras promissoras ligadas à tecnologia, como segurança da informação, ciência de dados e desenvolvimento de IA ética. Assim, meninas podem não só se proteger, mas também liderar a construção de um futuro digital mais justo.

Faça o download gratuito do Guia!

O Guia de Proteção Digital – Meninas Seguras, Futuro sem Medo **é gratuito e pode ser baixado após o preenchimento de um formulário simples.
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Juntos, podemos construir uma internet em que nenhuma menina precise ter medo de estar online. Baixe o guia, compartilhe com sua rede e seja parte dessa transformação.

Evento

21/03/2025

O que países silenciaram na CSW69, na ONU - e o que precisamos dizer em voz alta

Por Deborah De Mari – fundadora da Força Meninas

Estive na sede da ONU em março, durante a 69ª sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher (CSW69). Vivi intensamente debates, articulações e silêncios. E volto com uma certeza: não há futuro sustentável sem meninas e mulheres diversas no centro da transformação.

O evento marcou os 30 anos da Plataforma de Ação de Pequim. Mas mesmo em 2025, palavras como “educação sexual”, “direitos reprodutivos” e “autonomia” foram apagadas da declaração final. Mulheres negras, indígenas, quilombolas e LGBTQI+? Nem uma linha.

Enquanto isso, as jovens brasileiras que conheci nos corredores do evento e as meninas com quem trabalhamos na Força Meninas criam soluções para o futuro. Elas não pedem mais permissão para existir nos espaços de decisão. Elas superam obstáculos e se fazem presentes. Elas escutam suas comunidades, constroem com baixo custo, propõem soluções e transformam bairros, cidades. Mas falta apoio, as vezes mais capacitação, investimento para escala, oportunidade, reconhecimento e coragem política para trazê-las ao centro.

O Brasil chegou com avanços importantes: diálogo com a sociedade civil, combate à fome, programas de dignidade menstrual, políticas de referência de enfrentamento à violência. Mas ainda faltam pontes estruturais, objetivos comuns que gerem pertencimento em sociedade colaborativa que cresce a partir da integração entre governos, empresas e sociedade civil.

Temas do momento, precisamos falar de de clima e tecnologia, palco de muitos diálogos para poucos, as pautas urgentes foram tratadas de maneira regimental . A inteligência artificial que acompanhei de perto — decepcionou e foi debatida em salas pequenas e superlotadas — nos discursos ficou clara a urgência ética, mas evidente a distância entre teoria e prática. Diálogos entre governos e especialistas, revelavam a ausência perturbadora das Big Techs e representantes da sociedade civil.

A IA também foi protagonista de discussões sobre violência de gênero ascendente em todo o mundo. Ou seja, sem mulheres e meninas diversas na construção dessa nova tecnologia e na regulação das práticas de mercado, amplificaremos os abismos e violências já designados as meninas e mulheres no passado, sobretudo as mais vulneráveis.

Sobre o clima, confesso que me pareceu ainda mais desanimada a conversa. Mais presente do que a IA, mas ainda assim tratada de maneira abstrata me levou a reflexão sobre o papel do Brasil, na COP30, este ano em Belém.

Será que protagonizaremos a coragem e reparação histórica de fazer uma COP de verdade comm justiça climática com recorte de gênero e raça no centro do debate. Teremos essa coragem?


Neste contexto, qual recado a CSW69 deixou (ou não) que deve ser pauta da estratégia ESG de empresas visionárias:

Investimento em educação para incentivar meninas em carreiras Tecnológicas e Científicas. científica e tecnológica para meninas;

Mulheres negras, indígenas e periféricas em espaços de criação, decisão e oportunidade;

Paridade real em conselhos e lideranças;

Remuneração do cuidado e divisão do trabalho doméstico.

Métricas de impacto que vão além do carbono;

Mulheres e meninas movem o mundo — e serão cruciais para empresas que desejam ter futuro. As que entenderem isso agora, liderarão o amanhã. As que resistirem, ficarão presas a um mundo que já não parece com o passado, mas desconhece as reais oportunidades do futuro.

Vamos juntas?

#Equidade #LiderançaFeminina #ForçaMeninas #ESG #JustiçaClimática #DiversidadeNaTecnologia #COP30 #Gênero #InovaçãoSocial #CSW69 #FuturoÉAgora

Girl Power

11/02/2025

Por que Precisamos do Dia Internacional das Meninas nas Ciências?

A Origem do Dia Internacional de Meninas e Mulheres na Ciência

Dia Internacional de Meninas e Mulheres na Ciência, celebrado em 11 de fevereiro, foi instituído em 2015 pela Organização das Nações Unidas (ONU) com o objetivo de promover a igualdade de gênero na ciência e destacar o papel das mulheres nas áreas de Razões para Incentivar Meninas na Ciência Desde Cedo (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática).

O Dia Internacional das Meninas nas Ciências é uma oportunidade crucial para discutir a presença das meninas nas ciências e estimular mais garotas a se interessarem por essas áreas.

As meninas nas ciências enfrentam desafios únicos que precisam ser abordados para garantir que elas tenham oportunidades iguais no campo científico.

Educar as meninas nas ciências desde cedo é fundamental para garantir que tenham a confiança e o suporte necessários para seguir carreiras em STEM.

Iniciativas que incentivam as meninas nas ciências são essenciais para mudar a percepção e aumentar a participação feminina nas áreas STEM.

A data surgiu como um alerta para a desigualdade de oportunidades enfrentada por meninas e mulheres na ciência. Apesar dos avanços, os números mostram que a sub-representação feminina persiste: apenas 35% dos estudantes de STEM no mundo são mulheres, segundo a UNESCO. No Brasil, a disparidade também é evidente, com uma presença reduzida de mulheres em áreas como tecnologia e engenharia.

Mas o que podemos fazer para mudar esse cenário? A resposta está na educação desde a infância.

Os dados mostram que, quando incentivadas, as meninas nas ciências podem alcançar resultados impressionantes e se destacar em suas áreas de interesse.

É crucial criar um ambiente onde as meninas nas ciências se sintam apoiadas e motivadas a se envolver em projetos científicos desde a infância.

Superar os estereótipos e preconceitos é um passo importante para garantir que mais meninas nas ciências tenham um futuro brilhante.

A importância do Dia das Meninas nas Ciências não pode ser subestimada, pois ele destaca a necessidade de mais meninas nas ciências em todo o mundo.

A Importância da Representatividade Feminina em STEM

As mulheres sempre desempenharam um papel fundamental na ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM), mas sua presença ainda é inferior à dos homens nessas áreas. De acordo com a UNESCO, apenas 35% dos estudantes em cursos de STEM no mundo são mulheres. No Brasil, a situação não é diferente: mesmo sendo maioria nas universidades, as mulheres ainda são minoria em carreiras científicas e tecnológicas.

No Dia das Meninas nas Ciências (11 de fevereiro), a UNESCO lança a campanha #EveryVoiceCount, destacando a importância de garantir que meninas e mulheres sejam ouvidas e tenham espaço para contribuir com a ciência, a inovação e o desenvolvimento sustentável.

O Que a Pesquisa da Força Meninas Revela Sobre Meninas na Ciências?

A pesquisa “Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro”, realizada pela Força Meninas, trouxe dados alarmantes sobre os desafios que impedem meninas de ingressar em áreas científicas e tecnológicas. O estudo revelou que 54% das meninas brasileiras não se sentem confiantes para seguir carreiras em STEM, principalmente devido à falta de referências femininas, estímulos adequados e ambientes que incentivem sua participação. Além disso, a pesquisa identificou que meninas que têm contato com experiências científicas na infância demonstram 3 vezes mais interesse por essas carreiras no futuro. Esses dados reforçam a importância de iniciativas como a Expedição Itinerante “Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro”, que busca ampliar o acesso de meninas ao conhecimento e inspirá-las a explorar seu potencial em STEM desde cedo.

Precisamos de mais programas que incentivem as meninas nas ciências e que proporcionem experiências práticas e enriquecedoras.

A falta de referências femininas, estereótipos de gênero e a ausência de estímulos na infância são fatores que afastam as meninas dessas carreiras. Por isso, garantir que elas tenham contato com a ciência desde cedo é essencial para mudar essa realidade.

O Impacto da Força Meninas no Incentivo à Ciência para Meninas

Força Meninas é uma plataforma educativa que há anos trabalha para transformar esse cenário no Brasil. Por meio da Expedição Itinerante “Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro”, levamos conhecimento e experiências imersivas para meninas de 6 a 18 anos em todo o país, apresentando a ciência de maneira acessível e inspiradora.

✔ Mais de 65 mil estudantes impactados em 27 cidades e 23 estados brasileiros
✔ Oficinas práticas e palestras que aproximam meninas de carreiras em STEM
✔ Incentivo à liderança feminina e ao desenvolvimento de habilidades essenciais para o futuro

Se queremos um futuro melhor, precisamos investir nas meninas nas ciências e fazer com que se sintam empoderadas e capacitadas.

Oportunidades no Mercado para Mulheres em STEM

Além da importância da diversidade nas ciências, o mercado de trabalho está cada vez mais carente de profissionais qualificados em tecnologia e inovação. A BRASSCOM prevê que 791 mil novas vagas em Tecnologia da Informação serão criadas no Brasil até 2025, mas o país ainda não tem profissionais suficientes para preencher essas posições.

Investir no potencial das meninas em STEM não é apenas uma questão de equidade de gênero – é também uma solução estratégica para o desenvolvimento econômico e tecnológico do país.

Como Incentivar Mais Meninas a Seguir Carreiras Científicas?

Se queremos ver mais mulheres na ciência, precisamos agir agora! Algumas formas de incentivo incluem:

Juntas, devemos trabalhar para garantir que as meninas nas ciências sejam vistas e ouvidas em todos os níveis de tomada de decisão.

Apresentar modelos femininos na ciência - Mostrar histórias de mulheres que fizeram e fazem a diferença na tecnologia, na engenharia e em outras áreas STEM.
Criar experiências educacionais imersivas - Iniciativas como a Expedição “Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro” ajudam a despertar a curiosidade das meninas pela ciência. Descubra o que é STEAM a metodolodia aplicada na Expedição.
Apoiar políticas e programas de incentivo - Empresas, escolas e governo precisam se unir para criar oportunidades reais para meninas na ciência.

Inspirando a Próxima Geração de Cientistas

O documentário “Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro”, dirigido por Deborah De Mari, fundadora da Força Meninas, traz um olhar profundo sobre os desafios e conquistas de meninas e mulheres na ciência. A produção apresenta histórias inspiradoras de jovens brasileiras que desafiam estereótipos e trilham caminhos em áreas como tecnologia, engenharia e matemática, além de destacar depoimentos de especialistas sobre a importância da representatividade feminina em STEM. O filme não apenas evidencia os obstáculos enfrentados pelas meninas, mas também reforça a necessidade de intervenção precoce para garantir que elas tenham oportunidades reais de explorar seu potencial.

Na Força Meninas, acreditamos que meninas fortalecidas e incentivadas desde cedo podem mudar o mundo. Queremos ampliar nosso impacto e garantir que cada vez mais meninas tenham oportunidades para explorar seu potencial na ciência.

Na Força Meninas, estamos comprometidos em criar oportunidades para meninas nas áreas de STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática). Nossa missão está alinhada com os objetivos do Dia Internacional das Meninas e Mulheres na Ciência, promovendo igualdade de gênero e incentivando mais meninas a explorarem seu potencial nessas áreas.

Juntas, podemos ampliar o impacto e garantir que cada vez mais meninas tenham acesso à educação científica, quebrando barreiras e construindo um futuro mais inovador e inclusivo! 🚀🔬✨

Transformar o futuro da ciência é garantir mais diversidade, inovação e oportunidades para as próximas gerações.

📢 Quer saber mais sobre nosso trabalho? Entre em contato.

#MeninasNaCiência #STEMParaMeninas #MulheresNaCiência #ForçaMeninas #FuturoDasMeninas#scienceforwomenandgirls

Evento

15/09/2025

Meninas no centro das decisões globais: A participação da Força Meninas na CSW69

A internet é um espaço incrível para aprender, criar e se conectar. Mas também pode trazer riscos graves, como crimes digitais que afetam especialmente meninas e mulheres. Entre eles, os deepnudes — imagens falsas produzidas por Inteligência Artificial.

Para enfrentar esse desafio, o Força Meninas preparou o Guia de Proteção Digital – Meninas Seguras, Futuro sem Medo, um material gratuito que ajuda estudantes, famílias, professores e empresas a entender e agir de forma preventiva.

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O que você vai encontrar no Guia de Proteção Digital

No material, você encontra informações essenciais sobre:
● O que são IA, deepfake e deepnude.
● Quais os impactos desses crimes na vida de meninas e mulheres.
● Dicas práticas de proteção e segurança digital.
● Carreiras promissoras ligadas à tecnologia e proteção online.

Por que falar de proteção digital importa?

Por que falar de proteção digital importa?

Segundo dados recentes, meninas e adolescentes estão entre as principais vítimas de crimes digitais. A manipulação de imagens, como no caso dos deepnudes, pode gerar traumas emocionais, exclusão social e até desistência escolar. Discutir proteção digital é essencial para garantir que a internet seja um espaço de liberdade, aprendizado e oportunidades, sem medo ou violência.

Em setembro de 2025, a CEO da Força Meninas (Go Girls), Déborah De Mari, participou de uma audiência pública na Câmara dos Deputados, a convite das Comissões de Defesa dos Direitos da Mulher e Especial sobre Inteligência Artificial, para debater um tema que impacta diretamente o futuro da sociedade e do mercado: a violência digital contra meninas. O encontro contou com especialistas, organizações da sociedade civil e parlamentares Célia Xakriabá e Erika Hilton. 

Para enfrentar esse desafio, levamos ainda dezenas de meninas e meninos para a Câmara e apresentamos um dossiê inédito, com dados coletados em escolas de todo o país. Os resultados evidenciam a urgência de políticas de prevenção, acolhimento e conscientização sobre crimes digitais como os deepnudes.

Você pode assistir à íntegra da audiência no canal oficial da TV Câmara e também conferir a matéria aqui.

Essa pauta é estratégica: garantir a proteção de meninas hoje significa formar as líderes, profissionais e inovadoras do amanhã. Empresas, sociedade civil e poder público precisam atuar juntos para que o futuro digital seja inclusivo e sustentável.


Déborah De Mari, CEO da Força Meninas, se une a outras representantes para reafirmar o compromisso conjunto de enfrentar a violência digital e garantir um futuro mais seguro e inclusivo para meninas.


Déborah De Mari, CEO da Força Meninas, ao lado da deputada Erika Hilton, em audiência pública na Câmara dos Deputados sobre violência digital contra meninas.


Déborah de Mari, CEO da Força Meninas, ao lado de parlamentares e lideranças, participa de audiência pública na Câmara dos Deputados sobre violência digital contra meninas.

Como se proteger de crimes digitais

Entre as orientações que estão no guia, destacamos:
✔️ Não compartilhar senhas.
✔️ Utilizar autenticação de dois fatores.
✔️ Questionar sempre a origem de imagens e vídeos.
✔️ Procurar apoio imediato em casos de violência digital.

Futuro sem medo: carreiras em tecnologia e proteção digital

A mesma tecnologia que traz riscos também pode abrir portas para novas oportunidades. O guia traz exemplos de carreiras promissoras ligadas à tecnologia, como segurança da informação, ciência de dados e desenvolvimento de IA ética. Assim, meninas podem não só se proteger, mas também liderar a construção de um futuro digital mais justo.

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Juntos, podemos construir uma internet em que nenhuma menina precise ter medo de estar online. Baixe o guia, compartilhe com sua rede e seja parte dessa transformação.

Evento

11/03/2025

#CSW69: Não Recuaremos – O futuro das meninas em STEM Não Pode Esperar

Nesta semana, acompanhamos a abertura da 69ª sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher (CSW69), onde a Diretora Executiva da ONU Mulheres, Sima Bahous, deixou um recado claro e poderoso: não podemos aceitar retrocessos na luta pelos direitos das mulheres e meninas.

Como alguém que trabalha diariamente para ampliar o acesso de meninas a carreiras do futuro, principalmente em Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM), vejo esse momento como um divisor de águas. Não é apenas sobre direitos – é sobre oportunidades reais para que meninas ocupem espaços de inovação e liderança.


💡 Onde estaríamos se metade da população tivesse as mesmas oportunidades na ciência e tecnologia?

A realidade é dura:

🔴 Meninas ainda são desencorajadas a seguir carreiras em STEM.

🔴 A desigualdade começa na escola, onde há menos incentivo e oportunidades para que explorem seu potencial nessas áreas.

🔴 A falta de modelos femininos na tecnologia e engenharia reforça essa exclusão.

🔴 Mulheres se sentem menos seguras do que homens para experimentarem plataformas de inteligência artificial.

No Brasil, apenas 18% das mulheres que entram em STEM concluem suas carreiras nessa área. No mundo, a participação feminina na inteligência artificial e na computação ainda não chega a 30%. Estamos perdendo mentes brilhantes que poderiam transformar o mundo.

A CSW69 reforça que essa não é uma batalha que pode ser adiada. Não podemos esperar mais uma geração para ver mudanças.

🔹 Precisamos de políticas públicas que garantam acesso e permanência das meninas em STEM.

🔹 Precisamos de mais mulheres líderes e modelos que inspirem as novas gerações. 🔹 Precisamos de investimentos concretos para acelerar essa transformação.

A mensagem é clara: não recuaremos. Seguimos comprometidas em garantir que todas as meninas possam explorar seu potencial, inovar e construir o futuro que queremos ver.


🚀 E você, como pode fazer parte dessa mudança?

Na @Força Meninas, estamos criando soluções para mudar essa história – conectando meninas ao conhecimento, à inspiração e às oportunidades que elas precisam para ocupar espaços de inovação e liderança. Se você quer ser parte dessa transformação, junte-se a nós!


POR QUE APOIAR A FORÇA MENINAS?

Impacto Mensurável: Nossa metodologia já comprovou resultados no aumento do interesse de meninas em STEM.

Alinhamento com ESG e ODS: Empresas e governos que nos apoiam fortalecem sua agenda ESG e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Modelo Escalável: Nossos projetos podem ser replicados globalmente, promovendo impacto sustentável.

Diferencial Inovador: Unimos tecnologia, educação e impacto social, criando um novo modelo de empoderamento feminino.

Não há crescimento econômico sem a participação das meninas nas oportunidades do futuro.

-> Nós próximos dias, compartilharemos a proposta da Força Meninas para avançar o futuro das meninas!

#CSW69 #Gênero #STEM #MulheresNaCiência #LiderançaFeminina #IgualdadeDeGênero #ForçaMeninas #iw2025

Lilac Flower

Expedição

11/12/2024

São Paulo encerra com sucesso a Expedição Força Meninas

Nos dias 18 e 19 de novembro de 2024, São Paulo recebeu o encerramento da expedição itinerante Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro, no CEU São Rafael. Realizado pela Força Meninas, o evento ofereceu uma programação gratuita e interativa para crianças e adolescentes de 10 a 15 anos.

Jovens explorando possibilidades e sonhando grande no evento.

Atividades imersivas e educativas

A expedição contou com cinco estações temáticas. Na estação Pequeno Grande Mundo, os participantes exploraram desde imagens microscópicas de células até o universo capturado pelo telescópio Hubble. Já no Mude o Mundo LAB, os jovens criaram infográficos sobre questões sociais, aprendendo sobre a importância da ciência de dados.

Teatro e homenagens inspiradoras

O ponto alto foi a peça teatral Uma Janela Para O Mundo, que emocionou o público ao contar a história de Luna e Estela, duas meninas de épocas diferentes que superam desafios e exploram o desconhecido. A peça homenageou mulheres icônicas da ciência, como Enedina Alves e Katherine Johnson, destacando o papel feminino na história e no futuro.

Arte, ciência e carreiras STEAM

Na estação Futuro Eu, os participantes criaram obras artísticas que refletiam seus sonhos, unindo arte e ciência. Já na Bússola de Carreiras, a realidade virtual permitiu explorar profissões como engenheira e astronauta, incentivando o interesse pelas áreas de Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática (STEAM).


Jovens reunidos para explorar o futuro

Inclusão e acessibilidade

A inclusão foi prioridade, com serviços como intérpretes de Libras e audiodescrição. A expedição encerrou sua jornada em São Paulo inspirando milhares de jovens a sonharem alto e explorarem seu potencial.

Impacto e legado

Com mais de 100 mil jovens impactados em 2024, a Expedição Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro consolidou-se como um marco na educação brasileira, encerrando sua jornada em grande estilo na maior cidade do país.

Adolescentes

25/03/2025

Adolescência: Como Podemos Mudar o Final Dessa História?

Como mãe de um menino e fundadora da Força Meninas, a série "Adolescência" me tocou profundamente. Não podemos perpetuar o abismo que tem se instaurado nas relações entre meninas e meninos. A trama de Jamie e Katie reflete uma realidade dolorosa que muitos jovens enfrentam diariamente: o cyberbullying e a violência de gênero. Essas questões não são apenas narrativas ficcionais; elas estão presentes na vidas de nossos filhos, alunos e amigos.

Ao refletir sobre a série "Adolescência" e os dados alarmantes da realidade, percebo a urgência de agir coletivamente para criar um ambiente digital mais seguro e acolhedor para todos.

Alguns dados que você precisa saber:

Cyberbullying – Feridas Invisíveis

No Brasil, 13,2% dos adolescentes já se sentiram ameaçados ou humilhados online; entre as meninas, esse índice sobe para 16,2%. Esses números não são estatísticas frias; são histórias de jovens que carregam cicatrizes emocionais profundas.

Impacto na Saúde Mental

O bullying está associado a depressão, ansiedade e baixa autoestima. Em casos extremos, pode levar a pensamentos suicidas. Como mãe, essa realidade me assusta e me mobiliza a agir.

Violência de Gênero Online

  • Misoginia: Entre 2017 e 2022, as denúncias cresceram quase 30 vezes, totalizando 74,3 mil casos.

  • Divulgação Não Consensual de Conteúdo Íntimo: Em 2018, a SaferNet recebeu 16.717 denúncias dessa prática.

  • Assédio Virtual: Mulheres negras e transgêneras são frequentemente alvo de mensagens ofensivas e ameaças.

Esses dados revelam um cenário alarmante que exige nossa atenção e ação imediata.

Mas o que é misoginia nas Redes Sociais?

Discursos de ódio contra mulheres cresceram significativamente nas plataformas digitais, perpetuando a violência de gênero. Alarmantemente, meninos entre 10 e 17 anos são os maiores consumidores desse conteúdo online. Como sociedade, precisamos refletir sobre o que está sendo ensinado aos nossos filhos e como podemos agir juntos para reverter essa tendência de aumento da violência contra meninas e mulheres.

O que podemos fazer?

A série deixa claro que não existe um, mas sim vários culpados para o desfecho trágico da história. Como o intuito deste texto é mudar a narrativa, convido vocês a refletirem comigo sobre como podemos mudar nossas atitudes.

Rede social e internet: precisamos compreender que o uso por crianças e adolescentes precisa ser monitorado e de acordo com a idade adequada. No Brasil, a idade do consentimento é de 13 anos. Já parou para pensar que deixar seu filho e sua filha sozinhos na internet, é como abandoná-lo em uma rua escura, repleta de estranhos mal intencionados prestes a abordá-los?

Neste contexto, seguem algumas recomendações que gostaria de compartilhar:

Para os Pais e aliados

  • Diálogo Aberto: Conversem regularmente com seus filhos sobre suas experiências online e offline.

  • Observação Atenta: Estejam atentos a mudanças comportamentais que possam indicar problemas relacionados ao bullying.

  • Participação Ativa: Engajem-se na vida escolar e digital de seus filhos, fortalecendo a conexão entre família e escola.

Pais de meninas: meninas confiantes e conscientes, são meninas seguras!

  • Consciência: Reconheçam que todos podem, inadvertidamente, perpetuar o cyberbullying.

  • Empatia: Ensinem suas meninas a pensarem antes de compartilhar ou comentar online.

  • Fortalecimento e informação: Conversem com seus meninas sobre privacidade e os perigos da exposição de sua imagem na internet.

  • Educação: converse os efeitos do cyberbullying e a importância da comunicação respeitosa.

  • Apoio Mútuo: Fortaleçam redes de solidariedade e respeito entre famílias.

  • Ação: Se seus filhas forem vítimas ou testemunhas de cyberbullying, dê apoio, incentive- a denunciar e procurem apoio. Cobrem da escola ações preventivas e punição de culpados.

  • Se os seus filhas forem as ofensoras, busque apoio profissional e atue na raiz do problema.

Pais de meninos: Vocês podem transformar essa realidade, transformem seus filhos em Agentes de Mudança

  • Questione Normas: Reflitam sobre comportamentos que perpetuam as desigualdades e violências.

  • Exemplo Positivo: Demonstrem respeito em todas as interações. Sejam exemplos de uma masculinidade positiva.

  • Educação: Busquem e compartilhem informações sobre a importância da igualdade com seus filhos e da construção de uma geração de respeito mútuo.

  • Ação: Se seus filhos forem vítimas ou testemunhas de cyberbullying, incentivem-nos a denunciar e procurem apoio. Se os seus filhos forem os ofensores, busque apoio profissional e atue na raiz do problema.

Pais e Escolas: Juntos Contra o Bullying e a Violência de Gênero

Escolas: precisam assumir proativamente a prevenção do problema.

  • Protocolos Claros: Estabeleçam códigos de conduta e procedimentos específicos para prevenir e lidar com casos de bullying.

  • Educação Contínua: Promovam atividades que incentivem empatia e respeito, integrando esses valores ao currículo escolar.

  • Ambiente Seguro: Implementem mecanismos eficazes de denúncia e ofereçam suporte socioemocional aos alunos.

Juntos Podemos Mudar Essa História!

A mudança começa agora, e cada um de nós é essencial nesse processo.

Promova o Respeito: Pratique empatia em todas as interações entre as diferenças.

Converse, reflita, compartilhe e colabore: Um final diferente para a adolescência precisa ser construído com todo nós!

Nós da Força Meninas queremos apoiar a mudança dessa história! Vamos juntos!

#Respeito #Igualdade #ForçaMeninas

Evento

11/03/2025

Força Meninas na CSW69: Construindo o Futuro com mais Meninas em STEM!

Ao entrar na plenária da ONU e ver representantes de diversos países reunidos para discutir igualdade de gênero, fica evidente que estamos diante de uma oportunidade única. É aqui que decisões são tomadas, políticas são construídas e compromissos globais são firmados. E o que nos trouxe até aqui? A certeza de que investir em meninas não é apenas uma questão de justiça social – é um caminho estratégico para inovação, desenvolvimento e transformação global.


Nova York, ONU – Dia 1 da CSW69

Hoje, um crachá na ONU carrega muito mais do que um nome. Ele representa um movimento, um compromisso e um chamado à ação. A Força Meninas chegou à CSW69 (Commission on the Status of Women) para reforçar uma pauta essencial: garantir que meninas tenham acesso à educação STEM e às oportunidades do futuro.


Por que a Força Meninas está na CSW69?

• Para apresentar soluções concretas. Viemos compartilhar dados e experiências que mostram que quando meninas têm acesso a STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), elas transformam realidades. Mas para isso, precisamos de infraestrutura, educação de qualidade e oportunidades reais de crescimento.

• Para cobrar compromissos de governos e empresas. A desigualdade de gênero nas carreiras do futuro ainda é gritante. Mulheres representam apenas 30% da força de trabalho em STEM e essa lacuna não se fecha sozinha. Precisamos de políticas públicas eficazes e incentivos para que meninas sejam incluídas no centro da inovação.

• Para conectar aliados na luta pela equidade. A transformação não acontece sozinha. Viemos para construir pontes com organizações, governos e empresas que acreditam no poder das meninas para mudar o mundo.


30 anos da Plataforma de Ação de Pequim: avanços e desafios

Este ano, a CSW69 marca um momento histórico: três décadas desde a adoção da Plataforma de Ação de Pequim, um dos marcos mais importantes na luta global pelos direitos das mulheres e meninas. Em 1995, líderes de todo o mundo se comprometeram com uma agenda ambiciosa para alcançar a igualdade de gênero, destacando áreas prioritárias como educação, participação política e acesso ao mercado de trabalho. Desde então, houve avanços significativos, mas ainda estamos longe de uma realidade justa: as meninas continuam sendo minoria em STEM, enfrentam barreiras estruturais e precisam de políticas que garantam sua plena participação na economia do futuro. Na Força Meninas, acreditamos que o legado de Pequim deve ser impulsionado com novas estratégias para a inclusão digital, equidade educacional e liderança feminina na ciência e tecnologia.


O que está em jogo?

A revolução digital, a economia verde e a inteligência artificial já estão moldando o futuro. Mas será que esse futuro será igualitário?

Se não tomarmos medidas concretas, a exclusão digital continuará a limitar o acesso de meninas às carreiras de alta tecnologia. 

Se não incentivarmos políticas de equidade, os espaços de inovação continuarão sendo dominados por uma minoria. 

Se não criarmos programas de capacitação, milhões de meninas ficarão fora da revolução econômica e tecnológica que definirá as próximas décadas.

Não podemos permitir que isso aconteça. O futuro das meninas em STEM não pode esperar.


Qual mudança você acredita que devemos priorizar para garantir um futuro mais igualitário para meninas?

Queremos ouvir você! Comente, compartilhe e leve essa conversa adiante. Vamos juntas transformar oportunidades em realidade!

Acompanhe nossa jornada na CSW69 e faça parte dessa mudança!

#CSW69 #GirlsInSTEM #ForçaMeninasNaONU #InnovationForAll #FuturoAgora #STEMParaElas #linkedinnoticias #iw2025

Expedição

11/12/2024

Contagem é transformada pela Expedição Força Meninas

Entre os dias 12 e 14 de novembro de 2024, a cidade de Contagem, em Minas Gerais, recebeu a expedição itinerante Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro. O evento, realizado no Parque Fernão Dias, impactou centenas de crianças e adolescentes, especialmente alunos de escolas públicas com idades entre 10 e 15 anos.

Atividades interativas e inspiradoras

A programação gratuita contou com cinco estações temáticas, como Pequeno Grande Mundo e Mude o Mundo LAB, que estimularam a criatividade e a reflexão. Na estação Bússola de Carreiras, os jovens usaram óculos de realidade virtual para explorar profissões como engenheira, biomédica e piloto de avião, vivenciando carreiras inovadoras e desafiadoras.

Animação e interação com a plateia no evento educativo.

Teatro e homenagens a mulheres pioneiras

Um dos destaques foi o espetáculo teatral Uma Janela Para O Mundo, que narrou a história de duas meninas de épocas diferentes conectadas pela ciência e criatividade. A peça homenageou mulheres como Ada Lovelace e Katherine Johnson, reforçando o impacto feminino na ciência e tecnologia.

Crianças atentas à apresentação.

Arte, matemática e reflexão sobre o futuro

Na estação Futuro Eu, os participantes exploraram conceitos matemáticos, criaram obras de arte e refletiram sobre suas escolhas de vida e carreira. Ao final, cada jovem recebeu um livreto com histórias de grandes mulheres da ciência, escrito por Déborah De Mari, fundadora da Força Meninas.

Inclusão como prioridade

O evento destacou-se pela acessibilidade, com infraestrutura adaptada, audiodescrição e intérpretes de Libras, garantindo a participação de todos. A passagem da expedição por Contagem reforçou a importância de iniciativas que unem educação, inclusão e inovação, inspirando uma nova geração a construir futuros brilhantes.

Green Fern

Adolescentes

12/09/2025

Guia de Proteção Digital: Como Proteger Meninas de Crimes e Deepnudes

A internet é um espaço incrível para aprender, criar e se conectar. Mas também pode trazer riscos graves, como crimes digitais que afetam especialmente meninas e mulheres. Entre eles, os deepnudes — imagens falsas produzidas por Inteligência Artificial.

Para enfrentar esse desafio, o Força Meninas preparou o Guia de Proteção Digital – Meninas Seguras, Futuro sem Medo, um material gratuito que ajuda estudantes, famílias, professores e empresas a entender e agir de forma preventiva.

[Baixe aqui o Guia gratuito de Proteção Digital]

O que você vai encontrar no Guia de Proteção Digital

No material, você encontra informações essenciais sobre:
● O que são IA, deepfake e deepnude.
● Quais os impactos desses crimes na vida de meninas e mulheres.
● Dicas práticas de proteção e segurança digital.
● Carreiras promissoras ligadas à tecnologia e proteção online.

Por que falar de proteção digital importa?

Por que falar de proteção digital importa?

Segundo dados recentes, meninas e adolescentes estão entre as principais vítimas de crimes digitais. A manipulação de imagens, como no caso dos deepnudes, pode gerar traumas emocionais, exclusão social e até desistência escolar. Discutir proteção digital é essencial para garantir que a internet seja um espaço de liberdade, aprendizado e oportunidades, sem medo ou violência.

Em setembro de 2025, a CEO da Força Meninas (Go Girls), Déborah De Mari, participou de uma audiência pública na Câmara dos Deputados, a convite das Comissões de Defesa dos Direitos da Mulher e Especial sobre Inteligência Artificial, para debater um tema que impacta diretamente o futuro da sociedade e do mercado: a violência digital contra meninas. O encontro contou com especialistas, organizações da sociedade civil e parlamentares Célia Xakriabá e Erika Hilton. 

Para enfrentar esse desafio, levamos ainda dezenas de meninas e meninos para a Câmara e apresentamos um dossiê inédito, com dados coletados em escolas de todo o país. Os resultados evidenciam a urgência de políticas de prevenção, acolhimento e conscientização sobre crimes digitais como os deepnudes.

Você pode assistir à íntegra da audiência no canal oficial da TV Câmara e também conferir a matéria aqui.

Essa pauta é estratégica: garantir a proteção de meninas hoje significa formar as líderes, profissionais e inovadoras do amanhã. Empresas, sociedade civil e poder público precisam atuar juntos para que o futuro digital seja inclusivo e sustentável.

Déborah De Mari, CEO da Força Meninas, se une a outras representantes para reafirmar o compromisso conjunto de enfrentar a violência digital e garantir um futuro mais seguro e inclusivo para meninas.


Déborah de Mari, CEO da Força Meninas, ao lado de parlamentares e lideranças, participa de audiência pública na Câmara dos Deputados sobre violência digital contra meninas.

Como se proteger de crimes digitais

Entre as orientações que estão no guia, destacamos:
✔️ Não compartilhar senhas.
✔️ Utilizar autenticação de dois fatores.
✔️ Questionar sempre a origem de imagens e vídeos.
✔️ Procurar apoio imediato em casos de violência digital.

Futuro sem medo: carreiras em tecnologia e proteção digital

A mesma tecnologia que traz riscos também pode abrir portas para novas oportunidades. O guia traz exemplos de carreiras promissoras ligadas à tecnologia, como segurança da informação, ciência de dados e desenvolvimento de IA ética. Assim, meninas podem não só se proteger, mas também liderar a construção de um futuro digital mais justo.

Faça o download gratuito do Guia!

O Guia de Proteção Digital – Meninas Seguras, Futuro sem Medo **é gratuito e pode ser baixado após o preenchimento de um formulário simples.
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[Clique aqui e baixe agora o guia]

Juntos, podemos construir uma internet em que nenhuma menina precise ter medo de estar online. Baixe o guia, compartilhe com sua rede e seja parte dessa transformação.

Adolescentes

25/03/2025

Adolescência: Como Podemos Mudar o Final Dessa História?

Como mãe de um menino e fundadora da Força Meninas, a série "Adolescência" me tocou profundamente. Não podemos perpetuar o abismo que tem se instaurado nas relações entre meninas e meninos. A trama de Jamie e Katie reflete uma realidade dolorosa que muitos jovens enfrentam diariamente: o cyberbullying e a violência de gênero. Essas questões não são apenas narrativas ficcionais; elas estão presentes na vidas de nossos filhos, alunos e amigos.

Ao refletir sobre a série "Adolescência" e os dados alarmantes da realidade, percebo a urgência de agir coletivamente para criar um ambiente digital mais seguro e acolhedor para todos.

Alguns dados que você precisa saber:

Cyberbullying – Feridas Invisíveis

No Brasil, 13,2% dos adolescentes já se sentiram ameaçados ou humilhados online; entre as meninas, esse índice sobe para 16,2%. Esses números não são estatísticas frias; são histórias de jovens que carregam cicatrizes emocionais profundas.

Impacto na Saúde Mental

O bullying está associado a depressão, ansiedade e baixa autoestima. Em casos extremos, pode levar a pensamentos suicidas. Como mãe, essa realidade me assusta e me mobiliza a agir.

Violência de Gênero Online

  • Misoginia: Entre 2017 e 2022, as denúncias cresceram quase 30 vezes, totalizando 74,3 mil casos.

  • Divulgação Não Consensual de Conteúdo Íntimo: Em 2018, a SaferNet recebeu 16.717 denúncias dessa prática.

  • Assédio Virtual: Mulheres negras e transgêneras são frequentemente alvo de mensagens ofensivas e ameaças.

Esses dados revelam um cenário alarmante que exige nossa atenção e ação imediata.

Mas o que é misoginia nas Redes Sociais?

Discursos de ódio contra mulheres cresceram significativamente nas plataformas digitais, perpetuando a violência de gênero. Alarmantemente, meninos entre 10 e 17 anos são os maiores consumidores desse conteúdo online. Como sociedade, precisamos refletir sobre o que está sendo ensinado aos nossos filhos e como podemos agir juntos para reverter essa tendência de aumento da violência contra meninas e mulheres.

O que podemos fazer?

A série deixa claro que não existe um, mas sim vários culpados para o desfecho trágico da história. Como o intuito deste texto é mudar a narrativa, convido vocês a refletirem comigo sobre como podemos mudar nossas atitudes.

Rede social e internet: precisamos compreender que o uso por crianças e adolescentes precisa ser monitorado e de acordo com a idade adequada. No Brasil, a idade do consentimento é de 13 anos. Já parou para pensar que deixar seu filho e sua filha sozinhos na internet, é como abandoná-lo em uma rua escura, repleta de estranhos mal intencionados prestes a abordá-los?

Neste contexto, seguem algumas recomendações que gostaria de compartilhar:

Para os Pais e aliados

  • Diálogo Aberto: Conversem regularmente com seus filhos sobre suas experiências online e offline.

  • Observação Atenta: Estejam atentos a mudanças comportamentais que possam indicar problemas relacionados ao bullying.

  • Participação Ativa: Engajem-se na vida escolar e digital de seus filhos, fortalecendo a conexão entre família e escola.

Pais de meninas: meninas confiantes e conscientes, são meninas seguras!

  • Consciência: Reconheçam que todos podem, inadvertidamente, perpetuar o cyberbullying.

  • Empatia: Ensinem suas meninas a pensarem antes de compartilhar ou comentar online.

  • Fortalecimento e informação: Conversem com seus meninas sobre privacidade e os perigos da exposição de sua imagem na internet.

  • Educação: converse os efeitos do cyberbullying e a importância da comunicação respeitosa.

  • Apoio Mútuo: Fortaleçam redes de solidariedade e respeito entre famílias.

  • Ação: Se seus filhas forem vítimas ou testemunhas de cyberbullying, dê apoio, incentive- a denunciar e procurem apoio. Cobrem da escola ações preventivas e punição de culpados.

  • Se os seus filhas forem as ofensoras, busque apoio profissional e atue na raiz do problema.

Pais de meninos: Vocês podem transformar essa realidade, transformem seus filhos em Agentes de Mudança

  • Questione Normas: Reflitam sobre comportamentos que perpetuam as desigualdades e violências.

  • Exemplo Positivo: Demonstrem respeito em todas as interações. Sejam exemplos de uma masculinidade positiva.

  • Educação: Busquem e compartilhem informações sobre a importância da igualdade com seus filhos e da construção de uma geração de respeito mútuo.

  • Ação: Se seus filhos forem vítimas ou testemunhas de cyberbullying, incentivem-nos a denunciar e procurem apoio. Se os seus filhos forem os ofensores, busque apoio profissional e atue na raiz do problema.

Pais e Escolas: Juntos Contra o Bullying e a Violência de Gênero

Escolas: precisam assumir proativamente a prevenção do problema.

  • Protocolos Claros: Estabeleçam códigos de conduta e procedimentos específicos para prevenir e lidar com casos de bullying.

  • Educação Contínua: Promovam atividades que incentivem empatia e respeito, integrando esses valores ao currículo escolar.

  • Ambiente Seguro: Implementem mecanismos eficazes de denúncia e ofereçam suporte socioemocional aos alunos.

Juntos Podemos Mudar Essa História!

A mudança começa agora, e cada um de nós é essencial nesse processo.

Promova o Respeito: Pratique empatia em todas as interações entre as diferenças.

Converse, reflita, compartilhe e colabore: Um final diferente para a adolescência precisa ser construído com todo nós!

Nós da Força Meninas queremos apoiar a mudança dessa história! Vamos juntos!

#Respeito #Igualdade #ForçaMeninas

Evento

11/03/2025

#CSW69: Não Recuaremos – O futuro das meninas em STEM Não Pode Esperar

Nesta semana, acompanhamos a abertura da 69ª sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher (CSW69), onde a Diretora Executiva da ONU Mulheres, Sima Bahous, deixou um recado claro e poderoso: não podemos aceitar retrocessos na luta pelos direitos das mulheres e meninas.

Como alguém que trabalha diariamente para ampliar o acesso de meninas a carreiras do futuro, principalmente em Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM), vejo esse momento como um divisor de águas. Não é apenas sobre direitos – é sobre oportunidades reais para que meninas ocupem espaços de inovação e liderança.


💡 Onde estaríamos se metade da população tivesse as mesmas oportunidades na ciência e tecnologia?

A realidade é dura:

🔴 Meninas ainda são desencorajadas a seguir carreiras em STEM.

🔴 A desigualdade começa na escola, onde há menos incentivo e oportunidades para que explorem seu potencial nessas áreas.

🔴 A falta de modelos femininos na tecnologia e engenharia reforça essa exclusão.

🔴 Mulheres se sentem menos seguras do que homens para experimentarem plataformas de inteligência artificial.

No Brasil, apenas 18% das mulheres que entram em STEM concluem suas carreiras nessa área. No mundo, a participação feminina na inteligência artificial e na computação ainda não chega a 30%. Estamos perdendo mentes brilhantes que poderiam transformar o mundo.

A CSW69 reforça que essa não é uma batalha que pode ser adiada. Não podemos esperar mais uma geração para ver mudanças.

🔹 Precisamos de políticas públicas que garantam acesso e permanência das meninas em STEM.

🔹 Precisamos de mais mulheres líderes e modelos que inspirem as novas gerações. 🔹 Precisamos de investimentos concretos para acelerar essa transformação.

A mensagem é clara: não recuaremos. Seguimos comprometidas em garantir que todas as meninas possam explorar seu potencial, inovar e construir o futuro que queremos ver.


🚀 E você, como pode fazer parte dessa mudança?

Na @Força Meninas, estamos criando soluções para mudar essa história – conectando meninas ao conhecimento, à inspiração e às oportunidades que elas precisam para ocupar espaços de inovação e liderança. Se você quer ser parte dessa transformação, junte-se a nós!


POR QUE APOIAR A FORÇA MENINAS?

Impacto Mensurável: Nossa metodologia já comprovou resultados no aumento do interesse de meninas em STEM.

Alinhamento com ESG e ODS: Empresas e governos que nos apoiam fortalecem sua agenda ESG e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Modelo Escalável: Nossos projetos podem ser replicados globalmente, promovendo impacto sustentável.

Diferencial Inovador: Unimos tecnologia, educação e impacto social, criando um novo modelo de empoderamento feminino.

Não há crescimento econômico sem a participação das meninas nas oportunidades do futuro.

-> Nós próximos dias, compartilharemos a proposta da Força Meninas para avançar o futuro das meninas!

#CSW69 #Gênero #STEM #MulheresNaCiência #LiderançaFeminina #IgualdadeDeGênero #ForçaMeninas #iw2025

Girl Power

11/02/2025

Por que Precisamos do Dia Internacional das Meninas nas Ciências?

A Origem do Dia Internacional de Meninas e Mulheres na Ciência

Dia Internacional de Meninas e Mulheres na Ciência, celebrado em 11 de fevereiro, foi instituído em 2015 pela Organização das Nações Unidas (ONU) com o objetivo de promover a igualdade de gênero na ciência e destacar o papel das mulheres nas áreas de Razões para Incentivar Meninas na Ciência Desde Cedo (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática).

O Dia Internacional das Meninas nas Ciências é uma oportunidade crucial para discutir a presença das meninas nas ciências e estimular mais garotas a se interessarem por essas áreas.

As meninas nas ciências enfrentam desafios únicos que precisam ser abordados para garantir que elas tenham oportunidades iguais no campo científico.

Educar as meninas nas ciências desde cedo é fundamental para garantir que tenham a confiança e o suporte necessários para seguir carreiras em STEM.

Iniciativas que incentivam as meninas nas ciências são essenciais para mudar a percepção e aumentar a participação feminina nas áreas STEM.

A data surgiu como um alerta para a desigualdade de oportunidades enfrentada por meninas e mulheres na ciência. Apesar dos avanços, os números mostram que a sub-representação feminina persiste: apenas 35% dos estudantes de STEM no mundo são mulheres, segundo a UNESCO. No Brasil, a disparidade também é evidente, com uma presença reduzida de mulheres em áreas como tecnologia e engenharia.

Mas o que podemos fazer para mudar esse cenário? A resposta está na educação desde a infância.

Os dados mostram que, quando incentivadas, as meninas nas ciências podem alcançar resultados impressionantes e se destacar em suas áreas de interesse.

É crucial criar um ambiente onde as meninas nas ciências se sintam apoiadas e motivadas a se envolver em projetos científicos desde a infância.

Superar os estereótipos e preconceitos é um passo importante para garantir que mais meninas nas ciências tenham um futuro brilhante.

A importância do Dia das Meninas nas Ciências não pode ser subestimada, pois ele destaca a necessidade de mais meninas nas ciências em todo o mundo.

A Importância da Representatividade Feminina em STEM

As mulheres sempre desempenharam um papel fundamental na ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM), mas sua presença ainda é inferior à dos homens nessas áreas. De acordo com a UNESCO, apenas 35% dos estudantes em cursos de STEM no mundo são mulheres. No Brasil, a situação não é diferente: mesmo sendo maioria nas universidades, as mulheres ainda são minoria em carreiras científicas e tecnológicas.

No Dia das Meninas nas Ciências (11 de fevereiro), a UNESCO lança a campanha #EveryVoiceCount, destacando a importância de garantir que meninas e mulheres sejam ouvidas e tenham espaço para contribuir com a ciência, a inovação e o desenvolvimento sustentável.

O Que a Pesquisa da Força Meninas Revela Sobre Meninas na Ciências?

A pesquisa “Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro”, realizada pela Força Meninas, trouxe dados alarmantes sobre os desafios que impedem meninas de ingressar em áreas científicas e tecnológicas. O estudo revelou que 54% das meninas brasileiras não se sentem confiantes para seguir carreiras em STEM, principalmente devido à falta de referências femininas, estímulos adequados e ambientes que incentivem sua participação. Além disso, a pesquisa identificou que meninas que têm contato com experiências científicas na infância demonstram 3 vezes mais interesse por essas carreiras no futuro. Esses dados reforçam a importância de iniciativas como a Expedição Itinerante “Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro”, que busca ampliar o acesso de meninas ao conhecimento e inspirá-las a explorar seu potencial em STEM desde cedo.

Precisamos de mais programas que incentivem as meninas nas ciências e que proporcionem experiências práticas e enriquecedoras.

A falta de referências femininas, estereótipos de gênero e a ausência de estímulos na infância são fatores que afastam as meninas dessas carreiras. Por isso, garantir que elas tenham contato com a ciência desde cedo é essencial para mudar essa realidade.

O Impacto da Força Meninas no Incentivo à Ciência para Meninas

Força Meninas é uma plataforma educativa que há anos trabalha para transformar esse cenário no Brasil. Por meio da Expedição Itinerante “Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro”, levamos conhecimento e experiências imersivas para meninas de 6 a 18 anos em todo o país, apresentando a ciência de maneira acessível e inspiradora.

✔ Mais de 65 mil estudantes impactados em 27 cidades e 23 estados brasileiros
✔ Oficinas práticas e palestras que aproximam meninas de carreiras em STEM
✔ Incentivo à liderança feminina e ao desenvolvimento de habilidades essenciais para o futuro

Se queremos um futuro melhor, precisamos investir nas meninas nas ciências e fazer com que se sintam empoderadas e capacitadas.

Oportunidades no Mercado para Mulheres em STEM

Além da importância da diversidade nas ciências, o mercado de trabalho está cada vez mais carente de profissionais qualificados em tecnologia e inovação. A BRASSCOM prevê que 791 mil novas vagas em Tecnologia da Informação serão criadas no Brasil até 2025, mas o país ainda não tem profissionais suficientes para preencher essas posições.

Investir no potencial das meninas em STEM não é apenas uma questão de equidade de gênero – é também uma solução estratégica para o desenvolvimento econômico e tecnológico do país.

Como Incentivar Mais Meninas a Seguir Carreiras Científicas?

Se queremos ver mais mulheres na ciência, precisamos agir agora! Algumas formas de incentivo incluem:

Juntas, devemos trabalhar para garantir que as meninas nas ciências sejam vistas e ouvidas em todos os níveis de tomada de decisão.

Apresentar modelos femininos na ciência - Mostrar histórias de mulheres que fizeram e fazem a diferença na tecnologia, na engenharia e em outras áreas STEM.
Criar experiências educacionais imersivas - Iniciativas como a Expedição “Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro” ajudam a despertar a curiosidade das meninas pela ciência. Descubra o que é STEAM a metodolodia aplicada na Expedição.
Apoiar políticas e programas de incentivo - Empresas, escolas e governo precisam se unir para criar oportunidades reais para meninas na ciência.

Inspirando a Próxima Geração de Cientistas

O documentário “Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro”, dirigido por Deborah De Mari, fundadora da Força Meninas, traz um olhar profundo sobre os desafios e conquistas de meninas e mulheres na ciência. A produção apresenta histórias inspiradoras de jovens brasileiras que desafiam estereótipos e trilham caminhos em áreas como tecnologia, engenharia e matemática, além de destacar depoimentos de especialistas sobre a importância da representatividade feminina em STEM. O filme não apenas evidencia os obstáculos enfrentados pelas meninas, mas também reforça a necessidade de intervenção precoce para garantir que elas tenham oportunidades reais de explorar seu potencial.

Na Força Meninas, acreditamos que meninas fortalecidas e incentivadas desde cedo podem mudar o mundo. Queremos ampliar nosso impacto e garantir que cada vez mais meninas tenham oportunidades para explorar seu potencial na ciência.

Na Força Meninas, estamos comprometidos em criar oportunidades para meninas nas áreas de STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática). Nossa missão está alinhada com os objetivos do Dia Internacional das Meninas e Mulheres na Ciência, promovendo igualdade de gênero e incentivando mais meninas a explorarem seu potencial nessas áreas.

Juntas, podemos ampliar o impacto e garantir que cada vez mais meninas tenham acesso à educação científica, quebrando barreiras e construindo um futuro mais inovador e inclusivo! 🚀🔬✨

Transformar o futuro da ciência é garantir mais diversidade, inovação e oportunidades para as próximas gerações.

📢 Quer saber mais sobre nosso trabalho? Entre em contato.

#MeninasNaCiência #STEMParaMeninas #MulheresNaCiência #ForçaMeninas #FuturoDasMeninas#scienceforwomenandgirls

Expedição

11/12/2024

Contagem é transformada pela Expedição Força Meninas

Entre os dias 12 e 14 de novembro de 2024, a cidade de Contagem, em Minas Gerais, recebeu a expedição itinerante Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro. O evento, realizado no Parque Fernão Dias, impactou centenas de crianças e adolescentes, especialmente alunos de escolas públicas com idades entre 10 e 15 anos.

Atividades interativas e inspiradoras

A programação gratuita contou com cinco estações temáticas, como Pequeno Grande Mundo e Mude o Mundo LAB, que estimularam a criatividade e a reflexão. Na estação Bússola de Carreiras, os jovens usaram óculos de realidade virtual para explorar profissões como engenheira, biomédica e piloto de avião, vivenciando carreiras inovadoras e desafiadoras.

Animação e interação com a plateia no evento educativo.

Teatro e homenagens a mulheres pioneiras

Um dos destaques foi o espetáculo teatral Uma Janela Para O Mundo, que narrou a história de duas meninas de épocas diferentes conectadas pela ciência e criatividade. A peça homenageou mulheres como Ada Lovelace e Katherine Johnson, reforçando o impacto feminino na ciência e tecnologia.

Crianças atentas à apresentação.

Arte, matemática e reflexão sobre o futuro

Na estação Futuro Eu, os participantes exploraram conceitos matemáticos, criaram obras de arte e refletiram sobre suas escolhas de vida e carreira. Ao final, cada jovem recebeu um livreto com histórias de grandes mulheres da ciência, escrito por Déborah De Mari, fundadora da Força Meninas.

Inclusão como prioridade

O evento destacou-se pela acessibilidade, com infraestrutura adaptada, audiodescrição e intérpretes de Libras, garantindo a participação de todos. A passagem da expedição por Contagem reforçou a importância de iniciativas que unem educação, inclusão e inovação, inspirando uma nova geração a construir futuros brilhantes.

Evento

15/09/2025

Meninas no centro das decisões globais: A participação da Força Meninas na CSW69

A internet é um espaço incrível para aprender, criar e se conectar. Mas também pode trazer riscos graves, como crimes digitais que afetam especialmente meninas e mulheres. Entre eles, os deepnudes — imagens falsas produzidas por Inteligência Artificial.

Para enfrentar esse desafio, o Força Meninas preparou o Guia de Proteção Digital – Meninas Seguras, Futuro sem Medo, um material gratuito que ajuda estudantes, famílias, professores e empresas a entender e agir de forma preventiva.

[Baixe aqui o Guia gratuito de Proteção Digital]

O que você vai encontrar no Guia de Proteção Digital

No material, você encontra informações essenciais sobre:
● O que são IA, deepfake e deepnude.
● Quais os impactos desses crimes na vida de meninas e mulheres.
● Dicas práticas de proteção e segurança digital.
● Carreiras promissoras ligadas à tecnologia e proteção online.

Por que falar de proteção digital importa?

Por que falar de proteção digital importa?

Segundo dados recentes, meninas e adolescentes estão entre as principais vítimas de crimes digitais. A manipulação de imagens, como no caso dos deepnudes, pode gerar traumas emocionais, exclusão social e até desistência escolar. Discutir proteção digital é essencial para garantir que a internet seja um espaço de liberdade, aprendizado e oportunidades, sem medo ou violência.

Em setembro de 2025, a CEO da Força Meninas (Go Girls), Déborah De Mari, participou de uma audiência pública na Câmara dos Deputados, a convite das Comissões de Defesa dos Direitos da Mulher e Especial sobre Inteligência Artificial, para debater um tema que impacta diretamente o futuro da sociedade e do mercado: a violência digital contra meninas. O encontro contou com especialistas, organizações da sociedade civil e parlamentares Célia Xakriabá e Erika Hilton. 

Para enfrentar esse desafio, levamos ainda dezenas de meninas e meninos para a Câmara e apresentamos um dossiê inédito, com dados coletados em escolas de todo o país. Os resultados evidenciam a urgência de políticas de prevenção, acolhimento e conscientização sobre crimes digitais como os deepnudes.

Você pode assistir à íntegra da audiência no canal oficial da TV Câmara e também conferir a matéria aqui.

Essa pauta é estratégica: garantir a proteção de meninas hoje significa formar as líderes, profissionais e inovadoras do amanhã. Empresas, sociedade civil e poder público precisam atuar juntos para que o futuro digital seja inclusivo e sustentável.


Déborah De Mari, CEO da Força Meninas, se une a outras representantes para reafirmar o compromisso conjunto de enfrentar a violência digital e garantir um futuro mais seguro e inclusivo para meninas.


Déborah De Mari, CEO da Força Meninas, ao lado da deputada Erika Hilton, em audiência pública na Câmara dos Deputados sobre violência digital contra meninas.


Déborah de Mari, CEO da Força Meninas, ao lado de parlamentares e lideranças, participa de audiência pública na Câmara dos Deputados sobre violência digital contra meninas.

Como se proteger de crimes digitais

Entre as orientações que estão no guia, destacamos:
✔️ Não compartilhar senhas.
✔️ Utilizar autenticação de dois fatores.
✔️ Questionar sempre a origem de imagens e vídeos.
✔️ Procurar apoio imediato em casos de violência digital.

Futuro sem medo: carreiras em tecnologia e proteção digital

A mesma tecnologia que traz riscos também pode abrir portas para novas oportunidades. O guia traz exemplos de carreiras promissoras ligadas à tecnologia, como segurança da informação, ciência de dados e desenvolvimento de IA ética. Assim, meninas podem não só se proteger, mas também liderar a construção de um futuro digital mais justo.

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Juntos, podemos construir uma internet em que nenhuma menina precise ter medo de estar online. Baixe o guia, compartilhe com sua rede e seja parte dessa transformação.

Evento

21/03/2025

O que países silenciaram na CSW69, na ONU - e o que precisamos dizer em voz alta

Por Deborah De Mari – fundadora da Força Meninas

Estive na sede da ONU em março, durante a 69ª sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher (CSW69). Vivi intensamente debates, articulações e silêncios. E volto com uma certeza: não há futuro sustentável sem meninas e mulheres diversas no centro da transformação.

O evento marcou os 30 anos da Plataforma de Ação de Pequim. Mas mesmo em 2025, palavras como “educação sexual”, “direitos reprodutivos” e “autonomia” foram apagadas da declaração final. Mulheres negras, indígenas, quilombolas e LGBTQI+? Nem uma linha.

Enquanto isso, as jovens brasileiras que conheci nos corredores do evento e as meninas com quem trabalhamos na Força Meninas criam soluções para o futuro. Elas não pedem mais permissão para existir nos espaços de decisão. Elas superam obstáculos e se fazem presentes. Elas escutam suas comunidades, constroem com baixo custo, propõem soluções e transformam bairros, cidades. Mas falta apoio, as vezes mais capacitação, investimento para escala, oportunidade, reconhecimento e coragem política para trazê-las ao centro.

O Brasil chegou com avanços importantes: diálogo com a sociedade civil, combate à fome, programas de dignidade menstrual, políticas de referência de enfrentamento à violência. Mas ainda faltam pontes estruturais, objetivos comuns que gerem pertencimento em sociedade colaborativa que cresce a partir da integração entre governos, empresas e sociedade civil.

Temas do momento, precisamos falar de de clima e tecnologia, palco de muitos diálogos para poucos, as pautas urgentes foram tratadas de maneira regimental . A inteligência artificial que acompanhei de perto — decepcionou e foi debatida em salas pequenas e superlotadas — nos discursos ficou clara a urgência ética, mas evidente a distância entre teoria e prática. Diálogos entre governos e especialistas, revelavam a ausência perturbadora das Big Techs e representantes da sociedade civil.

A IA também foi protagonista de discussões sobre violência de gênero ascendente em todo o mundo. Ou seja, sem mulheres e meninas diversas na construção dessa nova tecnologia e na regulação das práticas de mercado, amplificaremos os abismos e violências já designados as meninas e mulheres no passado, sobretudo as mais vulneráveis.

Sobre o clima, confesso que me pareceu ainda mais desanimada a conversa. Mais presente do que a IA, mas ainda assim tratada de maneira abstrata me levou a reflexão sobre o papel do Brasil, na COP30, este ano em Belém.

Será que protagonizaremos a coragem e reparação histórica de fazer uma COP de verdade comm justiça climática com recorte de gênero e raça no centro do debate. Teremos essa coragem?


Neste contexto, qual recado a CSW69 deixou (ou não) que deve ser pauta da estratégia ESG de empresas visionárias:

Investimento em educação para incentivar meninas em carreiras Tecnológicas e Científicas. científica e tecnológica para meninas;

Mulheres negras, indígenas e periféricas em espaços de criação, decisão e oportunidade;

Paridade real em conselhos e lideranças;

Remuneração do cuidado e divisão do trabalho doméstico.

Métricas de impacto que vão além do carbono;

Mulheres e meninas movem o mundo — e serão cruciais para empresas que desejam ter futuro. As que entenderem isso agora, liderarão o amanhã. As que resistirem, ficarão presas a um mundo que já não parece com o passado, mas desconhece as reais oportunidades do futuro.

Vamos juntas?

#Equidade #LiderançaFeminina #ForçaMeninas #ESG #JustiçaClimática #DiversidadeNaTecnologia #COP30 #Gênero #InovaçãoSocial #CSW69 #FuturoÉAgora

Evento

11/03/2025

Força Meninas na CSW69: Construindo o Futuro com mais Meninas em STEM!

Ao entrar na plenária da ONU e ver representantes de diversos países reunidos para discutir igualdade de gênero, fica evidente que estamos diante de uma oportunidade única. É aqui que decisões são tomadas, políticas são construídas e compromissos globais são firmados. E o que nos trouxe até aqui? A certeza de que investir em meninas não é apenas uma questão de justiça social – é um caminho estratégico para inovação, desenvolvimento e transformação global.


Nova York, ONU – Dia 1 da CSW69

Hoje, um crachá na ONU carrega muito mais do que um nome. Ele representa um movimento, um compromisso e um chamado à ação. A Força Meninas chegou à CSW69 (Commission on the Status of Women) para reforçar uma pauta essencial: garantir que meninas tenham acesso à educação STEM e às oportunidades do futuro.


Por que a Força Meninas está na CSW69?

• Para apresentar soluções concretas. Viemos compartilhar dados e experiências que mostram que quando meninas têm acesso a STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), elas transformam realidades. Mas para isso, precisamos de infraestrutura, educação de qualidade e oportunidades reais de crescimento.

• Para cobrar compromissos de governos e empresas. A desigualdade de gênero nas carreiras do futuro ainda é gritante. Mulheres representam apenas 30% da força de trabalho em STEM e essa lacuna não se fecha sozinha. Precisamos de políticas públicas eficazes e incentivos para que meninas sejam incluídas no centro da inovação.

• Para conectar aliados na luta pela equidade. A transformação não acontece sozinha. Viemos para construir pontes com organizações, governos e empresas que acreditam no poder das meninas para mudar o mundo.


30 anos da Plataforma de Ação de Pequim: avanços e desafios

Este ano, a CSW69 marca um momento histórico: três décadas desde a adoção da Plataforma de Ação de Pequim, um dos marcos mais importantes na luta global pelos direitos das mulheres e meninas. Em 1995, líderes de todo o mundo se comprometeram com uma agenda ambiciosa para alcançar a igualdade de gênero, destacando áreas prioritárias como educação, participação política e acesso ao mercado de trabalho. Desde então, houve avanços significativos, mas ainda estamos longe de uma realidade justa: as meninas continuam sendo minoria em STEM, enfrentam barreiras estruturais e precisam de políticas que garantam sua plena participação na economia do futuro. Na Força Meninas, acreditamos que o legado de Pequim deve ser impulsionado com novas estratégias para a inclusão digital, equidade educacional e liderança feminina na ciência e tecnologia.


O que está em jogo?

A revolução digital, a economia verde e a inteligência artificial já estão moldando o futuro. Mas será que esse futuro será igualitário?

Se não tomarmos medidas concretas, a exclusão digital continuará a limitar o acesso de meninas às carreiras de alta tecnologia. 

Se não incentivarmos políticas de equidade, os espaços de inovação continuarão sendo dominados por uma minoria. 

Se não criarmos programas de capacitação, milhões de meninas ficarão fora da revolução econômica e tecnológica que definirá as próximas décadas.

Não podemos permitir que isso aconteça. O futuro das meninas em STEM não pode esperar.


Qual mudança você acredita que devemos priorizar para garantir um futuro mais igualitário para meninas?

Queremos ouvir você! Comente, compartilhe e leve essa conversa adiante. Vamos juntas transformar oportunidades em realidade!

Acompanhe nossa jornada na CSW69 e faça parte dessa mudança!

#CSW69 #GirlsInSTEM #ForçaMeninasNaONU #InnovationForAll #FuturoAgora #STEMParaElas #linkedinnoticias #iw2025

Lilac Flower

Expedição

11/12/2024

São Paulo encerra com sucesso a Expedição Força Meninas

Nos dias 18 e 19 de novembro de 2024, São Paulo recebeu o encerramento da expedição itinerante Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro, no CEU São Rafael. Realizado pela Força Meninas, o evento ofereceu uma programação gratuita e interativa para crianças e adolescentes de 10 a 15 anos.

Jovens explorando possibilidades e sonhando grande no evento.

Atividades imersivas e educativas

A expedição contou com cinco estações temáticas. Na estação Pequeno Grande Mundo, os participantes exploraram desde imagens microscópicas de células até o universo capturado pelo telescópio Hubble. Já no Mude o Mundo LAB, os jovens criaram infográficos sobre questões sociais, aprendendo sobre a importância da ciência de dados.

Teatro e homenagens inspiradoras

O ponto alto foi a peça teatral Uma Janela Para O Mundo, que emocionou o público ao contar a história de Luna e Estela, duas meninas de épocas diferentes que superam desafios e exploram o desconhecido. A peça homenageou mulheres icônicas da ciência, como Enedina Alves e Katherine Johnson, destacando o papel feminino na história e no futuro.

Arte, ciência e carreiras STEAM

Na estação Futuro Eu, os participantes criaram obras artísticas que refletiam seus sonhos, unindo arte e ciência. Já na Bússola de Carreiras, a realidade virtual permitiu explorar profissões como engenheira e astronauta, incentivando o interesse pelas áreas de Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática (STEAM).


Jovens reunidos para explorar o futuro

Inclusão e acessibilidade

A inclusão foi prioridade, com serviços como intérpretes de Libras e audiodescrição. A expedição encerrou sua jornada em São Paulo inspirando milhares de jovens a sonharem alto e explorarem seu potencial.

Impacto e legado

Com mais de 100 mil jovens impactados em 2024, a Expedição Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro consolidou-se como um marco na educação brasileira, encerrando sua jornada em grande estilo na maior cidade do país.

Green Fern

Adolescentes

12/09/2025

Guia de Proteção Digital: Como Proteger Meninas de Crimes e Deepnudes

A internet é um espaço incrível para aprender, criar e se conectar. Mas também pode trazer riscos graves, como crimes digitais que afetam especialmente meninas e mulheres. Entre eles, os deepnudes — imagens falsas produzidas por Inteligência Artificial.

Para enfrentar esse desafio, o Força Meninas preparou o Guia de Proteção Digital – Meninas Seguras, Futuro sem Medo, um material gratuito que ajuda estudantes, famílias, professores e empresas a entender e agir de forma preventiva.

[Baixe aqui o Guia gratuito de Proteção Digital]

O que você vai encontrar no Guia de Proteção Digital

No material, você encontra informações essenciais sobre:
● O que são IA, deepfake e deepnude.
● Quais os impactos desses crimes na vida de meninas e mulheres.
● Dicas práticas de proteção e segurança digital.
● Carreiras promissoras ligadas à tecnologia e proteção online.

Por que falar de proteção digital importa?

Por que falar de proteção digital importa?

Segundo dados recentes, meninas e adolescentes estão entre as principais vítimas de crimes digitais. A manipulação de imagens, como no caso dos deepnudes, pode gerar traumas emocionais, exclusão social e até desistência escolar. Discutir proteção digital é essencial para garantir que a internet seja um espaço de liberdade, aprendizado e oportunidades, sem medo ou violência.

Em setembro de 2025, a CEO da Força Meninas (Go Girls), Déborah De Mari, participou de uma audiência pública na Câmara dos Deputados, a convite das Comissões de Defesa dos Direitos da Mulher e Especial sobre Inteligência Artificial, para debater um tema que impacta diretamente o futuro da sociedade e do mercado: a violência digital contra meninas. O encontro contou com especialistas, organizações da sociedade civil e parlamentares Célia Xakriabá e Erika Hilton. 

Para enfrentar esse desafio, levamos ainda dezenas de meninas e meninos para a Câmara e apresentamos um dossiê inédito, com dados coletados em escolas de todo o país. Os resultados evidenciam a urgência de políticas de prevenção, acolhimento e conscientização sobre crimes digitais como os deepnudes.

Você pode assistir à íntegra da audiência no canal oficial da TV Câmara e também conferir a matéria aqui.

Essa pauta é estratégica: garantir a proteção de meninas hoje significa formar as líderes, profissionais e inovadoras do amanhã. Empresas, sociedade civil e poder público precisam atuar juntos para que o futuro digital seja inclusivo e sustentável.

Déborah De Mari, CEO da Força Meninas, se une a outras representantes para reafirmar o compromisso conjunto de enfrentar a violência digital e garantir um futuro mais seguro e inclusivo para meninas.


Déborah de Mari, CEO da Força Meninas, ao lado de parlamentares e lideranças, participa de audiência pública na Câmara dos Deputados sobre violência digital contra meninas.

Como se proteger de crimes digitais

Entre as orientações que estão no guia, destacamos:
✔️ Não compartilhar senhas.
✔️ Utilizar autenticação de dois fatores.
✔️ Questionar sempre a origem de imagens e vídeos.
✔️ Procurar apoio imediato em casos de violência digital.

Futuro sem medo: carreiras em tecnologia e proteção digital

A mesma tecnologia que traz riscos também pode abrir portas para novas oportunidades. O guia traz exemplos de carreiras promissoras ligadas à tecnologia, como segurança da informação, ciência de dados e desenvolvimento de IA ética. Assim, meninas podem não só se proteger, mas também liderar a construção de um futuro digital mais justo.

Faça o download gratuito do Guia!

O Guia de Proteção Digital – Meninas Seguras, Futuro sem Medo **é gratuito e pode ser baixado após o preenchimento de um formulário simples.
**
[Clique aqui e baixe agora o guia]

Juntos, podemos construir uma internet em que nenhuma menina precise ter medo de estar online. Baixe o guia, compartilhe com sua rede e seja parte dessa transformação.

Evento

15/09/2025

Meninas no centro das decisões globais: A participação da Força Meninas na CSW69

A internet é um espaço incrível para aprender, criar e se conectar. Mas também pode trazer riscos graves, como crimes digitais que afetam especialmente meninas e mulheres. Entre eles, os deepnudes — imagens falsas produzidas por Inteligência Artificial.

Para enfrentar esse desafio, o Força Meninas preparou o Guia de Proteção Digital – Meninas Seguras, Futuro sem Medo, um material gratuito que ajuda estudantes, famílias, professores e empresas a entender e agir de forma preventiva.

[Baixe aqui o Guia gratuito de Proteção Digital]

O que você vai encontrar no Guia de Proteção Digital

No material, você encontra informações essenciais sobre:
● O que são IA, deepfake e deepnude.
● Quais os impactos desses crimes na vida de meninas e mulheres.
● Dicas práticas de proteção e segurança digital.
● Carreiras promissoras ligadas à tecnologia e proteção online.

Por que falar de proteção digital importa?

Por que falar de proteção digital importa?

Segundo dados recentes, meninas e adolescentes estão entre as principais vítimas de crimes digitais. A manipulação de imagens, como no caso dos deepnudes, pode gerar traumas emocionais, exclusão social e até desistência escolar. Discutir proteção digital é essencial para garantir que a internet seja um espaço de liberdade, aprendizado e oportunidades, sem medo ou violência.

Em setembro de 2025, a CEO da Força Meninas (Go Girls), Déborah De Mari, participou de uma audiência pública na Câmara dos Deputados, a convite das Comissões de Defesa dos Direitos da Mulher e Especial sobre Inteligência Artificial, para debater um tema que impacta diretamente o futuro da sociedade e do mercado: a violência digital contra meninas. O encontro contou com especialistas, organizações da sociedade civil e parlamentares Célia Xakriabá e Erika Hilton. 

Para enfrentar esse desafio, levamos ainda dezenas de meninas e meninos para a Câmara e apresentamos um dossiê inédito, com dados coletados em escolas de todo o país. Os resultados evidenciam a urgência de políticas de prevenção, acolhimento e conscientização sobre crimes digitais como os deepnudes.

Você pode assistir à íntegra da audiência no canal oficial da TV Câmara e também conferir a matéria aqui.

Essa pauta é estratégica: garantir a proteção de meninas hoje significa formar as líderes, profissionais e inovadoras do amanhã. Empresas, sociedade civil e poder público precisam atuar juntos para que o futuro digital seja inclusivo e sustentável.


Déborah De Mari, CEO da Força Meninas, se une a outras representantes para reafirmar o compromisso conjunto de enfrentar a violência digital e garantir um futuro mais seguro e inclusivo para meninas.


Déborah De Mari, CEO da Força Meninas, ao lado da deputada Erika Hilton, em audiência pública na Câmara dos Deputados sobre violência digital contra meninas.


Déborah de Mari, CEO da Força Meninas, ao lado de parlamentares e lideranças, participa de audiência pública na Câmara dos Deputados sobre violência digital contra meninas.

Como se proteger de crimes digitais

Entre as orientações que estão no guia, destacamos:
✔️ Não compartilhar senhas.
✔️ Utilizar autenticação de dois fatores.
✔️ Questionar sempre a origem de imagens e vídeos.
✔️ Procurar apoio imediato em casos de violência digital.

Futuro sem medo: carreiras em tecnologia e proteção digital

A mesma tecnologia que traz riscos também pode abrir portas para novas oportunidades. O guia traz exemplos de carreiras promissoras ligadas à tecnologia, como segurança da informação, ciência de dados e desenvolvimento de IA ética. Assim, meninas podem não só se proteger, mas também liderar a construção de um futuro digital mais justo.

Faça o download gratuito do Guia!

O Guia de Proteção Digital – Meninas Seguras, Futuro sem Medo **é gratuito e pode ser baixado após o preenchimento de um formulário simples.
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Juntos, podemos construir uma internet em que nenhuma menina precise ter medo de estar online. Baixe o guia, compartilhe com sua rede e seja parte dessa transformação.

Adolescentes

25/03/2025

Adolescência: Como Podemos Mudar o Final Dessa História?

Como mãe de um menino e fundadora da Força Meninas, a série "Adolescência" me tocou profundamente. Não podemos perpetuar o abismo que tem se instaurado nas relações entre meninas e meninos. A trama de Jamie e Katie reflete uma realidade dolorosa que muitos jovens enfrentam diariamente: o cyberbullying e a violência de gênero. Essas questões não são apenas narrativas ficcionais; elas estão presentes na vidas de nossos filhos, alunos e amigos.

Ao refletir sobre a série "Adolescência" e os dados alarmantes da realidade, percebo a urgência de agir coletivamente para criar um ambiente digital mais seguro e acolhedor para todos.

Alguns dados que você precisa saber:

Cyberbullying – Feridas Invisíveis

No Brasil, 13,2% dos adolescentes já se sentiram ameaçados ou humilhados online; entre as meninas, esse índice sobe para 16,2%. Esses números não são estatísticas frias; são histórias de jovens que carregam cicatrizes emocionais profundas.

Impacto na Saúde Mental

O bullying está associado a depressão, ansiedade e baixa autoestima. Em casos extremos, pode levar a pensamentos suicidas. Como mãe, essa realidade me assusta e me mobiliza a agir.

Violência de Gênero Online

  • Misoginia: Entre 2017 e 2022, as denúncias cresceram quase 30 vezes, totalizando 74,3 mil casos.

  • Divulgação Não Consensual de Conteúdo Íntimo: Em 2018, a SaferNet recebeu 16.717 denúncias dessa prática.

  • Assédio Virtual: Mulheres negras e transgêneras são frequentemente alvo de mensagens ofensivas e ameaças.

Esses dados revelam um cenário alarmante que exige nossa atenção e ação imediata.

Mas o que é misoginia nas Redes Sociais?

Discursos de ódio contra mulheres cresceram significativamente nas plataformas digitais, perpetuando a violência de gênero. Alarmantemente, meninos entre 10 e 17 anos são os maiores consumidores desse conteúdo online. Como sociedade, precisamos refletir sobre o que está sendo ensinado aos nossos filhos e como podemos agir juntos para reverter essa tendência de aumento da violência contra meninas e mulheres.

O que podemos fazer?

A série deixa claro que não existe um, mas sim vários culpados para o desfecho trágico da história. Como o intuito deste texto é mudar a narrativa, convido vocês a refletirem comigo sobre como podemos mudar nossas atitudes.

Rede social e internet: precisamos compreender que o uso por crianças e adolescentes precisa ser monitorado e de acordo com a idade adequada. No Brasil, a idade do consentimento é de 13 anos. Já parou para pensar que deixar seu filho e sua filha sozinhos na internet, é como abandoná-lo em uma rua escura, repleta de estranhos mal intencionados prestes a abordá-los?

Neste contexto, seguem algumas recomendações que gostaria de compartilhar:

Para os Pais e aliados

  • Diálogo Aberto: Conversem regularmente com seus filhos sobre suas experiências online e offline.

  • Observação Atenta: Estejam atentos a mudanças comportamentais que possam indicar problemas relacionados ao bullying.

  • Participação Ativa: Engajem-se na vida escolar e digital de seus filhos, fortalecendo a conexão entre família e escola.

Pais de meninas: meninas confiantes e conscientes, são meninas seguras!

  • Consciência: Reconheçam que todos podem, inadvertidamente, perpetuar o cyberbullying.

  • Empatia: Ensinem suas meninas a pensarem antes de compartilhar ou comentar online.

  • Fortalecimento e informação: Conversem com seus meninas sobre privacidade e os perigos da exposição de sua imagem na internet.

  • Educação: converse os efeitos do cyberbullying e a importância da comunicação respeitosa.

  • Apoio Mútuo: Fortaleçam redes de solidariedade e respeito entre famílias.

  • Ação: Se seus filhas forem vítimas ou testemunhas de cyberbullying, dê apoio, incentive- a denunciar e procurem apoio. Cobrem da escola ações preventivas e punição de culpados.

  • Se os seus filhas forem as ofensoras, busque apoio profissional e atue na raiz do problema.

Pais de meninos: Vocês podem transformar essa realidade, transformem seus filhos em Agentes de Mudança

  • Questione Normas: Reflitam sobre comportamentos que perpetuam as desigualdades e violências.

  • Exemplo Positivo: Demonstrem respeito em todas as interações. Sejam exemplos de uma masculinidade positiva.

  • Educação: Busquem e compartilhem informações sobre a importância da igualdade com seus filhos e da construção de uma geração de respeito mútuo.

  • Ação: Se seus filhos forem vítimas ou testemunhas de cyberbullying, incentivem-nos a denunciar e procurem apoio. Se os seus filhos forem os ofensores, busque apoio profissional e atue na raiz do problema.

Pais e Escolas: Juntos Contra o Bullying e a Violência de Gênero

Escolas: precisam assumir proativamente a prevenção do problema.

  • Protocolos Claros: Estabeleçam códigos de conduta e procedimentos específicos para prevenir e lidar com casos de bullying.

  • Educação Contínua: Promovam atividades que incentivem empatia e respeito, integrando esses valores ao currículo escolar.

  • Ambiente Seguro: Implementem mecanismos eficazes de denúncia e ofereçam suporte socioemocional aos alunos.

Juntos Podemos Mudar Essa História!

A mudança começa agora, e cada um de nós é essencial nesse processo.

Promova o Respeito: Pratique empatia em todas as interações entre as diferenças.

Converse, reflita, compartilhe e colabore: Um final diferente para a adolescência precisa ser construído com todo nós!

Nós da Força Meninas queremos apoiar a mudança dessa história! Vamos juntos!

#Respeito #Igualdade #ForçaMeninas

Evento

21/03/2025

O que países silenciaram na CSW69, na ONU - e o que precisamos dizer em voz alta

Por Deborah De Mari – fundadora da Força Meninas

Estive na sede da ONU em março, durante a 69ª sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher (CSW69). Vivi intensamente debates, articulações e silêncios. E volto com uma certeza: não há futuro sustentável sem meninas e mulheres diversas no centro da transformação.

O evento marcou os 30 anos da Plataforma de Ação de Pequim. Mas mesmo em 2025, palavras como “educação sexual”, “direitos reprodutivos” e “autonomia” foram apagadas da declaração final. Mulheres negras, indígenas, quilombolas e LGBTQI+? Nem uma linha.

Enquanto isso, as jovens brasileiras que conheci nos corredores do evento e as meninas com quem trabalhamos na Força Meninas criam soluções para o futuro. Elas não pedem mais permissão para existir nos espaços de decisão. Elas superam obstáculos e se fazem presentes. Elas escutam suas comunidades, constroem com baixo custo, propõem soluções e transformam bairros, cidades. Mas falta apoio, as vezes mais capacitação, investimento para escala, oportunidade, reconhecimento e coragem política para trazê-las ao centro.

O Brasil chegou com avanços importantes: diálogo com a sociedade civil, combate à fome, programas de dignidade menstrual, políticas de referência de enfrentamento à violência. Mas ainda faltam pontes estruturais, objetivos comuns que gerem pertencimento em sociedade colaborativa que cresce a partir da integração entre governos, empresas e sociedade civil.

Temas do momento, precisamos falar de de clima e tecnologia, palco de muitos diálogos para poucos, as pautas urgentes foram tratadas de maneira regimental . A inteligência artificial que acompanhei de perto — decepcionou e foi debatida em salas pequenas e superlotadas — nos discursos ficou clara a urgência ética, mas evidente a distância entre teoria e prática. Diálogos entre governos e especialistas, revelavam a ausência perturbadora das Big Techs e representantes da sociedade civil.

A IA também foi protagonista de discussões sobre violência de gênero ascendente em todo o mundo. Ou seja, sem mulheres e meninas diversas na construção dessa nova tecnologia e na regulação das práticas de mercado, amplificaremos os abismos e violências já designados as meninas e mulheres no passado, sobretudo as mais vulneráveis.

Sobre o clima, confesso que me pareceu ainda mais desanimada a conversa. Mais presente do que a IA, mas ainda assim tratada de maneira abstrata me levou a reflexão sobre o papel do Brasil, na COP30, este ano em Belém.

Será que protagonizaremos a coragem e reparação histórica de fazer uma COP de verdade comm justiça climática com recorte de gênero e raça no centro do debate. Teremos essa coragem?


Neste contexto, qual recado a CSW69 deixou (ou não) que deve ser pauta da estratégia ESG de empresas visionárias:

Investimento em educação para incentivar meninas em carreiras Tecnológicas e Científicas. científica e tecnológica para meninas;

Mulheres negras, indígenas e periféricas em espaços de criação, decisão e oportunidade;

Paridade real em conselhos e lideranças;

Remuneração do cuidado e divisão do trabalho doméstico.

Métricas de impacto que vão além do carbono;

Mulheres e meninas movem o mundo — e serão cruciais para empresas que desejam ter futuro. As que entenderem isso agora, liderarão o amanhã. As que resistirem, ficarão presas a um mundo que já não parece com o passado, mas desconhece as reais oportunidades do futuro.

Vamos juntas?

#Equidade #LiderançaFeminina #ForçaMeninas #ESG #JustiçaClimática #DiversidadeNaTecnologia #COP30 #Gênero #InovaçãoSocial #CSW69 #FuturoÉAgora

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