Por que Precisamos do Dia Internacional das Meninas nas Ciências?

Por que Precisamos do Dia Internacional das Meninas nas Ciências?

A Origem do Dia Internacional de Meninas e Mulheres na Ciência

Dia Internacional de Meninas e Mulheres na Ciência, celebrado em 11 de fevereiro, foi instituído em 2015 pela Organização das Nações Unidas (ONU) com o objetivo de promover a igualdade de gênero na ciência e destacar o papel das mulheres nas áreas de Razões para Incentivar Meninas na Ciência Desde Cedo (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática).

O Dia Internacional das Meninas nas Ciências é uma oportunidade crucial para discutir a presença das meninas nas ciências e estimular mais garotas a se interessarem por essas áreas.

As meninas nas ciências enfrentam desafios únicos que precisam ser abordados para garantir que elas tenham oportunidades iguais no campo científico.

Educar as meninas nas ciências desde cedo é fundamental para garantir que tenham a confiança e o suporte necessários para seguir carreiras em STEM.

Iniciativas que incentivam as meninas nas ciências são essenciais para mudar a percepção e aumentar a participação feminina nas áreas STEM.

A data surgiu como um alerta para a desigualdade de oportunidades enfrentada por meninas e mulheres na ciência. Apesar dos avanços, os números mostram que a sub-representação feminina persiste: apenas 35% dos estudantes de STEM no mundo são mulheres, segundo a UNESCO. No Brasil, a disparidade também é evidente, com uma presença reduzida de mulheres em áreas como tecnologia e engenharia.

Mas o que podemos fazer para mudar esse cenário? A resposta está na educação desde a infância.

Os dados mostram que, quando incentivadas, as meninas nas ciências podem alcançar resultados impressionantes e se destacar em suas áreas de interesse.

É crucial criar um ambiente onde as meninas nas ciências se sintam apoiadas e motivadas a se envolver em projetos científicos desde a infância.

Superar os estereótipos e preconceitos é um passo importante para garantir que mais meninas nas ciências tenham um futuro brilhante.

A importância do Dia das Meninas nas Ciências não pode ser subestimada, pois ele destaca a necessidade de mais meninas nas ciências em todo o mundo.

A Importância da Representatividade Feminina em STEM

As mulheres sempre desempenharam um papel fundamental na ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM), mas sua presença ainda é inferior à dos homens nessas áreas. De acordo com a UNESCO, apenas 35% dos estudantes em cursos de STEM no mundo são mulheres. No Brasil, a situação não é diferente: mesmo sendo maioria nas universidades, as mulheres ainda são minoria em carreiras científicas e tecnológicas.

No Dia das Meninas nas Ciências (11 de fevereiro), a UNESCO lança a campanha #EveryVoiceCount, destacando a importância de garantir que meninas e mulheres sejam ouvidas e tenham espaço para contribuir com a ciência, a inovação e o desenvolvimento sustentável.

O Que a Pesquisa da Força Meninas Revela Sobre Meninas na Ciências?

A pesquisa “Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro”, realizada pela Força Meninas, trouxe dados alarmantes sobre os desafios que impedem meninas de ingressar em áreas científicas e tecnológicas. O estudo revelou que 54% das meninas brasileiras não se sentem confiantes para seguir carreiras em STEM, principalmente devido à falta de referências femininas, estímulos adequados e ambientes que incentivem sua participação. Além disso, a pesquisa identificou que meninas que têm contato com experiências científicas na infância demonstram 3 vezes mais interesse por essas carreiras no futuro. Esses dados reforçam a importância de iniciativas como a Expedição Itinerante “Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro”, que busca ampliar o acesso de meninas ao conhecimento e inspirá-las a explorar seu potencial em STEM desde cedo.

Precisamos de mais programas que incentivem as meninas nas ciências e que proporcionem experiências práticas e enriquecedoras.

A falta de referências femininas, estereótipos de gênero e a ausência de estímulos na infância são fatores que afastam as meninas dessas carreiras. Por isso, garantir que elas tenham contato com a ciência desde cedo é essencial para mudar essa realidade.

O Impacto da Força Meninas no Incentivo à Ciência para Meninas

Força Meninas é uma plataforma educativa que há anos trabalha para transformar esse cenário no Brasil. Por meio da Expedição Itinerante “Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro”, levamos conhecimento e experiências imersivas para meninas de 6 a 18 anos em todo o país, apresentando a ciência de maneira acessível e inspiradora.

✔ Mais de 65 mil estudantes impactados em 27 cidades e 23 estados brasileiros
✔ Oficinas práticas e palestras que aproximam meninas de carreiras em STEM
✔ Incentivo à liderança feminina e ao desenvolvimento de habilidades essenciais para o futuro

Se queremos um futuro melhor, precisamos investir nas meninas nas ciências e fazer com que se sintam empoderadas e capacitadas.

Oportunidades no Mercado para Mulheres em STEM

Além da importância da diversidade nas ciências, o mercado de trabalho está cada vez mais carente de profissionais qualificados em tecnologia e inovação. A BRASSCOM prevê que 791 mil novas vagas em Tecnologia da Informação serão criadas no Brasil até 2025, mas o país ainda não tem profissionais suficientes para preencher essas posições.

Investir no potencial das meninas em STEM não é apenas uma questão de equidade de gênero – é também uma solução estratégica para o desenvolvimento econômico e tecnológico do país.

Como Incentivar Mais Meninas a Seguir Carreiras Científicas?

Se queremos ver mais mulheres na ciência, precisamos agir agora! Algumas formas de incentivo incluem:

Juntas, devemos trabalhar para garantir que as meninas nas ciências sejam vistas e ouvidas em todos os níveis de tomada de decisão.

Apresentar modelos femininos na ciência - Mostrar histórias de mulheres que fizeram e fazem a diferença na tecnologia, na engenharia e em outras áreas STEM.
Criar experiências educacionais imersivas - Iniciativas como a Expedição “Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro” ajudam a despertar a curiosidade das meninas pela ciência. Descubra o que é STEAM a metodolodia aplicada na Expedição.
Apoiar políticas e programas de incentivo - Empresas, escolas e governo precisam se unir para criar oportunidades reais para meninas na ciência.

Inspirando a Próxima Geração de Cientistas

O documentário “Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro”, dirigido por Deborah De Mari, fundadora da Força Meninas, traz um olhar profundo sobre os desafios e conquistas de meninas e mulheres na ciência. A produção apresenta histórias inspiradoras de jovens brasileiras que desafiam estereótipos e trilham caminhos em áreas como tecnologia, engenharia e matemática, além de destacar depoimentos de especialistas sobre a importância da representatividade feminina em STEM. O filme não apenas evidencia os obstáculos enfrentados pelas meninas, mas também reforça a necessidade de intervenção precoce para garantir que elas tenham oportunidades reais de explorar seu potencial.

Na Força Meninas, acreditamos que meninas fortalecidas e incentivadas desde cedo podem mudar o mundo. Queremos ampliar nosso impacto e garantir que cada vez mais meninas tenham oportunidades para explorar seu potencial na ciência.

Na Força Meninas, estamos comprometidos em criar oportunidades para meninas nas áreas de STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática). Nossa missão está alinhada com os objetivos do Dia Internacional das Meninas e Mulheres na Ciência, promovendo igualdade de gênero e incentivando mais meninas a explorarem seu potencial nessas áreas.

Juntas, podemos ampliar o impacto e garantir que cada vez mais meninas tenham acesso à educação científica, quebrando barreiras e construindo um futuro mais inovador e inclusivo! 🚀🔬✨

Transformar o futuro da ciência é garantir mais diversidade, inovação e oportunidades para as próximas gerações.

📢 Quer saber mais sobre nosso trabalho? Entre em contato.

#MeninasNaCiência #STEMParaMeninas #MulheresNaCiência #ForçaMeninas #FuturoDasMeninas#scienceforwomenandgirls

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Green Fern

Adolescentes

12/09/2025

Guia de Proteção Digital: Como Proteger Meninas de Crimes e Deepnudes

A internet é um espaço incrível para aprender, criar e se conectar. Mas também pode trazer riscos graves, como crimes digitais que afetam especialmente meninas e mulheres. Entre eles, os deepnudes — imagens falsas produzidas por Inteligência Artificial.

Para enfrentar esse desafio, o Força Meninas preparou o Guia de Proteção Digital – Meninas Seguras, Futuro sem Medo, um material gratuito que ajuda estudantes, famílias, professores e empresas a entender e agir de forma preventiva.

[Baixe aqui o Guia gratuito de Proteção Digital]

O que você vai encontrar no Guia de Proteção Digital

No material, você encontra informações essenciais sobre:
● O que são IA, deepfake e deepnude.
● Quais os impactos desses crimes na vida de meninas e mulheres.
● Dicas práticas de proteção e segurança digital.
● Carreiras promissoras ligadas à tecnologia e proteção online.

Por que falar de proteção digital importa?

Por que falar de proteção digital importa?

Segundo dados recentes, meninas e adolescentes estão entre as principais vítimas de crimes digitais. A manipulação de imagens, como no caso dos deepnudes, pode gerar traumas emocionais, exclusão social e até desistência escolar. Discutir proteção digital é essencial para garantir que a internet seja um espaço de liberdade, aprendizado e oportunidades, sem medo ou violência.

Em setembro de 2025, a CEO da Força Meninas (Go Girls), Déborah De Mari, participou de uma audiência pública na Câmara dos Deputados, a convite das Comissões de Defesa dos Direitos da Mulher e Especial sobre Inteligência Artificial, para debater um tema que impacta diretamente o futuro da sociedade e do mercado: a violência digital contra meninas. O encontro contou com especialistas, organizações da sociedade civil e parlamentares Célia Xakriabá e Erika Hilton. 

Para enfrentar esse desafio, levamos ainda dezenas de meninas e meninos para a Câmara e apresentamos um dossiê inédito, com dados coletados em escolas de todo o país. Os resultados evidenciam a urgência de políticas de prevenção, acolhimento e conscientização sobre crimes digitais como os deepnudes.

Você pode assistir à íntegra da audiência no canal oficial da TV Câmara e também conferir a matéria aqui.

Essa pauta é estratégica: garantir a proteção de meninas hoje significa formar as líderes, profissionais e inovadoras do amanhã. Empresas, sociedade civil e poder público precisam atuar juntos para que o futuro digital seja inclusivo e sustentável.

Déborah De Mari, CEO da Força Meninas, se une a outras representantes para reafirmar o compromisso conjunto de enfrentar a violência digital e garantir um futuro mais seguro e inclusivo para meninas.


Déborah de Mari, CEO da Força Meninas, ao lado de parlamentares e lideranças, participa de audiência pública na Câmara dos Deputados sobre violência digital contra meninas.

Como se proteger de crimes digitais

Entre as orientações que estão no guia, destacamos:
✔️ Não compartilhar senhas.
✔️ Utilizar autenticação de dois fatores.
✔️ Questionar sempre a origem de imagens e vídeos.
✔️ Procurar apoio imediato em casos de violência digital.

Futuro sem medo: carreiras em tecnologia e proteção digital

A mesma tecnologia que traz riscos também pode abrir portas para novas oportunidades. O guia traz exemplos de carreiras promissoras ligadas à tecnologia, como segurança da informação, ciência de dados e desenvolvimento de IA ética. Assim, meninas podem não só se proteger, mas também liderar a construção de um futuro digital mais justo.

Faça o download gratuito do Guia!

O Guia de Proteção Digital – Meninas Seguras, Futuro sem Medo **é gratuito e pode ser baixado após o preenchimento de um formulário simples.
**
[Clique aqui e baixe agora o guia]

Juntos, podemos construir uma internet em que nenhuma menina precise ter medo de estar online. Baixe o guia, compartilhe com sua rede e seja parte dessa transformação.

Evento

15/09/2025

Meninas no centro das decisões globais: A participação da Força Meninas na CSW69

A internet é um espaço incrível para aprender, criar e se conectar. Mas também pode trazer riscos graves, como crimes digitais que afetam especialmente meninas e mulheres. Entre eles, os deepnudes — imagens falsas produzidas por Inteligência Artificial.

Para enfrentar esse desafio, o Força Meninas preparou o Guia de Proteção Digital – Meninas Seguras, Futuro sem Medo, um material gratuito que ajuda estudantes, famílias, professores e empresas a entender e agir de forma preventiva.

[Baixe aqui o Guia gratuito de Proteção Digital]

O que você vai encontrar no Guia de Proteção Digital

No material, você encontra informações essenciais sobre:
● O que são IA, deepfake e deepnude.
● Quais os impactos desses crimes na vida de meninas e mulheres.
● Dicas práticas de proteção e segurança digital.
● Carreiras promissoras ligadas à tecnologia e proteção online.

Por que falar de proteção digital importa?

Por que falar de proteção digital importa?

Segundo dados recentes, meninas e adolescentes estão entre as principais vítimas de crimes digitais. A manipulação de imagens, como no caso dos deepnudes, pode gerar traumas emocionais, exclusão social e até desistência escolar. Discutir proteção digital é essencial para garantir que a internet seja um espaço de liberdade, aprendizado e oportunidades, sem medo ou violência.

Em setembro de 2025, a CEO da Força Meninas (Go Girls), Déborah De Mari, participou de uma audiência pública na Câmara dos Deputados, a convite das Comissões de Defesa dos Direitos da Mulher e Especial sobre Inteligência Artificial, para debater um tema que impacta diretamente o futuro da sociedade e do mercado: a violência digital contra meninas. O encontro contou com especialistas, organizações da sociedade civil e parlamentares Célia Xakriabá e Erika Hilton. 

Para enfrentar esse desafio, levamos ainda dezenas de meninas e meninos para a Câmara e apresentamos um dossiê inédito, com dados coletados em escolas de todo o país. Os resultados evidenciam a urgência de políticas de prevenção, acolhimento e conscientização sobre crimes digitais como os deepnudes.

Você pode assistir à íntegra da audiência no canal oficial da TV Câmara e também conferir a matéria aqui.

Essa pauta é estratégica: garantir a proteção de meninas hoje significa formar as líderes, profissionais e inovadoras do amanhã. Empresas, sociedade civil e poder público precisam atuar juntos para que o futuro digital seja inclusivo e sustentável.


Déborah De Mari, CEO da Força Meninas, se une a outras representantes para reafirmar o compromisso conjunto de enfrentar a violência digital e garantir um futuro mais seguro e inclusivo para meninas.


Déborah De Mari, CEO da Força Meninas, ao lado da deputada Erika Hilton, em audiência pública na Câmara dos Deputados sobre violência digital contra meninas.


Déborah de Mari, CEO da Força Meninas, ao lado de parlamentares e lideranças, participa de audiência pública na Câmara dos Deputados sobre violência digital contra meninas.

Como se proteger de crimes digitais

Entre as orientações que estão no guia, destacamos:
✔️ Não compartilhar senhas.
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✔️ Questionar sempre a origem de imagens e vídeos.
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Futuro sem medo: carreiras em tecnologia e proteção digital

A mesma tecnologia que traz riscos também pode abrir portas para novas oportunidades. O guia traz exemplos de carreiras promissoras ligadas à tecnologia, como segurança da informação, ciência de dados e desenvolvimento de IA ética. Assim, meninas podem não só se proteger, mas também liderar a construção de um futuro digital mais justo.

Faça o download gratuito do Guia!

O Guia de Proteção Digital – Meninas Seguras, Futuro sem Medo **é gratuito e pode ser baixado após o preenchimento de um formulário simples.
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Juntos, podemos construir uma internet em que nenhuma menina precise ter medo de estar online. Baixe o guia, compartilhe com sua rede e seja parte dessa transformação.

Adolescentes

25/03/2025

Adolescência: Como Podemos Mudar o Final Dessa História?

Como mãe de um menino e fundadora da Força Meninas, a série "Adolescência" me tocou profundamente. Não podemos perpetuar o abismo que tem se instaurado nas relações entre meninas e meninos. A trama de Jamie e Katie reflete uma realidade dolorosa que muitos jovens enfrentam diariamente: o cyberbullying e a violência de gênero. Essas questões não são apenas narrativas ficcionais; elas estão presentes na vidas de nossos filhos, alunos e amigos.

Ao refletir sobre a série "Adolescência" e os dados alarmantes da realidade, percebo a urgência de agir coletivamente para criar um ambiente digital mais seguro e acolhedor para todos.

Alguns dados que você precisa saber:

Cyberbullying – Feridas Invisíveis

No Brasil, 13,2% dos adolescentes já se sentiram ameaçados ou humilhados online; entre as meninas, esse índice sobe para 16,2%. Esses números não são estatísticas frias; são histórias de jovens que carregam cicatrizes emocionais profundas.

Impacto na Saúde Mental

O bullying está associado a depressão, ansiedade e baixa autoestima. Em casos extremos, pode levar a pensamentos suicidas. Como mãe, essa realidade me assusta e me mobiliza a agir.

Violência de Gênero Online

  • Misoginia: Entre 2017 e 2022, as denúncias cresceram quase 30 vezes, totalizando 74,3 mil casos.

  • Divulgação Não Consensual de Conteúdo Íntimo: Em 2018, a SaferNet recebeu 16.717 denúncias dessa prática.

  • Assédio Virtual: Mulheres negras e transgêneras são frequentemente alvo de mensagens ofensivas e ameaças.

Esses dados revelam um cenário alarmante que exige nossa atenção e ação imediata.

Mas o que é misoginia nas Redes Sociais?

Discursos de ódio contra mulheres cresceram significativamente nas plataformas digitais, perpetuando a violência de gênero. Alarmantemente, meninos entre 10 e 17 anos são os maiores consumidores desse conteúdo online. Como sociedade, precisamos refletir sobre o que está sendo ensinado aos nossos filhos e como podemos agir juntos para reverter essa tendência de aumento da violência contra meninas e mulheres.

O que podemos fazer?

A série deixa claro que não existe um, mas sim vários culpados para o desfecho trágico da história. Como o intuito deste texto é mudar a narrativa, convido vocês a refletirem comigo sobre como podemos mudar nossas atitudes.

Rede social e internet: precisamos compreender que o uso por crianças e adolescentes precisa ser monitorado e de acordo com a idade adequada. No Brasil, a idade do consentimento é de 13 anos. Já parou para pensar que deixar seu filho e sua filha sozinhos na internet, é como abandoná-lo em uma rua escura, repleta de estranhos mal intencionados prestes a abordá-los?

Neste contexto, seguem algumas recomendações que gostaria de compartilhar:

Para os Pais e aliados

  • Diálogo Aberto: Conversem regularmente com seus filhos sobre suas experiências online e offline.

  • Observação Atenta: Estejam atentos a mudanças comportamentais que possam indicar problemas relacionados ao bullying.

  • Participação Ativa: Engajem-se na vida escolar e digital de seus filhos, fortalecendo a conexão entre família e escola.

Pais de meninas: meninas confiantes e conscientes, são meninas seguras!

  • Consciência: Reconheçam que todos podem, inadvertidamente, perpetuar o cyberbullying.

  • Empatia: Ensinem suas meninas a pensarem antes de compartilhar ou comentar online.

  • Fortalecimento e informação: Conversem com seus meninas sobre privacidade e os perigos da exposição de sua imagem na internet.

  • Educação: converse os efeitos do cyberbullying e a importância da comunicação respeitosa.

  • Apoio Mútuo: Fortaleçam redes de solidariedade e respeito entre famílias.

  • Ação: Se seus filhas forem vítimas ou testemunhas de cyberbullying, dê apoio, incentive- a denunciar e procurem apoio. Cobrem da escola ações preventivas e punição de culpados.

  • Se os seus filhas forem as ofensoras, busque apoio profissional e atue na raiz do problema.

Pais de meninos: Vocês podem transformar essa realidade, transformem seus filhos em Agentes de Mudança

  • Questione Normas: Reflitam sobre comportamentos que perpetuam as desigualdades e violências.

  • Exemplo Positivo: Demonstrem respeito em todas as interações. Sejam exemplos de uma masculinidade positiva.

  • Educação: Busquem e compartilhem informações sobre a importância da igualdade com seus filhos e da construção de uma geração de respeito mútuo.

  • Ação: Se seus filhos forem vítimas ou testemunhas de cyberbullying, incentivem-nos a denunciar e procurem apoio. Se os seus filhos forem os ofensores, busque apoio profissional e atue na raiz do problema.

Pais e Escolas: Juntos Contra o Bullying e a Violência de Gênero

Escolas: precisam assumir proativamente a prevenção do problema.

  • Protocolos Claros: Estabeleçam códigos de conduta e procedimentos específicos para prevenir e lidar com casos de bullying.

  • Educação Contínua: Promovam atividades que incentivem empatia e respeito, integrando esses valores ao currículo escolar.

  • Ambiente Seguro: Implementem mecanismos eficazes de denúncia e ofereçam suporte socioemocional aos alunos.

Juntos Podemos Mudar Essa História!

A mudança começa agora, e cada um de nós é essencial nesse processo.

Promova o Respeito: Pratique empatia em todas as interações entre as diferenças.

Converse, reflita, compartilhe e colabore: Um final diferente para a adolescência precisa ser construído com todo nós!

Nós da Força Meninas queremos apoiar a mudança dessa história! Vamos juntos!

#Respeito #Igualdade #ForçaMeninas