Expedição Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro chega a Mauá com peça de teatro e oficinas makers gratuitas para crianças a partir de 6 anos

Expedição Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro chega a Mauá com peça de teatro e oficinas makers gratuitas para crianças a partir de 6 anos

De 09 a 12 de agosto, a Fábrica de Artes no Parque São Vicente, em Mauá, recebe a expedição realizada pela Força Meninas, com sessões diárias do espetáculo Uma Janela Para O Mundo e oficinas makers, que trabalham conceitos de linguagem computacional, eletrônica e realidade virtual

A iniciativa promove atividades para apresentar histórias inspiradoras de mulheres na ciência para crianças de 6 a 17 anos, além de despertar a curiosidade e incentivar meninas a ingressarem em carreiras com baixa representatividade feminina, especialmente ciências, tecnologia, engenharia e matemática, por meio de apresentações teatrais e oficinas práticas. Verônica Hipólito, jovem vencedoras do prêmio Mude o Mundo Como Uma Menina , –  também realizado pela Força Meninas, – e atleta multi medalhista paraolímpica, dará uma palestra sobre suas experiências pessoais, além da participação de Bruna Drudi Lacerda, liderança envolvida em engajamento social. As apresentações em Mauá também contarão com debates promovidos pelas voluntárias da Oxiteno, multinacional líder na produção de tensoativos e especialidades químicas nas Américas, Érika Rivas Rodrigues e Thalita Soares Galhardo.  Viabilizada pela Lei do Incentivo à Cultura, com patrocínio das empresas ArcelorMittal, Oxiteno e IBM, a expedição passará por 17 cidades situadas nas regiões Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste.

Construída em parceria com a Cia Realejo, a peça Uma Janela Para O Mundo é uma das atividades programadas. Conta a história de duas meninas que vivem em décadas diferentes, – Luna está em 2022 e Estela em 1922, –  e decidem criar uma máquina do tempo para fugir dos problemas de seus mundos. A máquina, porém, leva as duas para o laboratório de Celeste, uma espécie de alquimista e cientista que habita algum lugar do tempo-espaço. Neste mundo mágico, as duas conhecem mulheres reais pioneiras nas áreas da ciência e da tecnologia que inspiram suas jornadas. Além disso, o encontro das três personagens abre janelas para seus próprios mundos e muda para sempre o rumo de suas vidas. As brasileiras Ada Rogato, Enedina Alves e Aida Espinola são algumas das mulheres homenageadas pela peça.

Conheça a peça teatral Uma Janela para o Mundo

Além de participarem de oficinas makers, as crianças também vivenciarão na prática conceitos de linguagem computacional, eletrônica e até uma experiência de realidade virtual. 

Ao término do programa, será entregue a cada participante um livreto escrito por Déborah De Mari, que narra a vida de dez mulheres de destaque nas carreiras de STEAM. Dentre elas estão a engenheira Carol Shaw, a bióloga e educadora Bertha Lutz e a matemática Ada Lovelace.

A iniciativa rodará o país durante quatro meses, passando por São Paulo, Rio de Janeiro, Resende, Juiz de Fora, Vitória, Belo Horizonte, Contagem, Brasília, Piracicaba, Suzano, Mauá, São Luís, Fortaleza, Cabedelo, Maceió, Aracaju, Serrinha e Salvador. Ficará uma semana em cada cidade e os protocolos sanitários locais serão cumpridos. As apresentações terão também transmissão em Libras e infraestrutura acessível para pessoas com deficiência (PcD).

“A expedição é um convite para meninas descobrirem seu potencial, conhecerem e se inspirarem em mulheres que romperam barreiras em áreas dominadas por homens, e sonharem com novos futuros. A participação de meninos é muito bem-vinda para a construção deste futuro mais igualitário. Nossa expectativa é que mais de 40 mil crianças sejam impactadas pelo Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro’’, explica Déborah De Mari, fundadora do Força Meninas e idealizadora do projeto.


Ficha Técnica: Uma Janela Para o Mundo

Concepção e criação: Cia Realejo e Força Meninas
Dramaturgia: Mariana Marinho
Colaboração dramatúrgica: Déborah De Mari
Direção cênica e musical: Felipe Gomes Moreira
Elenco: Jennifer Souza, Mariana Marinho, Thai Leão e Thais Melo
Produção do espetáculo: Jennifer Souza e Thai Leão
Produção geral: Força Meninas
Figurino e adereços: Bruna Recchia
Cenário: Like Produções
Classificação: Livre
Duração: 30 minutos.


Oficinas:

Viagem à lua com Katherine Johnson – Oficina de Engenharia e Pensamento Computacional

Nesta atividade, as crianças farão uma viagem para a Lua. Mas, antes, será necessário construir um foguete para chegar até lá. Pensamento computacional e conceitos de engenharia serão colocados em prática nesse desafio. E aí, topa entrar nesta jornada?

Criando Jogos com Carol Shaw – Oficina Circuito e Eletrônica

Nesta oficina, será criado um jogo de tabuleiro por meio da construção de um circuito de papel. As participantes aprenderão como gamificar o tabuleiro, e a missão será chegar ao final dele para acender a luz de suas ideias – o que simboliza a capacidade criativa das crianças. Conceitos de games, eletrônica, resolução de problemas e trabalho em equipe são algumas das habilidades desenvolvidas nessa atividade.

Se eu posso ver, eu posso ser com Ada Lovelace – Experiência de Realidade Virtual

As crianças receberão um livreto contando a história de mulheres inspiradoras que transformaram o mundo através de suas descobertas e invenções. Após conhecer as histórias delas, serão convidadas a desenhar como se imaginam no futuro. O resultado dessa atividade é uma experiência de realidade virtual que os participantes poderão levar para casa.

Sobre a Força Meninas
A Força Meninas é uma plataforma de impacto social cuja missão é fortalecer o potencial das meninas, capacitando-as com as habilidades necessárias para que sejam protagonistas das oportunidades futuras. Desde sua criação em 2016, já impactou mais de 52 mil meninas em 23 estados e 29 cidades no Brasil.

Sobre a Cia Realejo
A Cia Realejo é uma companhia teatral que há seis anos se dedica a contações de histórias e espetáculos infantis. Nas peças do coletivo,  toda reflexão se faz sempre por meio  do olhar da criança. O tema central são assuntos contemporâneos,  como os dilemas enfrentados por meninas e mulheres, e o objetivo é estimulá-las  a que se tornem donas de suas próprias histórias. Atualmente o grupo é formado pelas atrizes Jennifer Souza, Mariana Marinho, Thai Leão e Thais Melo. 


Serviço Expedição “Meninas Curiosas, Mulheres de Futuro”

MAUÁ

Local: Fábrica de Artes – Parque São Vicente
Endereço: R. Pedro de Toledo, 341 – Parque São Vicente, Mauá – SP, 09371-060
Data: 09 a 12 de agosto
Horário: Sessões às 08:30, 10:00, 14:00 e 15:30.
Lotação máxima de 200 crianças por sessão
Grátis
Adultos apenas acompanhados de crianças. 


Agência Lema
Leandro Matulja / Letícia Zioni / Guilherme Maia

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Adolescentes

Guia de Proteção Digital: Como Proteger Meninas de Crimes e Deepnudes

A internet é um espaço incrível para aprender, criar e se conectar. Mas também pode trazer riscos graves, como crimes digitais que afetam especialmente meninas e mulheres. Entre eles, os deepnudes — imagens falsas produzidas por Inteligência Artificial.

Para enfrentar esse desafio, o Força Meninas preparou o Guia de Proteção Digital – Meninas Seguras, Futuro sem Medo, um material gratuito que ajuda estudantes, famílias, professores e empresas a entender e agir de forma preventiva.

[Baixe aqui o Guia gratuito de Proteção Digital]

O que você vai encontrar no Guia de Proteção Digital

No material, você encontra informações essenciais sobre:
● O que são IA, deepfake e deepnude.
● Quais os impactos desses crimes na vida de meninas e mulheres.
● Dicas práticas de proteção e segurança digital.
● Carreiras promissoras ligadas à tecnologia e proteção online.

Por que falar de proteção digital importa?

Por que falar de proteção digital importa?

Segundo dados recentes, meninas e adolescentes estão entre as principais vítimas de crimes digitais. A manipulação de imagens, como no caso dos deepnudes, pode gerar traumas emocionais, exclusão social e até desistência escolar. Discutir proteção digital é essencial para garantir que a internet seja um espaço de liberdade, aprendizado e oportunidades, sem medo ou violência.

Em setembro de 2025, a CEO da Força Meninas (Go Girls), Déborah De Mari, participou de uma audiência pública na Câmara dos Deputados, a convite das Comissões de Defesa dos Direitos da Mulher e Especial sobre Inteligência Artificial, para debater um tema que impacta diretamente o futuro da sociedade e do mercado: a violência digital contra meninas. O encontro contou com especialistas, organizações da sociedade civil e parlamentares Célia Xakriabá e Erika Hilton. 

Para enfrentar esse desafio, levamos ainda dezenas de meninas e meninos para a Câmara e apresentamos um dossiê inédito, com dados coletados em escolas de todo o país. Os resultados evidenciam a urgência de políticas de prevenção, acolhimento e conscientização sobre crimes digitais como os deepnudes.

Você pode assistir à íntegra da audiência no canal oficial da TV Câmara e também conferir a matéria aqui.

Essa pauta é estratégica: garantir a proteção de meninas hoje significa formar as líderes, profissionais e inovadoras do amanhã. Empresas, sociedade civil e poder público precisam atuar juntos para que o futuro digital seja inclusivo e sustentável.

Déborah De Mari, CEO da Força Meninas, se une a outras representantes para reafirmar o compromisso conjunto de enfrentar a violência digital e garantir um futuro mais seguro e inclusivo para meninas.


Déborah de Mari, CEO da Força Meninas, ao lado de parlamentares e lideranças, participa de audiência pública na Câmara dos Deputados sobre violência digital contra meninas.

Como se proteger de crimes digitais

Entre as orientações que estão no guia, destacamos:
✔️ Não compartilhar senhas.
✔️ Utilizar autenticação de dois fatores.
✔️ Questionar sempre a origem de imagens e vídeos.
✔️ Procurar apoio imediato em casos de violência digital.

Futuro sem medo: carreiras em tecnologia e proteção digital

A mesma tecnologia que traz riscos também pode abrir portas para novas oportunidades. O guia traz exemplos de carreiras promissoras ligadas à tecnologia, como segurança da informação, ciência de dados e desenvolvimento de IA ética. Assim, meninas podem não só se proteger, mas também liderar a construção de um futuro digital mais justo.

Faça o download gratuito do Guia!

O Guia de Proteção Digital – Meninas Seguras, Futuro sem Medo **é gratuito e pode ser baixado após o preenchimento de um formulário simples.
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[Clique aqui e baixe agora o guia]

Juntos, podemos construir uma internet em que nenhuma menina precise ter medo de estar online. Baixe o guia, compartilhe com sua rede e seja parte dessa transformação.

Evento

Meninas no centro das decisões globais: A participação da Força Meninas na CSW69

A internet é um espaço incrível para aprender, criar e se conectar. Mas também pode trazer riscos graves, como crimes digitais que afetam especialmente meninas e mulheres. Entre eles, os deepnudes — imagens falsas produzidas por Inteligência Artificial.

Para enfrentar esse desafio, o Força Meninas preparou o Guia de Proteção Digital – Meninas Seguras, Futuro sem Medo, um material gratuito que ajuda estudantes, famílias, professores e empresas a entender e agir de forma preventiva.

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O que você vai encontrar no Guia de Proteção Digital

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● O que são IA, deepfake e deepnude.
● Quais os impactos desses crimes na vida de meninas e mulheres.
● Dicas práticas de proteção e segurança digital.
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Por que falar de proteção digital importa?

Por que falar de proteção digital importa?

Segundo dados recentes, meninas e adolescentes estão entre as principais vítimas de crimes digitais. A manipulação de imagens, como no caso dos deepnudes, pode gerar traumas emocionais, exclusão social e até desistência escolar. Discutir proteção digital é essencial para garantir que a internet seja um espaço de liberdade, aprendizado e oportunidades, sem medo ou violência.

Em setembro de 2025, a CEO da Força Meninas (Go Girls), Déborah De Mari, participou de uma audiência pública na Câmara dos Deputados, a convite das Comissões de Defesa dos Direitos da Mulher e Especial sobre Inteligência Artificial, para debater um tema que impacta diretamente o futuro da sociedade e do mercado: a violência digital contra meninas. O encontro contou com especialistas, organizações da sociedade civil e parlamentares Célia Xakriabá e Erika Hilton. 

Para enfrentar esse desafio, levamos ainda dezenas de meninas e meninos para a Câmara e apresentamos um dossiê inédito, com dados coletados em escolas de todo o país. Os resultados evidenciam a urgência de políticas de prevenção, acolhimento e conscientização sobre crimes digitais como os deepnudes.

Você pode assistir à íntegra da audiência no canal oficial da TV Câmara e também conferir a matéria aqui.

Essa pauta é estratégica: garantir a proteção de meninas hoje significa formar as líderes, profissionais e inovadoras do amanhã. Empresas, sociedade civil e poder público precisam atuar juntos para que o futuro digital seja inclusivo e sustentável.


Déborah De Mari, CEO da Força Meninas, se une a outras representantes para reafirmar o compromisso conjunto de enfrentar a violência digital e garantir um futuro mais seguro e inclusivo para meninas.


Déborah De Mari, CEO da Força Meninas, ao lado da deputada Erika Hilton, em audiência pública na Câmara dos Deputados sobre violência digital contra meninas.


Déborah de Mari, CEO da Força Meninas, ao lado de parlamentares e lideranças, participa de audiência pública na Câmara dos Deputados sobre violência digital contra meninas.

Como se proteger de crimes digitais

Entre as orientações que estão no guia, destacamos:
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Futuro sem medo: carreiras em tecnologia e proteção digital

A mesma tecnologia que traz riscos também pode abrir portas para novas oportunidades. O guia traz exemplos de carreiras promissoras ligadas à tecnologia, como segurança da informação, ciência de dados e desenvolvimento de IA ética. Assim, meninas podem não só se proteger, mas também liderar a construção de um futuro digital mais justo.

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Adolescentes

Adolescência: Como Podemos Mudar o Final Dessa História?

Como mãe de um menino e fundadora da Força Meninas, a série "Adolescência" me tocou profundamente. Não podemos perpetuar o abismo que tem se instaurado nas relações entre meninas e meninos. A trama de Jamie e Katie reflete uma realidade dolorosa que muitos jovens enfrentam diariamente: o cyberbullying e a violência de gênero. Essas questões não são apenas narrativas ficcionais; elas estão presentes na vidas de nossos filhos, alunos e amigos.

Ao refletir sobre a série "Adolescência" e os dados alarmantes da realidade, percebo a urgência de agir coletivamente para criar um ambiente digital mais seguro e acolhedor para todos.

Alguns dados que você precisa saber:

Cyberbullying – Feridas Invisíveis

No Brasil, 13,2% dos adolescentes já se sentiram ameaçados ou humilhados online; entre as meninas, esse índice sobe para 16,2%. Esses números não são estatísticas frias; são histórias de jovens que carregam cicatrizes emocionais profundas.

Impacto na Saúde Mental

O bullying está associado a depressão, ansiedade e baixa autoestima. Em casos extremos, pode levar a pensamentos suicidas. Como mãe, essa realidade me assusta e me mobiliza a agir.

Violência de Gênero Online

  • Misoginia: Entre 2017 e 2022, as denúncias cresceram quase 30 vezes, totalizando 74,3 mil casos.

  • Divulgação Não Consensual de Conteúdo Íntimo: Em 2018, a SaferNet recebeu 16.717 denúncias dessa prática.

  • Assédio Virtual: Mulheres negras e transgêneras são frequentemente alvo de mensagens ofensivas e ameaças.

Esses dados revelam um cenário alarmante que exige nossa atenção e ação imediata.

Mas o que é misoginia nas Redes Sociais?

Discursos de ódio contra mulheres cresceram significativamente nas plataformas digitais, perpetuando a violência de gênero. Alarmantemente, meninos entre 10 e 17 anos são os maiores consumidores desse conteúdo online. Como sociedade, precisamos refletir sobre o que está sendo ensinado aos nossos filhos e como podemos agir juntos para reverter essa tendência de aumento da violência contra meninas e mulheres.

O que podemos fazer?

A série deixa claro que não existe um, mas sim vários culpados para o desfecho trágico da história. Como o intuito deste texto é mudar a narrativa, convido vocês a refletirem comigo sobre como podemos mudar nossas atitudes.

Rede social e internet: precisamos compreender que o uso por crianças e adolescentes precisa ser monitorado e de acordo com a idade adequada. No Brasil, a idade do consentimento é de 13 anos. Já parou para pensar que deixar seu filho e sua filha sozinhos na internet, é como abandoná-lo em uma rua escura, repleta de estranhos mal intencionados prestes a abordá-los?

Neste contexto, seguem algumas recomendações que gostaria de compartilhar:

Para os Pais e aliados

  • Diálogo Aberto: Conversem regularmente com seus filhos sobre suas experiências online e offline.

  • Observação Atenta: Estejam atentos a mudanças comportamentais que possam indicar problemas relacionados ao bullying.

  • Participação Ativa: Engajem-se na vida escolar e digital de seus filhos, fortalecendo a conexão entre família e escola.

Pais de meninas: meninas confiantes e conscientes, são meninas seguras!

  • Consciência: Reconheçam que todos podem, inadvertidamente, perpetuar o cyberbullying.

  • Empatia: Ensinem suas meninas a pensarem antes de compartilhar ou comentar online.

  • Fortalecimento e informação: Conversem com seus meninas sobre privacidade e os perigos da exposição de sua imagem na internet.

  • Educação: converse os efeitos do cyberbullying e a importância da comunicação respeitosa.

  • Apoio Mútuo: Fortaleçam redes de solidariedade e respeito entre famílias.

  • Ação: Se seus filhas forem vítimas ou testemunhas de cyberbullying, dê apoio, incentive- a denunciar e procurem apoio. Cobrem da escola ações preventivas e punição de culpados.

  • Se os seus filhas forem as ofensoras, busque apoio profissional e atue na raiz do problema.

Pais de meninos: Vocês podem transformar essa realidade, transformem seus filhos em Agentes de Mudança

  • Questione Normas: Reflitam sobre comportamentos que perpetuam as desigualdades e violências.

  • Exemplo Positivo: Demonstrem respeito em todas as interações. Sejam exemplos de uma masculinidade positiva.

  • Educação: Busquem e compartilhem informações sobre a importância da igualdade com seus filhos e da construção de uma geração de respeito mútuo.

  • Ação: Se seus filhos forem vítimas ou testemunhas de cyberbullying, incentivem-nos a denunciar e procurem apoio. Se os seus filhos forem os ofensores, busque apoio profissional e atue na raiz do problema.

Pais e Escolas: Juntos Contra o Bullying e a Violência de Gênero

Escolas: precisam assumir proativamente a prevenção do problema.

  • Protocolos Claros: Estabeleçam códigos de conduta e procedimentos específicos para prevenir e lidar com casos de bullying.

  • Educação Contínua: Promovam atividades que incentivem empatia e respeito, integrando esses valores ao currículo escolar.

  • Ambiente Seguro: Implementem mecanismos eficazes de denúncia e ofereçam suporte socioemocional aos alunos.

Juntos Podemos Mudar Essa História!

A mudança começa agora, e cada um de nós é essencial nesse processo.

Promova o Respeito: Pratique empatia em todas as interações entre as diferenças.

Converse, reflita, compartilhe e colabore: Um final diferente para a adolescência precisa ser construído com todo nós!

Nós da Força Meninas queremos apoiar a mudança dessa história! Vamos juntos!

#Respeito #Igualdade #ForçaMeninas