No Dia Internacional da Menina, 11/10, serão abertas as inscrições para a 4ª edição do prêmio Mude o Mundo Como Uma Menina

No Dia Internacional da Menina, 11/10, serão abertas as inscrições para a 4ª edição do prêmio Mude o Mundo Como Uma Menina

Sabrina Cabral, Sophia Bessa, Celina Landim e Aisha Paz são vencedoras de edições anteriores do prêmio Mude o Mundo Como Uma Menina. No centro, a fundadora do projeto, Déborah De Mari. | Crédito: Equipe Força Meninas

São Paulo, outubro de 2022 – No dia 11 de outubro, em comemoração ao Dia Internacional da Menina, data declarada pela Organização das Nações Unidas (ONU), a plataforma educacional Força Meninas abre as inscrições para a quarta edição do prêmio Mude o Mundo Como Uma Menina. As inscrições gratuitas estarão disponíveis de 11 a 28 de outubro no site frmeninas.com.br.

O prêmio tem como objetivo reconhecer soluções transformadoras elaboradas por meninas de 13 a 21 anos de todo o Brasil, reforçando a importância de iniciativas desenvolvidas para suas comunidades e para o mundo.

Categorias e premiações

Serão selecionadas seis concorrentes em cada uma das seguintes categorias:

  • Criativa: Meninas que produzem arte real ou virtual com alto impacto social.

  • Líder: Meninas que lideram movimentos ou projetos comunitários.

  • Determinada: Meninas que superaram obstáculos financeiros, sociais ou geográficos.

  • Pioneira: Precursoras de ideias inovadoras em campos pouco explorados.

  • Visionária: Idealizadoras de projetos revolucionários e “à frente do seu tempo”.

  • Mobilizadora (nova categoria): Ex-premiadas com projetos em fase de expansão.


Além disso, a categoria Juntas Somos Força premiará seis projetos de coletivos com potencial de crescimento e impacto.

Por meio do apoio institucional do consulado do Canadá e das empresas ERM Consultoria em Sustentabilidade e Banco Original, além do apoio da Secretaria Municipal de Juventude de Fortaleza e da Unidade de Educação Básica (UNIEB) Santa Maria Distrito Federal, a ação premiará as ganhadoras das categorias individuais com a quantia de R$ 5 mil, para ser investida em sua liderança, e a participação em um programa de doze semanas que engloba curso e mentoria.

A vencedora Mobilizadora vai receber um notebook para facilitar a execução de seus trabalhos e também ganhará um convite para a mentoria. A cada selecionada na categoria Juntas Somos Força serão entregues R$ 2,5 mil para custear sua iniciativa e mais um programa de mentoria em Inteligência Financeira, Economia Verde, Empreendedorismo para Nova Economia e Liderança.

Participar do evento representa a oportunidade de  se conectar à rede da Força Meninas, um negócio de impacto social com reconhecimento internacional. É também a única organização brasileira membro do Solve [ED], plataforma de desenvolvimento de empreendedorismo e impacto social com foco em jovens, do famoso MIT, o Massachusetts Institute of Technology, nos Estados Unidos, uma das escolas mais renomadas do mundo em inovação. 

No contexto pós-pandemia,  promoveremos encontros presenciais com meninas inspiradoras (vencedoras de edições anteriores) e parceiras da plataforma em escolas de São Paulo, Goiás, Acre, Pará, Bahia, Alagoas, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Ceará, Santa Catarina, Paraná e  Distrito Federal. A ideia é mobilizar e incentivar jovens de todas as regiões do país. 

“Em 2021 tivemos 398 inscritas e para este ano esperamos muito mais. É uma oportunidade única para meninas de todo o Brasil descobrirem a importância de se tornarem protagonistas das mudanças que querem ver em seus mundos. O desenvolvimento de uma mentalidade orientada à inovação e a resolver os problemas mundiais ainda está confinada ao ambiente corporativo. Contudo, essa geração precisará atuar em profissões que ainda não existem e criar novos futuros. Esse é o intuito do prêmio, incluí-las em ambientes de decisão e protagonismo”, diz Déborah De Mari, fundadora do projeto.

Para selecionar e anunciar as vencedoras, no dia 12 de novembro será feita uma cerimônia em formato online, com participação de um corpo de jurados formado pela física Sônia Guimarães, Natalia Pasternak, doutora em microbiologia e presidenta do Instituto Brasileiro Questão de Ciência, Prof. e Dra. Renata Muniz Prazo, da UnB, PhD Daniela Gomes, Prof. na Universidade Estadual de San Diego, além de Pascale Thivierge, gerente do Programa de Diplomacia Política e Pública do Consulado do Canadá, em São Paulo.

As categorias nas quais está dividido o Prêmio Mude o Mundo como uma Menina são:

Categoria Criativa: Dirigida a meninas que produzem arte real ou virtual, de alto potencial criativo e que já tenham algum material, protótipo ou obra realizada de alto impacto entre críticos e/ou entre o público. Alguns perfis indicados a essa categoria são meninas, desenvolvedoras, ativistas, slammers, grafiteiras, ilustradoras, compositoras, escritoras, desenhistas e todas aquelas que expressam pela arte as mudanças que querem ver na sociedade.

Categoria Líder: para meninas com espírito de liderança. Reconhece, meninas notáveis por lutar por aquilo em que acreditam, liderando movimentos, causas e/ou projetos engajando pessoas, para impactar positivamente a sua comunidade.

Categoria Determinada: Destinada a meninas que enfrentaram diversos obstáculos em suas jornadas, mas não desistiram de alcançar seus objetivos.  Para engloba meninas que desenvolveram projetos, ideias e/ou movimentos em situações com obstáculos financeiros, sociais, físicos e/ou geográficos, que foram transpostos por sua determinação e vontade de fazer a diferença.

Categoria Pioneira: Aberta a meninas que conseguem inspirar outras a irem além, sendo as primeiras a abrirem caminho e desbravar novas fronteiras. Incluem-se aqui as precursoras de ideias, projetos e iniciativas que vão além do senso comum, que desenvolvem projetos autênticos, que exploram campos ainda pouco trabalhados e que impactam uma comunidade. Não temem ser as primeiras e sabem que não serão as últimas.

Categoria Visionária: Designada às meninas que idealizam projetos inovadores, são vistas como “à frente do seu tempo” e, assim, causam transformações revolucionárias com ideias originais.

Categoria Mobilizadora: Premia as meninas que encantam sua comunidade pelas suas iniciativas empáticas que atingem diversas outras. Reconhecidas por seus colegas como agentes de mudança. Apenas as que já foram premiadas poderão concorrer nesta nova categoria.

Categoria Juntas Somos Força: Tem como objetivo celebrar seis projetos de meninas em fases iniciais. Essas iniciativas devem apresentar um potencial de crescimento e impacto para outras jovens dentro das temáticas: Inclusão Financeira, Combate a Crise Climática, Saúde das meninas, Inserção em áreas STEM e Tecnologias emergentes

Serviço

Cerimônia: 12 de novembro, na Unibes Cultural e online.

Inscrições gratuitas: De 11 a 28 de outubro.

Site: frmeninas.com.br.

Sobre a Força Meninas
A Força Meninas é uma plataforma de impacto social cuja missão é fortalecer o potencial das meninas, capacitando-as com as habilidades necessárias para que sejam protagonistas das oportunidades futuras. Desde sua criação em 2016, já impactou mais de 52 mil meninas em 23 estados e 29 cidades no Brasil.

Agência Lema
Leandro Matulja / Letícia Zioni / Guilherme Maia

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Adolescentes

Guia de Proteção Digital: Como Proteger Meninas de Crimes e Deepnudes

A internet é um espaço incrível para aprender, criar e se conectar. Mas também pode trazer riscos graves, como crimes digitais que afetam especialmente meninas e mulheres. Entre eles, os deepnudes — imagens falsas produzidas por Inteligência Artificial.

Para enfrentar esse desafio, o Força Meninas preparou o Guia de Proteção Digital – Meninas Seguras, Futuro sem Medo, um material gratuito que ajuda estudantes, famílias, professores e empresas a entender e agir de forma preventiva.

[Baixe aqui o Guia gratuito de Proteção Digital]

O que você vai encontrar no Guia de Proteção Digital

No material, você encontra informações essenciais sobre:
● O que são IA, deepfake e deepnude.
● Quais os impactos desses crimes na vida de meninas e mulheres.
● Dicas práticas de proteção e segurança digital.
● Carreiras promissoras ligadas à tecnologia e proteção online.

Por que falar de proteção digital importa?

Por que falar de proteção digital importa?

Segundo dados recentes, meninas e adolescentes estão entre as principais vítimas de crimes digitais. A manipulação de imagens, como no caso dos deepnudes, pode gerar traumas emocionais, exclusão social e até desistência escolar. Discutir proteção digital é essencial para garantir que a internet seja um espaço de liberdade, aprendizado e oportunidades, sem medo ou violência.

Em setembro de 2025, a CEO da Força Meninas (Go Girls), Déborah De Mari, participou de uma audiência pública na Câmara dos Deputados, a convite das Comissões de Defesa dos Direitos da Mulher e Especial sobre Inteligência Artificial, para debater um tema que impacta diretamente o futuro da sociedade e do mercado: a violência digital contra meninas. O encontro contou com especialistas, organizações da sociedade civil e parlamentares Célia Xakriabá e Erika Hilton. 

Para enfrentar esse desafio, levamos ainda dezenas de meninas e meninos para a Câmara e apresentamos um dossiê inédito, com dados coletados em escolas de todo o país. Os resultados evidenciam a urgência de políticas de prevenção, acolhimento e conscientização sobre crimes digitais como os deepnudes.

Você pode assistir à íntegra da audiência no canal oficial da TV Câmara e também conferir a matéria aqui.

Essa pauta é estratégica: garantir a proteção de meninas hoje significa formar as líderes, profissionais e inovadoras do amanhã. Empresas, sociedade civil e poder público precisam atuar juntos para que o futuro digital seja inclusivo e sustentável.

Déborah De Mari, CEO da Força Meninas, se une a outras representantes para reafirmar o compromisso conjunto de enfrentar a violência digital e garantir um futuro mais seguro e inclusivo para meninas.


Déborah de Mari, CEO da Força Meninas, ao lado de parlamentares e lideranças, participa de audiência pública na Câmara dos Deputados sobre violência digital contra meninas.

Como se proteger de crimes digitais

Entre as orientações que estão no guia, destacamos:
✔️ Não compartilhar senhas.
✔️ Utilizar autenticação de dois fatores.
✔️ Questionar sempre a origem de imagens e vídeos.
✔️ Procurar apoio imediato em casos de violência digital.

Futuro sem medo: carreiras em tecnologia e proteção digital

A mesma tecnologia que traz riscos também pode abrir portas para novas oportunidades. O guia traz exemplos de carreiras promissoras ligadas à tecnologia, como segurança da informação, ciência de dados e desenvolvimento de IA ética. Assim, meninas podem não só se proteger, mas também liderar a construção de um futuro digital mais justo.

Faça o download gratuito do Guia!

O Guia de Proteção Digital – Meninas Seguras, Futuro sem Medo **é gratuito e pode ser baixado após o preenchimento de um formulário simples.
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[Clique aqui e baixe agora o guia]

Juntos, podemos construir uma internet em que nenhuma menina precise ter medo de estar online. Baixe o guia, compartilhe com sua rede e seja parte dessa transformação.

Evento

Meninas no centro das decisões globais: A participação da Força Meninas na CSW69

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Por que falar de proteção digital importa?

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Em setembro de 2025, a CEO da Força Meninas (Go Girls), Déborah De Mari, participou de uma audiência pública na Câmara dos Deputados, a convite das Comissões de Defesa dos Direitos da Mulher e Especial sobre Inteligência Artificial, para debater um tema que impacta diretamente o futuro da sociedade e do mercado: a violência digital contra meninas. O encontro contou com especialistas, organizações da sociedade civil e parlamentares Célia Xakriabá e Erika Hilton. 

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Você pode assistir à íntegra da audiência no canal oficial da TV Câmara e também conferir a matéria aqui.

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A mesma tecnologia que traz riscos também pode abrir portas para novas oportunidades. O guia traz exemplos de carreiras promissoras ligadas à tecnologia, como segurança da informação, ciência de dados e desenvolvimento de IA ética. Assim, meninas podem não só se proteger, mas também liderar a construção de um futuro digital mais justo.

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Adolescentes

Adolescência: Como Podemos Mudar o Final Dessa História?

Como mãe de um menino e fundadora da Força Meninas, a série "Adolescência" me tocou profundamente. Não podemos perpetuar o abismo que tem se instaurado nas relações entre meninas e meninos. A trama de Jamie e Katie reflete uma realidade dolorosa que muitos jovens enfrentam diariamente: o cyberbullying e a violência de gênero. Essas questões não são apenas narrativas ficcionais; elas estão presentes na vidas de nossos filhos, alunos e amigos.

Ao refletir sobre a série "Adolescência" e os dados alarmantes da realidade, percebo a urgência de agir coletivamente para criar um ambiente digital mais seguro e acolhedor para todos.

Alguns dados que você precisa saber:

Cyberbullying – Feridas Invisíveis

No Brasil, 13,2% dos adolescentes já se sentiram ameaçados ou humilhados online; entre as meninas, esse índice sobe para 16,2%. Esses números não são estatísticas frias; são histórias de jovens que carregam cicatrizes emocionais profundas.

Impacto na Saúde Mental

O bullying está associado a depressão, ansiedade e baixa autoestima. Em casos extremos, pode levar a pensamentos suicidas. Como mãe, essa realidade me assusta e me mobiliza a agir.

Violência de Gênero Online

  • Misoginia: Entre 2017 e 2022, as denúncias cresceram quase 30 vezes, totalizando 74,3 mil casos.

  • Divulgação Não Consensual de Conteúdo Íntimo: Em 2018, a SaferNet recebeu 16.717 denúncias dessa prática.

  • Assédio Virtual: Mulheres negras e transgêneras são frequentemente alvo de mensagens ofensivas e ameaças.

Esses dados revelam um cenário alarmante que exige nossa atenção e ação imediata.

Mas o que é misoginia nas Redes Sociais?

Discursos de ódio contra mulheres cresceram significativamente nas plataformas digitais, perpetuando a violência de gênero. Alarmantemente, meninos entre 10 e 17 anos são os maiores consumidores desse conteúdo online. Como sociedade, precisamos refletir sobre o que está sendo ensinado aos nossos filhos e como podemos agir juntos para reverter essa tendência de aumento da violência contra meninas e mulheres.

O que podemos fazer?

A série deixa claro que não existe um, mas sim vários culpados para o desfecho trágico da história. Como o intuito deste texto é mudar a narrativa, convido vocês a refletirem comigo sobre como podemos mudar nossas atitudes.

Rede social e internet: precisamos compreender que o uso por crianças e adolescentes precisa ser monitorado e de acordo com a idade adequada. No Brasil, a idade do consentimento é de 13 anos. Já parou para pensar que deixar seu filho e sua filha sozinhos na internet, é como abandoná-lo em uma rua escura, repleta de estranhos mal intencionados prestes a abordá-los?

Neste contexto, seguem algumas recomendações que gostaria de compartilhar:

Para os Pais e aliados

  • Diálogo Aberto: Conversem regularmente com seus filhos sobre suas experiências online e offline.

  • Observação Atenta: Estejam atentos a mudanças comportamentais que possam indicar problemas relacionados ao bullying.

  • Participação Ativa: Engajem-se na vida escolar e digital de seus filhos, fortalecendo a conexão entre família e escola.

Pais de meninas: meninas confiantes e conscientes, são meninas seguras!

  • Consciência: Reconheçam que todos podem, inadvertidamente, perpetuar o cyberbullying.

  • Empatia: Ensinem suas meninas a pensarem antes de compartilhar ou comentar online.

  • Fortalecimento e informação: Conversem com seus meninas sobre privacidade e os perigos da exposição de sua imagem na internet.

  • Educação: converse os efeitos do cyberbullying e a importância da comunicação respeitosa.

  • Apoio Mútuo: Fortaleçam redes de solidariedade e respeito entre famílias.

  • Ação: Se seus filhas forem vítimas ou testemunhas de cyberbullying, dê apoio, incentive- a denunciar e procurem apoio. Cobrem da escola ações preventivas e punição de culpados.

  • Se os seus filhas forem as ofensoras, busque apoio profissional e atue na raiz do problema.

Pais de meninos: Vocês podem transformar essa realidade, transformem seus filhos em Agentes de Mudança

  • Questione Normas: Reflitam sobre comportamentos que perpetuam as desigualdades e violências.

  • Exemplo Positivo: Demonstrem respeito em todas as interações. Sejam exemplos de uma masculinidade positiva.

  • Educação: Busquem e compartilhem informações sobre a importância da igualdade com seus filhos e da construção de uma geração de respeito mútuo.

  • Ação: Se seus filhos forem vítimas ou testemunhas de cyberbullying, incentivem-nos a denunciar e procurem apoio. Se os seus filhos forem os ofensores, busque apoio profissional e atue na raiz do problema.

Pais e Escolas: Juntos Contra o Bullying e a Violência de Gênero

Escolas: precisam assumir proativamente a prevenção do problema.

  • Protocolos Claros: Estabeleçam códigos de conduta e procedimentos específicos para prevenir e lidar com casos de bullying.

  • Educação Contínua: Promovam atividades que incentivem empatia e respeito, integrando esses valores ao currículo escolar.

  • Ambiente Seguro: Implementem mecanismos eficazes de denúncia e ofereçam suporte socioemocional aos alunos.

Juntos Podemos Mudar Essa História!

A mudança começa agora, e cada um de nós é essencial nesse processo.

Promova o Respeito: Pratique empatia em todas as interações entre as diferenças.

Converse, reflita, compartilhe e colabore: Um final diferente para a adolescência precisa ser construído com todo nós!

Nós da Força Meninas queremos apoiar a mudança dessa história! Vamos juntos!

#Respeito #Igualdade #ForçaMeninas